segunda-feira, 23 de junho de 2008

Touros de morte sentam Barroso e Sampaio no banco dos réus

Cinco personalidades europeias estão a ser julgadas em Genebra pelo Tribunal Internacional da Defesa dos Animais. Trata-se de um proceso simbólico cujo objectivo é acabar com as touradas de morte.

link com vídeo:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=351830&tema=32


Elefante ferida em explosão ganha prótese


Mosha, uma fêmea de elefante mostra, aos dois anos de idade, a prótese colocada em uma de suas patas, no Hospital Asiático de Elefantes localizado em Hangchatr, na província de Lampang, ao norte da Tailândia.


Ferida na explosão de uma mina terrestre, Mosha perdeu a pata em 2006, quando tinha sete meses de idade. Com a prótese, poderá se movimentar normalmente.


Demanda asiática acelera sumiço de tubarões no Brasil

EDUARDO GERAQUE
da Folha de S.Paulo

Os tubarões do litoral brasileiro estão protagonizando um filme de horror -só que como vítimas, não vilões. Nesse novo roteiro, populações inteiras estão sendo dizimadas pelos vários tipos de pesca. Algumas, como é o caso do cação-listrado, já declinaram em até 95%.

O incremento na cobiça pelos tubarões no país em todas as partes do mundo ocorre por causa do aumento no preço da sua barbatana, puxado principalmente pela demanda asiática. Hoje, ela pode chegar a custar até R$ 100 o quilo no Brasil. É usada em uma sopa muito apreciada pelos chineses.

A procura pelas barbatanas pode ser vista, por exemplo, em Itajaí (Santa Catarina). Um barco que atracar naquele porto carregado com tubarões-azuis (Prionace glauca), após 20 dias no mar, vai ter de fazer um leilão de seu produto. Em média, pelo menos três compradores, representantes de empresas, aparecerão interessados nas barbatanas. Depois da compra, eles encaminham os produto para o exterior.

"Depende do caso, mas 200 kg podem ser arrematados por até R$ 20 mil", diz o armador José Kowalski, dono de cinco barcos de pesca de tubarão na região de Itajaí. "Acho que vai tudo depois para Taiwan."

Números oficiais das exportações brasileiras atestam a existência de um mercado nascente. Sob a rubrica barbatanas de tubarão secas, o Brasil ganhou, em 2007, US$ 2.312.544. Isso equivale a 131 toneladas.

O favorito

A pressão sobre o tubarão-azul, capturado pela modalidade de pesca conhecida como espinhel, é crescente. O pesquisador Jorge Kotas, do Cepsul (Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Sudeste e Sul), contabilizou a retirada de 35 mil indivíduos das águas do Sul do Brasil entre 1997 e 2005. Essa espécie é uma das favoritas dos pescadores, por ser fácil de apanhar e ter barbatanas enormes.

Só dessa espécie, 2 milhões de exemplares são retirados do Atlântico Sul todo ano. "Os sinais de declínio na população já apareceram no período estudado, porque houve muitas capturas de indivíduos jovens", diz.

Segundo Kotas, o declínio pode ser notado no esforço de pesca, ou seja, o número de horas que é preciso ficar no mar para capturar uma dada quantidade de peixes. Em 2001, cada viagem rendia 5,7 toneladas de tubarão-azul desembarcadas em Itajaí. Em 2005, eram 3,4 toneladas por viagem.

"Finning"

Kowalski diz que não está fazendo nada de ilegal -e é verdade. "Não existe nenhuma proibição de captura desse peixe", diz o empresário, que vende parte de sua produção nas madrugadas do Ceagesp, em São Paulo (ali, o quilo da barbatana custa R$ 5,00).

Mas o que é ilegal, segundo o Ibama, é a prática do "finning" --a retirada da barbatana do tubarão em alto-mar com o descarte do animal logo em seguida-- e a captura de filhotes ou de determinadas espécies ameaçadas de extinção.

"Hoje, a prática do "finning" em águas brasileiras praticamente não existe", afirma Fábio Hazin, biólogo da Universidade Federal Rural de Pernambuco. "Os barcos nacionais aproveitam 100% dos tubarões capturados e os estrangeiros têm observadores de bordo."

Nem todo pesquisador que trabalha com tubarões descarta a hipótese de que o "finning" ocorra no Brasil. Para o biólogo Marcelo Szpilman, diretor do Instituto Ecológico Aqualung, a pesca ilegal de tubarão, inclusive o "finning", não só existe como precisa ser coibida. "O Brasil precisa fiscalizar o seu mar territorial. O que ocorre, muitas vezes, é que os chamados navios-fábrica operam em alto-mar por meses. Eles não precisam atracar."

Um dos maiores especialistas no tema no Brasil, o biólogo Carolus Vooren, da Universidade Federal do Rio Grande, levanta outro problema.

Várias espécies mais costeiras, como o cação-anjo e o cação-viola, estão seriamente ameaçadas de extinção porque, além de serem alvos da pesca industrial, elas acabam sendo capturadas, às vezes de forma acidental, pela pesca amadora.

Arrastão no mar

Neste caso, os anzóis do espinhel (veja quadro abaixo) são trocados pelas redes de arrasto. Os vários tipos de pesca, segundo Vooren, dizimaram mais de 80% do cação-anjo e do cação-viola no litoral sul do Brasil.

No litoral norte do país, o cação-quati, ameaçado de extinção, tem uma queda anual na sua população de 18,4%. Em 2006, foi listado como "criticamente em perigo". No Nordeste, o problema é a pesca do tubarão-toninha. Essas espécies estão caindo na rede cada vez mais cedo. Cerca de 90% dos animais capturados são jovens de até cinco anos de idade.

"A pesca de arrasto é uma ameaça para os elasmobrânquios [grupo dos tubarões e raias] em geral por causa da estratégia de vida deles", diz Vooren. A taxa de crescimento populacional desses animais é baixa, e a pressão de pesca, alta. "São poucos filhotes por prole, de cinco a dez no máximo, dependendo da espécie."

Uma das sugestões dele é que sejam criadas áreas de proibição à pesca nos locais onde os tubarões se reproduzem. Existem ao menos cinco zonas de reprodução no litoral Sul do Brasil e uma em São Paulo.

Até a pesca considerada amadora deverá ser fiscalizada, dizem os cientistas. Se no Sul, em Rio Grande, o Ibama local é atuante, em São Paulo os atravessadores de barbatanas correm as vilas de pescadores e, quase sempre, conseguem comprar o que buscam.

Na própria tabela do Ceagesp na internet, o preço do quilo do cação-viola --cuja captura é proibida-- pode ser consultado pelos consumidores. No dia 19 de junho, o quilo do peixe para o atacado custava R$ 2,25.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u415120.shtml

Governo terá plano de proteção aos tubarões em 2009, diz Ibama

EDUARDO GERAQUE
da Folha de S.Paulo

Já faz três anos que a comunidade científica elaborou um plano nacional de proteção aos tubarões e raias. A medida mais imediata a ser aplicada em toda a costa brasileira seria a moratória da pesca de tubarões como o cação-anjo e o cação-listrado, duas das espécies mais ameaçadas de extinção.

"Nós entregamos o plano ao governo. Além de medidas gerais, existem recomendações para cada região do litoral", afirma Ricardo Rosa, professor da Universidade Federal da Paraíba e presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo de Elasmobrânquios (grupo das raias e dos tubarões).

De acordo com José Dias, coordenador-geral de Gestão de Recursos Pesqueiros do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o governo está ciente do problema. "Recebemos esse plano, na verdade, em 2006. Até o ano que vem vamos implementar um plano de gestão e recuperação de todas as espécies ameaçadas", afirmou Dias à Folha.

A lista de reivindicações é extensa. Os pesquisadores também querem que aumente a fiscalização sobre a pesca ilegal e que novas áreas de proteção sejam criadas. Muitos pontos do litoral são berçários.

A questão, segundo Rosa, é também científica. Para o pesquisador, faltam estudos sobre várias das populações que habitam o litoral brasileiro. "Para cada espécie ameaçada são necessários estudos sobre dinâmica populacional e avaliação dos estoques", diz.

Além das pesquisas e das ações legais, Fábio Hazin, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, pede mais organização por parte dos órgãos federais. "Infelizmente, enquanto perdurar no país a divisão da responsabilidade institucional pelo ordenamento dos recursos pesqueiros, será sempre muito difícil avançar."

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u415119.shtml

Comissão Baleeira Internacional se reúne no Chile em meio a protestos

SANTIAGO (AFP) — A Comissão Baleeira Internacional (CBI), que congrega
80 países, reúne-se no Chile a partir desta segunda-feira para
analisar o estado mundial das populações de baleias e golfinhos e
debater uma eventual reabertura da caça comercial aos grandes
cetáceos.

Em meio aos preparativos para o encontro neste domingo, cerca de 2.000
pessoas se concentraram em um parque de Santiago formando com seus
corpos uma enorme baleia que foi fotografada do alto. A manifestação
foi convocada por organizações ligadas à defesa dos cetáceos como The
Whaleman Foundation, o Fórum Mundial para a Natureza (WWF) e os
chilenos Centro Baleia Azul e fundação Terram, entre outras.

A CBI se reúne todos os anos, sempre cercada de controvérsia entre
países conservacionistas e aqueles que historicamente são partidários
da caça comercial da baleia, liderados por Japão, Islândia e Noruega.

Milko Schvartzman, coordenador da campanha sobre oceanos do Greenpeace
na América Latin , explicou que ainda não estava clara a proposta a
ser apresentada pelo Japão durante a reunião que começa segunda-feira,
embora se presuma que insistirá em sua postura histórica de permitir o
comércio de baleias.
http://afp.google.com/article/ALeqM5h6m9WAzcwtXxY3zTQcrHQZR1MxGw
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Reunião anual da Comissão Baleeira Internacional
Futuro das baleias começa amanhã a ser discutido no Chile
22.06.2008 - 15h04 AFP
O estado das baleias no planeta, as quotas anuais de captura e a
moratória à caça comercial destes cetáceos, em vigor desde 1986,
estará em cima da mesa a partir de amanhã na reunião anual da Comissão
Baleeira Internacional, no Chile.

A organização vai ouvir os países que defendem a protecção das baleias
e aqueles que querem a retoma da caça comercial, liderados pelo Japão.

Na véspera da reunião, a Greenpeace, a Ifaw (Fundo Internacional para
os Animais) e a WDCS (sociedade de protecção das baleias e golfinhos)
alertaram contra as novas tentativas da parte do Japão de querer pôr
fim à moratória através da sua proposta de reabertura da caça em
quatro zonas costeiras.

Segundo explicou Beatriz Bugeda, do Ifaw, o Japão deverá alegar que as
regiões daquelas quatro zonas costeiras conseguiram, no passado, gerir
a exploração das baleias.

O Japão não quis confirmar esta proposta mas reafirmou a sua posição
favorável à caça comercial, lembrando que o consumo de carne de baleia
é uma tradição milenar no país e deve ser respeitada pelo resto do
mundo.

Durante a reunião, os participantes vão decidir ainda a criação de um
santuário no Atlântico-Sul. Esta iniciativa é apoiada pelo "grupo de
Buenos Aires" e visa criar uma grande área protegida onde seja
proibida a caça à baleia e onde o turismo para admitir estes animais
seja promovido.

Além deste projecto, o Chile poderá declarar uma zona protegida nas
suas águas territoriais, ao longo dos seus 4500 quilómetros de costa.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1333198&idCanal=92
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=337&Itemid=89

Jaraguá do Sul – Vereador quer o controle de animais

Jaraguá do Sul – O vereador Ronaldo Raulino, do PDT, pretende
apresentar à Prefeitura uma sugestão para o controle da população de
cães e gatos no município. Neste sentido, diz estar com três projetos
em fase de conclusão, sendo que dois deles devem ser enviados para
apreciação na Câmara de Vereadores e outro para o Executivo.
Segundo o vereador, a proposta foi elaborada em conjunto com a
Associação Jaraguaense de Proteção dos Animais (Ajapra) e com o médico
veterinário Waldemar Schweitzer. Conforme levantamento apresentado por
ele, em Jaraguá do Sul, existem 43 mil cães e pelo menos 26 mil gatos,
sendo que 40% presos em correntes, 23% em terrenos cercados 6% em
canis e 26% soltos pelas ruas. "É um animal para cada três habitantes,
o que é considerado um número elevado", argumenta.
Uma das medidas é para que a Prefeitura viabilize um projeto de
esterilização dos cães e gatos machos soltos nas ruas, através de
vasectomia. Cada procedimento deste custaria em média R$ 80. De acordo
com Ronaldo Raulino, está seria uma forma de controlar o crescimento
da população de animais perambulando pela cidade.
O grupo sugere ainda a criação de um incinerador de animais e de um
programa de controle de zoonoses, ou seja, das doenças que podem ser
transmitidas pelos animais contaminados. A intenção, segundo Raulino,
é prevenir, reduzir e eliminar a mortalidade bem como os sofrimentos
dos animais causados por doenças e maus tratos. A proposta vai desde a
captura, resgate, leilão em praça pública, doação e até o sacrifício
(eutanásia), em casos de necessidade.
http://www.jdv.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6581&Itemid=15
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=336&Itemid=89

Cantora Leona Lewis é eleita a vegetariana mais sexy


"Eu sou vegetariana, então não uso roupas, sapatos ou bolsas feitas de couro ou camurça" A cantora Leona Lewis, 23 anos, vencedora do reality show X Factor no Reino Unido, foi eleita a vegetariana mais sexy do mundo em pesquisa realizada pelo PETA (Pessoas para o Tratamento Ético de Animais), publicou a revista OK!. "Eu sou vegetariana, então não uso roupas, sapatos ou bolsas feitas de couro ou camurça ou qualquer produto vindo de animais", disse a intérprete do hit Bleeding Love. "Sou totalmente contra a crueldade a animais", acrescentou ela, que conquistou o apoio do PETA. O vocalista do grupo Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis, ganhou a votação na categoria homem vegetariano mais sexy. fonte: Terra http://www.tudoagora.com.br/noticia/1491/Cantora-Leona-Lewis-e-eleita-a-vegetariana-mais-sexy.html
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=335&Itemid=89