sábado, 25 de outubro de 2008
Relatório alerta para crescimento colossal das emissões chinesas
A poluição chinesa deve mais que dobrar em duas décadas, diz o Relatório Energético da China 2008, publicado pela Academia Chinesa de Ciência em conjunto com outras instituições nacionais.
O governo do país não divulgou informações oficiais atualizadas, mas vários estudos estimam que as emissões chinesas já ultrapassam facilmente as dos Estados Unidos, assumindo a liderança mundial.
O Laboratório Nacional de Oak Ridge (EUA) estima que os Estados Unidos tenham emitido cerca de 5,9 bilhões de toneladas de dióxido de carbono em 2007 e a China, cerca de 6,6 bilhões de toneladas. As emissões globais de CO2 alcançaram 31 bilhões de toneladas em 2007.
Atualmente, o país já sofre pressões internacionais para assumir metas em um novo acordo climático que deve ser finalizado em Copenhague em 2009. Esta semana a União Européia disse que os países em desenvolvimento deveriam aceitar reduções entre 15% a 30% nas emissões de gases do efeito estufa (GEE) com base nos níveis do cenário de tendências atual.
De acordo com os panoramas explorados no relatório, em 2020 as emissões provenientes de combustíveis fósseis podem variar entre 2,5 e 2,9 bilhões de toneladas métricas de CO2. Em 2030, as emissões podem alcançar entre 3,1 e 4,0 bilhões de toneladas métricas de CO2.
“Não importa como as responsabilidades históricas são definidas, o caminho do desenvolvimento em nosso país não pode repetir as emissões descontroladas do uso energético dos países desenvolvidos”, afirma o relatório, publicado em chinês.
Esta declaração reflete a crescente opinião de que mesmo os países em desenvolvimento precisam agir, assumindo medidas concretas para reduzir o impacto sobre o meio ambiente. O planejamento do desenvolvimento dos países precisa ser baseado em políticas a curto, médio e longo prazo, levando em conta as tendências de crescimento e a infra-estrutura necessária.
MDL
Segundo o relatório do Banco Mundial “Estado e Tendências do Mercado de Carbono 2008”, a China foi líder no número de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) em 2007, com uma fatia de mercado de 73% em relação ao volume transacionado (em 2006 foi responsável por 56%).
O país possui metas ambiciosas para as energias renováveis e mantém uma forte relação do MDL com a lei nacional que trata deste assunto. A lei de conservação energética do país foi aprovada em outubro de 2007 e estabelece uma meta nacional de redução do consumo de energia em 20% até 2010, sendo que cada província recebeu uma meta pra reduzir o consumo de 12 a 30%.
Um estudo desenvolvido pela empresa de consultoria de Pequim Ecofys Azure International demonstra que o MDL está intimamente ligado com o crescimento das energias renováveis na China, principalmente eólica e hidráulica.
A revista Trading Carbon (na edição de julho/agosto 2008) afirma que, levando em conta todos os projetos de energia eólica que estão para ser aprovados pelo MDL, a meta de 5 gigawatts (GW) estabelecida pelo governo chinês para 2010 já foi ultrapassada, alcançando 10 GW. Em 2020 o país pretende chegar a 30 GW de capacidade eólica instalada, 85 GW de pequenas centrais hidroelétricas e 300 GW de grandes centrais hidroelétricas.
Mas, apesar destes números, é preciso levar em conta a magnitude impressionante do crescimento econômico da China. O relatório complementa que, se levados em conta os investimentos totais relacionados ao setor energético, o mercado do MDL representaria apenas cerca de 5% em comparação com investimentos em novas usinas de energia, infra-estrutura e importação de combustíveis.
"Mecanismos baseados em projetos possuem pouca capacidade de alcançar impactos mais amplos sobre as questões estruturais do mercado energético chinês". A energia proveniente do carvão ainda é responsável por cerca de 70% da demanda energética do país.
Iniciativas
O legislativo chinês aprovou no início de setembro uma lei que demanda mais recursos fiscais, quebras de taxas e outras medidas para promover o crescimento econômico sustentável por meio da conservação dos recursos e do controle da poluição. A lei foi assinada pelo presidente Hu Jintao e entra em vigor no dia 1° de janeiro de 2009, segundo a agência de notícias chinesa Xinhua.
Exigindo maior monitoramento das indústrias, a lei irá regular a produção de aço, metais e energia no país, assim como as refinarias de petróleo e as construções. As indústrias irão receber incentivos para adotar tecnologias de economia de água e utilizar fontes mais limpas de energia, como o gás natural e os combustíveis alternativos.
Além disso, a lei promove a reciclagem e o uso de resíduos, incluindo dejetos animais e co-produtos da agricultura.
Em 2007, a China consumiu 1,16 toneladas de carvão por cada 10 mil yuan de PIB, um decréscimo de 3,66% em relação a 2006. Para 2010 o governo estabeleceu uma meta de reduzir em 20% o consumo energético por unidade de PIB e em 10% a emissão dos principais poluentes (com base em 2005).
http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=52984&edt=34
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Alimentando as feras no Pantanal
jacaré abatido e oferecido como ceva para onças (foto: Julinho Monteiro)Visitantes circulando pelos inúmeros rios pantaneiros na carona de pescadores, lanchas e demais embarcações turísticas ficam maravilhados com jacarés, ariranhas e até gaviões se aproximando para buscar peixes e outras iscas. Para atrair onças, se usam esturradores (instrumento de sopro que imita o som da espécie). Também se contratam caçadores e cachorros para rastrear animais e comunicar sua localização para guias e empresas de turismo.
Nos últimos anos, entretanto, multiplica-se uma prática contestada por quem estuda a vida dos felinos: a ceva. O artifício consiste na distribuição de fartas porções de carne em pontos estratégicos da planície alagada. Tudo para atrair a fera estampada nas notas de R$ 50. As vítimas podem ser porcos e carneiros, mortos ou amarrados vivos no meio da mata. Mas jacarés e capivaras nativos não escapam. São abatidos e sua carne é jogada na floresta que margeia os rios. Isso acontece quase sempre na calada da noite, longe dos olhos dos turistas.
Durante as expedições comerciais, pequenos barcos com batedores avançam pelas águas e, quando avistam uma ou mais onças atraídas pelo lanche fácil, chamam via rádio outras embarcações carregadas de passageiros ansiosos para disparar suas câmeras.
O chefe do Parque Nacional do Pantanal, José Augusto de Lima, conta que a ceva vem se difundindo pela região. Ele vem alertando embarcações turísticas e pescadores para não alimentarem onças, ariranhas e outros animais. “Isso (cevar) está virando moda, mas é uma moda que não pode pegar. Onças e outros animais têm que ser vistos naturalmente, quando se deixam ver. O turismo de verdade não pode contar com esses artifícios”, ressaltou.
No encontro das águas
Enquanto isso, a prática que preocupa o gestor público ganha contornos mais graves no Parque Estadual Encontro das Águas, maior área protegida no Pantanal, gerenciada pelo governo do Mato Grosso. A região fica a cerca de 250 quilômetros ao sul de Cuiabá. Às margens do Rio Três Irmãos, próximo à Porto Jofre e dentro da unidade de conservação, fica uma base (imagem ao lado) do biólogo norte-americano Charles Munn. Ele adquiriu a propriedade porque o parque não tem regularização fundiária, não foi totalmente desapropriado.
Em reportagem de 25 de março do jornal britânico The Daily Telegraph, ele afirma que "entre julho e meados de outubro, você tem uma probabilidade de 97% de ver” uma onça. Na região, ele montou um centro de pesquisas. A página do local avisa que guias e pilotos de lanchas especializados exibiram 125 onças para turistas em 81 dias, entre 15 de junho e 20 de outubro do ano passado e, ainda, que “nenhum outro local no mundo oferece um número de onças como esse por dia”. É no mínimo uma onça observada diariamente!
Tantos felinos circulando em uma área reduzida põem a pulga atrás da orelha de pesquisadores brasileiros. O doutor pela Universidade da Flórida e colunista de O Eco Peter Crawshaw estuda onças há mais de 30 anos e reconhece que a ceva é hábito comum no Pantanal. Ele conta que, próximo ao acesso do parque nacional, uma delas costumava aparecer em busca de comida.
Mesmo assim, ele estranha o número de felinos na região de Porto Jofre. “Em dois anos que circulei pelo Pantanal, vi onças quatro vezes, por acaso. Em Porto Jofre, em uma semana, avistávamos ao menos uma delas todo dia, e até duas no mesmo dia”, revela o biólogo.
No Sisbio - Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade, mecanismo federal que cadastra pesquisas realizadas por estrangeiros e nativos no País, não há iniciativa vinculada ao nome de Munn.
A grande circulação de feras é provocada pelas cevas orientadas pelo norte-americano, denuncia o guia pantaneiro Julinho André Monteiro, da agência Pantanal Trackers. “Desde que ele pôs os pés aqui nunca vimos tantas carcaças na região, por onde ando há mais de 15 anos. Disse a ele para não fazer, mas ignora, pois está visando só o lucro e não se importa com o bem estar do animal. Ele (Munn) me propôs trabalho, mas recusei porque acho que isso é ilegal e colocaria onças e pessoas em perigo”, conta.
“Por aqui todo mundo sabe das cevas promovidas por ele (Munn), mas ninguém fala nada”, contou à reportagem o gerente de um hotel em Porto Jofre, que preferiu não se identificar.
O Ibama em Mato Grosso esteve na região no início do ano, onde ouviu vários relatos sobre as cevas de onças. Segundo o órgão, o comentário é freqüente entre pessoas que circulam pelo Pantanal. A Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema/MT) vistoriou a propriedade e área de atuação de Charles Munn no início do ano passado, não sem antes avisá-lo sobre a ação. Nada foi encontrado de anormal na ocasião.
Conforme o coordenador de Unidades de Conservação da Sema/MT, Élder Monteiro , o órgão recebeu denúncia envolvendo o nome de Charles Munn, que também foi chamado para uma conversa onde apresentou relatório sobre suas atividades e foi informado sobre as penalidades que poderia sofrer, como ser enquadrado na Lei de Crimes Ambientais e ter sua pousada fechada. "A gerência do parque tem monitorado a área e ainda não achamos nenhuma prova concreta para esta denúncia. Assim que tivermos, tomaremos as medidas cabíveis", disse.
Consultado pela reportagem, o biólogo negou que use comida para atrair onças e afirmou que sua técnica consiste em “usar pequenos barcos com motor de popa que saem a esmo procurando onças acostumadas a ser vistas por seres humanos”. “Estas onças se encontram deitadas ou caminhando à beira dos rios dentro do Parque Estadual Encontro das Águas. A técnica para garantir observações é procurar animais por várias horas, avistando-se uma ou mais onças por dia”, disse.
Para Munn, as denúncias não passam de inveja ou ciúme do sucesso de seu empreendimento pantaneiro. “Eles não investiram de forma pesada como a gente fez para ter uma infra-estrutura confortável e que garante uma boa experiência no parque”, comentou. Ele também questionou uma prática ligada a pesquisas regionais. “Por que biólogos colocam colares de rádio nas onças perto do parque, quando elas são fáceis de se ver durante o dia. Esses colares ficarão com elas por anos, possivelmente pelo resto de suas vidas. Quais são os benefícios para a preservação das onças no parque estadual com esses colares?”.
Prejuízos animais
Conforme a veterinária Rose Morato, do Cenap - Centro Nacional de Pesquisa para Conservação de Predadores Naturais (SP), vinculado ao Ibama, abater animais silvestres sem autorização é crime e oferecer comida a onças para agradar turistas pode alterar o comportamento natural da espécie, sua distribuição geográfica e aumentar o risco de ataques a pessoas e, conseqüentemente, de morte dos animais como retaliação.
“Um dos fatores que influencia sua distribuição no território é a disponibilidade de comida e, se ela é obtida facilmente, isso pode atrair vários animais para o mesmo espaço e provocar disputas territoriais. A espécie evoluiu para caçar, não para receber comida pronta ou para ter contatos tão freqüentes com outros indivíduos e humanos”, explicou.
Conforme Peter Crawshaw, o acúmulo de animais pode causar estresse e levá-los a ferozes disputas territoriais, envolvendo uma fonte não-natural de alimento. “Isso (ceva) interfere em toda a organização natural da espécie, mas o maior risco maior é a interação com o homem”, ressaltou. “Aos poucos a onça vai perdendo o medo e deixa as pessoas se aproximarem, reduzindo a distância natural de fuga. Isso pressiona o animal a fugir ou atacar em contatos mais próximos. Animais calmos buscam outro caminho, enquanto outros partem para o ataque”, comentou.
Segundo Charles Munn, há mais de uma centena de locais na África e na Índia onde comida é oferecida a leopardos e tigres com fins turísticos. Por aqui a situação seria diferente. “Conheço argumentos e idéias sobre o assunto e digo que não é preciso alimentar onças no Pantanal para poder vê-las. No entanto, os comentários contra a prática não são tecnicamente bem informados, pensados ou sustentados”, disse.
O Cenap tem dois registros de ataques de onças a humanos este ano – um fatal em Cáceres e outro em Corumbá. Conforme Crawshaw, no entanto, outro incidente ocorreu na região de Corumbá e há relatos sobre uma agressão na região dos rios São Lourenço e Cuiabá. Na região de Porto Jofre, feras e humanos estão cada vez mais próximos.
Morato, do Cenap, explica que os ataques não têm ligação com boatos sobre superpopulação de onças no Pantanal. “Não há estudos que comprovem isso”, disse. Para ela, são as pessoas que avançam cada vez mais na imensidão alagada. “Uma coisa é encontrar animais por acaso, outra é habituá-los à presença humana. Isso traz mais riscos para pessoas e animais. Assim como deixam turistas chegar mais perto, deixarão caçadores se aproximarem. Também podem contrair doenças e atacar rebanhos”, disse.
“E o mais perigoso é associar o homem com o alimento. Animais jovens, famintos e sem experiência de caça podem recorrer a casas, rebanhos, animais domésticos e pessoas mais vulneráveis. Tudo isso (cevas) está acontecendo sem qualquer acompanhamento científico”, ponderou Crawshaw.
http://www.oeco.com.br/index.php/reportagens/37-reportagens/19976-alimentando-as-feras-no-pantanal
Tratamento inadequado de sementes causa morte de animais silvestres
“Alguns produtores rurais de Ijuí e região estão efetuando tratamento de sementes para combater pragas e fungos com produtos de origem duvidosa ou contrabandeada “.
Denúncias neste sentido tem sido comuns nos últimos dias, indicando que a partir disso são encontradas mortos peixes e pássaros.
Orienta-se que ao se deparar com esse problema, os cidadãos procurem a Promotoria Pública, já que a penalização é rígida para autor ou autores desse crime ambiental.
http://radioprogresso.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9813:tratamento-inadequado-de-sementes-causa-morte-de-animais-silvestres&catid=50&Itemid=63
Portugal - Petição de 18 mil assinaturas entregue na AR
O que a ANIMAL pretende com a "Petição Por Um Código de Protecção dos Animais Moderno, Eficaz, Progressista e Justo" é que passe a existir em Portugal "uma lei que condense, agilize e clarifique o estatuto de protecção jurídica dos animais e que ao mesmo tempo defina, de forma clara, as implicações práticas que o estatuto deve estabelecer", declarou o presidente da associação, Miguel Moutinho.
Segundo Miguel Moutinho, os objectivos concretos da petição passam pela "condensação da lei existente" com o reforço de sanções, a "elevação a crime dos maus-tratos a animais" e uma maior intervenção do Estado em matérias legislativas e executivas.
"Tem de ser o Estado a chamar a si a tarefa de proteger os animais e a fazer sentir o peso das sanções a quem os maltrata", frisou o presidente da associação, denunciando o "ambiente de impunidade que a legislação actual permite".
Juntamente com a petição, esta associação de defesa dos animais vai entregar os resultados de um estudo levado a cabo pela empresa METRIS GFK que, em associação com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), pretendeu perceber a posição da sociedade portuguesa em relação a este assunto.
Segundo dados do estudo, "a sociedade portuguesa está já muito consciente e preocupada" com os problemas que afectam os animais, definiu o representante da associação, nomeadamente aqueles que envolvem os animais de companhia.
Miguel Moutinho defendeu que "tem de haver uma categorização das infracções que seja proporcional à gravidade é à forma como Portugal as vê".
Depois da associação ter entregue, a seis grupos parlamentares da Assembleia da República há cerca de um ano, para Moutinho, o Manifesto ANIMAL - proposta orientadora para um código português de protecção dos animais - "agora é tempo de tomar medidas".
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/Peticao+de+18+mil+assinaturas+entregue+na+AR.htm
Arara é adotada por produtor rural em MG
Ele encontrou a arara ferida, há cerca de um ano. Depois dos carinhos especiais não quis ir embora. “Curamos o machucadinho. Agora, ela voa para todos os lados, mas não vai embora porque nos considera como se a gente fosse sua família”, afirma o produtor rural.
Pepê não desgruda do dono e muda de humor perto da cadela Sasha. O animal é o xodó da família. “Ela dorme no nosso quarto, colocamos um tapete para isso”, afirma Eny Aparecida Dantas, mulher de Ademar. Ao longo do dia, a arara vive ao ar livre.
O produtor rural cuida de outros animais, conversa e dá nome a todos. “Tem o Lindo, tem o Menininho. Chamando pelo nome, eles me atendem”, diz. (Fonte: G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=41488
Na TV, Gabeira defende programa para animais, e Paes destaca saúde
Eduardo Paes voltou a exibir imagens do presidente Lula.
No programa eleitoral desta quinta-feira (23), o candidato Fernando Gabeira (PV) falou sobre a crise econômica mundial e também sobre a sua preocupação com os animais domésticos do Rio. Já o candidato Eduardo Paes (PMDB) voltou a ressaltar suas propostas na área de educação e saúde.
Gabeira
Gabeira falou que se reuniu com pessoas que “entendem do assunto”, como o economista Armínio Fraga, para saber como o Rio seria prejudicado com a crise mundial. Segundo o candidato, a crise pode atingir o setor da construção civil. Por outro lado, a elevação do preço do dólar pode melhorar o turismo, que é um dos pontos fortes da economia da cidade.
Gabeira também falou que pretende, como prefeito, ampliar o programa de castração de animais domésticos. Ele falou também sobre os cavalos da Ilha de Paquetá, que, segundo o candidato, estão “maltratados e em condições precárias”. De acordo com Gabeira, eles serão usados em terapias de crianças com problemas mentais.
No programa desta quinta, diversos artistas confirmaram seu apoio à Gabeira como Luiz Melodia, Teresa Cristina, Moacyr Luz, Paulinho Moska e João Bosco, dentre outros. A jogadora de vôlei Isabel, e o prefeito reeleito de Curitiba, Beto Richa, também participaram do programa do candidato do PV.
Eduardo Paes
O candidato do PMDB abriu o programa falando do resultado das últimas pesquisas e, em seguida, mostrou depoimentos das vítimas da enchente de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, ocorrida no ano de 1996, que diziam ter sido ajudadas pessoalmente por ele.
Eduardo Paes voltou a exibir as imagens do presidente Lula afirmando o apoio a sua candidatura.
Ele combateu o sistema de aprovação automática do ensino público municipal. Ressaltou a questão da capacitação e aumento salarial dos professores das escolas do Rio, e também sobre o aumento do número de vagas nas creches da cidade.
O candidato também falou sobre a sua proposta, o Pró-Técnico, que seria uma bolsa de estudos para cursos profissionalizantes. Disse que a criação de UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) 24 horas, que atenderiam adequadamente os pacientes da rede municipal de saúde, serão prioridade num eventual governo..
Animais silvestres em área urbana: causa pode ser desmatamento
Nesse contexto, o habitat acaba sendo a principal motivação para a fuga dos animais. Segundo o biólogo do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), Elson Borges, o desmatamento força os animais a buscar novos locais para viver. “Sem o habitat, eles precisam buscar novas fontes de alimentos. O desmatamento, incêndios, enchentes e até a expansão de lavouras pode espantar os animais e trazê-los para a região urbana”, explica Elson.
A vinda para a cidade é causada pela falta de orientação, no caso dos tamanduás. Élson reforça que a população não deve tentar capturar qualquer espécie selvagem, por motivo de segurança. “O tamanduá, por exemplo, é um animal pacato. Você pode passar do lado dele que não irá fazer nada. Porém, ao sentir-se em perigo, ele vai se defender, utilizando principalmente as fortes e grandes unhas. O famoso ‘abraço do tamanduá’, dependendo da situação, pode matar um homem”, alerta o biólogo.
A orientação para a população é informar ao Corpo de Bombeiros ou a Polícia Militar Ambienta do município para que esses órgãos realizem a captura dos animais.
http://www.corumbaonline.com.br/novo/home/#