domingo, 3 de agosto de 2008

Golden retriever adota tigres brancos rejeitados pela mãe

Uma cadela de um zoológico no Kansas (EUA) adotou três filhotes de tigre branco abandonados pela mãe.

Tom Harvey, proprietário do Safari Zoological Park, especializado em animais em risco de extinção, afirma que os tigres nasceram no domingo (27), mas a fêmea apresentou problemas para se relacionar com eles.

Um dia após o parto, a tigresa parou de cuidar dos filhotes, que passaram a perambular pela jaula sem ganhar a atenção da mãe. Eles foram então colocados em contato com a cachorra Isabella, que deu à luz recentemente.

Além de amamentar o trio, a cadela lambe cada um dos pequenos tigres, para limpá-los e acariciá-los. Filhotes de cães levam mais ou menos o mesmo tempo que filhotes de tigres para se desenvolver, diz Harvey.

O Safari Zoological Park existe desde 1989 e possui leopardos, leões, pumas, babuínos, lêmures, ursos e outros animais. Atualmente, moram lá sete tigres brancos e dois comuns, de coloração alaranjada.

Knut

A adoção de filhotes por fêmeas de outras espécies é incomum, mas tem acontecido com freqüência.

Recentemente, um caso semelhante envolvendo uma cadela e um filhote de tigre ocorreu na Rússia. Na Holanda, uma gata passou a cuidar de um filhote de panda-vermelho. Já um macaquinho no Reino Unido teve um boneco como "mãe adotiva".

O caso mais famoso de rejeição materna foi do urso polar Knut, que se tornou símbolo da luta para salvar o planeta e as espécies ameaçadas de extinção.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u428140.shtml

Brasil ganha primeira estrada 'amiga dos animais'

RIO - As mortes de animais por atropelamento são consideradas hoje a segunda maior causa de perda de biodiversidade da fauna em todo o planeta, atrás apenas da redução de ambientes naturais. No estado do Espírito Santo a construção de uma estrada 'amiga dos animais' busca mudar essa situação.

A rodovia, que corta três unidades de conservação, conta com profissionais que a cada 90 minutos percorrem a estrada recolhendo e identificando os animais atropelados. A intenção é entender os padrões dos acidentes para assim elaborar novas maneiras de lidar com o problema.

Nos Estados Unidos, atualmente, 1 milhão de vertebrados são atropelados por dia nas rodovias do país. No Brasil, apesar de não existirem estimativas sobre o número de animais mortos nessa situação, acredita-se, pela extensão do país e pela existência de muitos ambientes cortados por estradas, que o índice também seja elevado.

Além da morte provocada pelos acidentes, alguns dos principais efeitos das rodovias e ferrovias para a fauna silvestre são a perda, a fragmentação e a perturbação dos hábitats naturais, a poluição e o fato de as estradas representarem barreiras que podem isolar populações.

Mas os atropelamentos de animais silvestres podem ter conseqüências trágicas também para os humanos. Levantamento feito no Canadá, em 2003, para a Diretoria Canadense para o Transporte Seguro, revelou que, dos 1.253 acidentes envolvendo animais (inclusive domésticos) ocorridos no país de 1996 a 2000, 20 deles resultaram também em mortes humanas.

Os danos materiais decorrentes desses acidentes chegaram a mais de US$ 106 milhões. No Brasil, recentemente, foi noticiada em Goiás, a morte de um motociclista que colidiu com uma capivara. E a freqüência de acidentes deste tipo deve ser alta no território brasileiro.


Programa pioneiro


Apenas uma rodovia brasileira realiza o monitoramento sistemático de animais silvestres atropelados: a rodovia ES-060, conhecida como Rodovia do Sol, que liga Vitória e Guarapari, no Espírito Santo.

O trecho onde o monitoramento é realizado tem 57,7 km e é administrado (sob concessão) pela empresa RodoSol. A coleta dos animais atropelados é feita por inspetores de tráfego da concessionária, que percorrem toda a rodovia a cada 90 minutos, de dia ou de noite, todos os dias do ano.

Entre maio de 2001 e fevereiro de 2007 o programa registrou o atropelamento de 1.222 animais de 171 espécies, como o ouriço-cacheiro e a suaçubóia.

As aves são as que mais morrem na rodovia (44,4% das coletas), mas os números referentes a anfíbios, mamíferos e répteis também são significativos.

Entre as espécies identificadas, 23 tiveram 10 ou mais indivíduos mortos. Somadas, elas perderam 860 indivíduos. Portanto, apenas 13,4% das espécies respondem por 70,3% dos corpos coletados, destacando-se a cobra-d'água e a coruja-buraqueira como as duas espécies mais afetadas.

Foram atropelados de cinco a nove indivíduos de outras 23 espécies (que, juntas, representam 12,9% do total registrado), e um a quatro indivíduos das 125 espécies restantes (somando 16,7% dos indivíduos mortos).

Existe, portanto, significativa concentração de indivíduos mortos em poucas espécies e elevado número de espécies que tiveram poucos indivíduos atropelados.

A Rodovia do Sol apresenta às suas margens diferentes formações florestais e áreas urbanizadas. A comparação entre o número de atropelamentos e as formações florestais mostrou padrões bastante variados, uma vez que há grandes diferenças entre os ambientes naturais ao longo da estrada.

Porém, quando se considera toda a rodovia, percebe-se que o maior número de atropelamentos ocorre nas áreas onde existem ambientes naturais dos dois lados, pois os animais continuam a passar de um lado para outro em suas atividades de busca por alimento, abrigo ou parceiros.

Constatou-se ainda que 58,4% espécies atropeladas (110, do total de 171) são capazes de sobreviver em áreas que margeiam locais ocupados pela população humana, e podem ser encontradas tanto no ambiente natural quanto no urbano.

Para que as espécies silvestres sejam protegidas, é necessário realizar estudos de longo prazo sobre os atropelamentos de animais em estradas. Só assim será possível avaliar a eficácia dos instrumentos de proteção atuais e desenvolver novas técnicas que permitam, algum dia, evitar ou reduzir uma das maiores causas de extermínio da fauna silvestre no mundo e equilibrar a relação das espécies silvestres com os usuários das rodovias.

O Brasil conta hoje com um grupo de trabalho formado por pesquisadores, técnicos do Ibama e outros especialistas, que tem como principal objetivo definir ações prioritárias para diminuir as mortes de animais silvestres e de pessoas nas rodovias brasileiras.

http://www.renctas.org.br/pt/informese/noticias_nacional_detail.asp?id=2347

Animais foram recolhidos em feira de Duque de Caxias

Policiais do Batalhão Florestal da Polícia Militar apreenderam, na manhã deste domingo (3), 172 aves silvestres, seis sagüis e dois jabutis que eram comercializados numa feira livre em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a PM, aproximadamente 18 pessoas foram detidas e autuadas por crime ambiental.

A apreensão aconteceu durante a Operação Sagitário, da Polícia Militar, que começou a ser planejada no início da semana passada. De acordo com os policiais, após uma denúncia anônima, os investigadores mapearam uma feira onde os animais seriam vendidos. Eles cercaram o local na manhã deste domingo e conseguiram prender os suspeitos.

Se considerado crime de menor potencial ofensivo, os suspeitos podem cumprir a pena prestando serviços a comunidades. Os animais foram encaminhados para o Centro de Triagem do Ibama, em Seropédica, na Região Norte Fluminense.
http://www.renctas.org.br/pt/informese/noticias_nacional_detail.asp?id=2348

Cinco leões apreendidos em circo se recuperam no Zôo de Curitiba

Magros e com muitos ferimentos, eles eram mantidos em jaulas apertadas.
Depois de recuperados, animais devem ser levados para Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Cinco leões apreendidos em um circo em Antonina, no litoral do Paraná, foram levados ao Zoológico de Curitiba. Magros e com muitos ferimentos, os animais que eram mantidos em jaulas apertadas estão recebendo tratamento médico.

Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) chegaram ao circo após uma denúncia anônima. Segundo os fiscais, três deles estavam em uma jaula com seis metros quadrados – um espaço dez vezes menor do que o que determina a lei.

“Os leões estavam muito magros.Tem três que estão extremamente magros e machucados, com algumas cicatrizes. Esses animais vão receber um tratamento, uma alimentação especial e a partir disso vão para outros zoológicos do Brasil ”, disse a veterinária Eunice de Souza.

O dono do circo deve pagar multa de R$ 6,5 mil. Ele já foi autuado outras duas vezes por manter animais sem autorização do Ibama.

Os animais estão isolados por causa do estresse. Depois de recuperados, os leões devem ser transferidos para zoológicos no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Para o circo, os leões não voltam mais.

“As novas regras quanto à ação ambiental e à prática de crimes ambientais determinam que os animais não retornem sob hipótese alguma ao infrator”, disse o superintendente do Ibama José Álvaro Carneiro.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL707757-5598,00-CINCO+LEOES+APREENDIDOS+EM+CIRCO+SE+RECUPERAM+NO+ZOO+DE+CURITIBA.html

sábado, 2 de agosto de 2008

Nícolas é o cão do ano \o/


Um simpático vira-latas é o Campeão

Com uma pequena diferença para o segundo colocado, apenas 233 votos, Nícolas ganhou o concurso Cachorro do Ano, mas ainda aguarda o que seria seu maior prêmio, um lar verdadeiro

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/animal/conteudo.phtml?tl=1&id=793102&tit=Um-simpatico-vira-latas-e-o-Campeao

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Os ecoterroristas já começam a preocupar a Europa

Isabelle Mandraud

O incêndio ocorreu durante a madrugada, entre 1h e 3h, no sábado, 28 de junho. No laboratório Charles River, uma empresa de 325 assalariados sediada em Saint-Germain-sur-L'Arbresle (departamento do Rhône, na região de Lyon), foram transformados em fumaça três veículos utilitários e uma parte da estrutura do edifício. No solo, uma sigla havia sido redigida, valendo como uma assinatura: ALF, Animal Liberation Front (Frente de Liberação dos Animais).

O Charles River, que é uma filial francesa de um grupo americano, é um dos mais importantes criadores de animais em laboratório. Em razão de o incêndio ter sido provocado por explosivos - um botijão de gás acionado por um dispositivo "original" de detonação -, o inquérito foi transmitido para a seção antiterrorista do ministério público de Paris. Uma célula de dez policiais militares está encarregada das investigações no quadro da divisão de luta antiterrorista da polícia militar.

Esta célula já estava trabalhando no inquérito sobre o atentado que havia alvejado no ano passado, em abril de 2007, uma empresa especializada na fabricação de gaiolas para bichos, a Tecniplast, em Limonest, também no departamento do Rhône. Neste caso também, a sigla ALF havia sido pichada. "Desta vez, o alvo foi o Charles River. Portanto, não se trata mais de uma firma terceirizada, mas sim de uma das principais companhias que lidam com pesquisas com animais; ou seja, estamos diante de uma escalada", comenta um perito, preocupado.

As ações da Frente de Liberação dos Animais (ALF em inglês) vêm sendo reivindicadas no Bite Back ("Mordida em retaliação"), um site na Internet com forte conteúdo engajado que recenseia, de um país para outro, todas as manifestações ecologistas radicais. No caso do atentado contra o Charles River, uma das fotos que foram publicadas mostra o incêndio durante a noite. Ela é ilustrada, como sempre, por um comentário agressivo, em inglês e em francês, e por uma ameaça: "Nós ainda não terminamos [o trabalho] com vocês. . ."

Fechaduras enviscadas com cola
Diante desses ataques, os industriais estão preocupados. Atendendo a um pedido dos seus membros, - cerca de quarenta empresas e 32 associações que representam os laboratórios -, a Federação Européia dos Industriais e das Associações Farmacêuticas (Efpia) realizará, na segunda-feira (28) em Bruxelas, uma reunião a respeito do "ecoterrorismo" da qual participarão representantes da Europol, a rede européia de polícia. Esta reunião, que será a primeira do gênero, foi motivada por uma série de incidentes recentes ocorridos em toda a Europa, atribuídos a ativistas de defesa dos animais, e assimilados a atentados terroristas.

"Nós estamos constatando que essas ações vêm se tornando cada vez mais uma atividade internacional, que se exporta e se estende à Europa continental, como se fosse uma verdadeira franquia", comenta com reticências um representante da Efpia, a qual teria preferido que o caráter confidencial da sua reunião fosse preservado.

Um ativismo com sistema de franquia? Por trás da sigla da ALF, um grande número de ações de sabotagem vem sendo conduzido contra laboratórios que praticam experimentos com animais, ou contra os seus terceirizados, mas também contra fabricantes de vestuário com peles, além de comerciantes, e até mesmo empresas de restaurantes.

O fenômeno, que apareceu na Grã-Bretanha durante os anos 1970, disseminou-se nos Estados Unidos, e depois pela Europa, e hoje atinge cada vez mais a Rússia. Esta "ameaça em plena expansão" mobilizou os serviços de polícia de numerosos países ao longo dos últimos dez anos. Em 1999, um jornalista havia sido brevemente seqüestrado e fora marcado com ferro incandescente, com as letras ALF, nas costas. O romancista Tom Clancy, um especialista nas atividades de inteligência americanas e na CIA, dedicou a este caso, logo em 1998, um dos seus livros, "Rainbow Six" (que engendrou também um famoso videogame).

Mais recentemente, o acadêmico Jean-Christophe Rufin, embaixador da França no Senegal, aprofundou-se nesta questão, descrevendo num thriller muito documentado, "Le Parfum d'Adam" (O Perfume de Adão, editora Flammarion, 2007), o ativismo de militantes ecologistas fanáticos que se transforma em complô. "O FBI considera a ecologia radical como a segunda ameaça terrorista mais importante depois daquela do fundamentalismo islâmico", explicou então o escritor.

Até então, a França, acostumada com as campanhas em defesa dos animais promovidas por Brigitte Bardot, se considerava relativamente poupada do problema. Mas, daqui para frente, segundo um investigador, ela passa a integrar "o pelotão de frente" dos países envolvidos. "O movimento está ganhando força", admite Christian Dupouy, o chefe da Divisão de Luta Antiterrorismo na Diretoria Geral da Polícia Militar Nacional.

O pico foi atingido em 2007, com 53 ações reivindicadas, das quais 25 "périplos" (ações mais ou menos coordenadas entre elas, porém sempre simultâneas). Em 2008, um primeiro balanço que foi elaborado em 31 de março permitiu acreditar numa ligeira calmaria: 13 ações contra 16 alvos (das quais oito casos de sabotagem pouco significativos) no decorrer dos três primeiros meses do ano, contra 18 em 2007 que visavam 45 alvos. Mas, com o caso do Charles River, o ministério do Interior se viu forçado a rever sua avaliação.

Por enquanto, de uma a duas ações vêm sendo repertoriadas mensalmente na França pelo site Bite Back. Algumas delas são folclóricas, como no caso da libertação de uma pega da sua gaiola na região de Midi-Pyrénées. Mas, há ocorrências mais preocupantes. Em janeiro, um artesão peleteiro de Bordeaux, Michel Grama, proprietário de duas lojas de vestuário de pele, foi vítima, além das pichações que se tornaram um ritual, de um incêndio, perto da porta do seu domicílio, que por pouco não teve conseqüências mais graves. O seu nome, seu endereço e seu número de telefone privado haviam sido divulgados para o grande público. . .

Outros comerciantes foram alvos de um verdadeiro assédio destinado a provocar o fechamento do seu negócio: pichações insultantes, fechaduras enviscadas com cola, vitrines quebradas, mensagens de intimidação. Entre outras, foram alvejadas as lojas de artigos de couro Cuir Center em Orgeval, além de um açougue em Carcassonne, e ainda um restaurante em Paris cujo proprietário era acusado de defender as "corridas" espanholas. Até mesmo o circo Pinder se tornou um alvo, em Montpellier, dos ativistas defensores dos animais.

Na maioria dos casos, todas essas operações permanecem quase sempre "na fronteira com o terrorismo", para retomar a expressão de um policial. Mas alguns militantes, que costumam ter uma preferência marcada pela clandestinidade e gostam de ser fotografados trajando um capuz preto, ultrapassaram os limites. "Os modos de agir são bastante comparáveis entre si. Eles incluem células informais, operações de comandos noturnas, uma grande paranóia e a vontade de impressionar a opinião pública por meio de ações de grande vulto", comenta um investigador.

Em agosto de 2007, a ARM, sigla em inglês de Milícia dos Direitos dos Animais, um outro pequeno grupo de militantes ecologistas radicais, também de origem britânica, havia divulgado a falsa notícia, em sua primeira operação deslanchada na França, de que ele havia misturado água oxigenada dentro das soluções para lentes de contato fabricadas pelo laboratório Novartis. O trote obrigou as autoridades francesas a pedirem o "recall" destes produtos. Os policiais da Subdireção Antiterrorista (SDAT) acabaram arquivando o inquérito, sem terem encontrado os autores da operação.

Outras dessas atividades apresentam características próximas do terrorismo "clássico", que incluem a mobilidade dos militantes e a utilização intensiva da Internet para difundir, mobilizar e recrutar. "A ALF não existe oficialmente; é uma sigla utilizada como senha de reconhecimento; qualquer ação pode ser reivindicada como sendo da ALF", avalia Bruno Verschuere, um representante da Gircor. Fundada em 1991, esta associação, que agrupa os laboratórios públicos e privados franceses com o objetivo de defender as pesquisas baseadas nos experimentos com animais, está preocupada com uma possível intensificação dos "comandos ecologistas".

No mesmo momento que os Estados Unidos, que adotaram em 2006 o Animal Enterprise Terrorism Act, a Grã-Bretanha se antecipou a esta tendência, acrescentando na lei de segurança interna que havia sido promulgada depois dos atentados de Londres de 2005 uma emenda destinada a proteger os pesquisadores das "ameaças", da calúnia e do "assédio" perpetrados pelos defensores dos animais.

Já, na França, nada diferencia os ecoterroristas dos criminosos comuns. Eles são processados em função das incriminações tradicionais de "ameaças com imposição de condições" ou de "formação de quadrilha visando à execução de uma empreitada terrorista"

http://www.nuvola.net/ads/ecoterroristas.html

MTV DEBATE - USO DE ANIMAIS EM EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS

O biólogo Sérgio Greif, o advogado Daniel Braga Lourenço e a jornalista Silvana Andrade estarão debatendo com vivisseccionistas sobre o uso de animais em experimentos científicos.

Nesta segunda-feira, 28 de julho, às 22h, na MTV - ao vivo!