quarta-feira, 4 de março de 2009

Cão muito magro precisa de sua ajuda - Suzano - SP


o Chico está com uma anemia profunda, doença do carrapato, e com o figado muito debilitado.
Conta para depósito: Bco 409 (Unibanco) Ag. 0611 c/c 148.973-5 CPF 174.725.418-50 Cristiane Paula do Vale Telefone do abrigo onde o Chico está: (11) 4752-6383 - Israel Cidade: Suzano

terça-feira, 3 de março de 2009

Zoo cria mãe mecânica para filhote de macaco

Um zoológico no Reino Unido deu um robô como mãe adotiva para um filhote de macaco depois que sua mãe verdadeira teve a saúde debilitada com o parto.

O animal, da espécie macaco-de-Brazza, nasceu por operação cesariana no Port Lympne Wild Animal Park em Kent, no sudeste da Inglaterra e, com três semanas de vida, recebeu como companhia um macaco de brinquedo com um coração mecânico.

O chefe da área de primatas do zoológico, Simon Jeffery, disse que espera que o coração mecânico - que funciona quando o filhote aperta o brinquedo - ajude o animal a se acostumar ao batimento cardíaco da mãe verdadeira.

O irmão do filhote, Hoggle, também foi criado isoladamente e depois entregue aos pais, Bamboo e Tom. O mesmo ocorreu com um outro macaco, da espécie "Diana", chamado Keymon.

"Eventualmente espera-se que o filhote possa se unir aos seus pais, irmãos e o resto do grupo", disse Jeffery.

"Keymon e Hoggle foram reintroduzidos no grupo com sucesso depois de poucos meses, então sabemos por nossa experiência anterior com primatas criados isoladamente que isto funciona e garante que eles tenham um bom começo na vida." A macaquinha ainda não tem nome.

O macaco-de-Brazza tem testa de cor castanha, pálpebras brancas e membros negros com uma listra branca na coxa.

Ele é encontrado em florestas perto de fontes de água e vegetação densa na África central e recebeu esse nome em homenagem ao explorador francês Pierre Savorgnan de Brazza, que fundou a cidade de Brazzaville no Congo.

http://bichos.uol.com.br/ultnot/bbc/ult4550u635.jhtm

Cães doados pelo canil municipal de Porto Alegre passam a receber chip para coibir maus-tratos

Flávio Ilha
Especial para o UOL Notícias
De Porto Alegre
Os cães encaminhados para adoção pelo canil municipal de Porto Alegre começaram a receber nesta semana identificação eletrônica do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da prefeitura.

Por meio da implantação de um chip na região dorsal, será possível encontrar animais perdidos e obter informações sobre seus donos. Cada equipamento implantado terá um número que dará acesso ao cadastro do animal e a dados dos proprietários, como endereço e identidade.

A medida, segundo o veterinário responsável pelo projeto, tem foco no controle de doenças transmitidas pelos animais. José Carlos Sangiovanni explicou que os cães saem do canil municipal vacinados contra a raiva e vermifugados. Cabe aos proprietários, depois da adoção, manter a cartela de vacinas atualizada e zelar pela saúde dos mascotes.

"Com a identificação dos animais, podemos também identificar o proprietário e responsabilizá-lo em caso de abandono ou maus-tratos", disse. Apenas no primeiro semestre de 2008, mais de 2.500 vacinas antirrábicas tiveram de ser aplicadas em Porto Alegre, devido às agressões caninas. Esse número poderia cair caso houvesse mais informações sobre vacinações de animais.

O circuito eletrônico, fabricado em São Carlos (SP), fica dentro de uma cápsula de vidro de 2,2 milímetros por 12,2 milímetros. O chip é coberto por uma película antimigratória, que o impede de mudar de lugar no corpo do animal. A inserção é subcutânea, feita com uma agulha.

A responsabilidade legal pelos cães está prevista no Código Municipal da Saúde, no Código de Posturas do município e na Lei de Crimes Ambientais. As penalizações, entretanto, são raras em função da dificuldade de se relacionar os animais a seus proprietários.

"A política de controle da população animal doméstica parte do princípio da identificação", explicou o coordenador da vigilância ambiental de zoonoses do Estado, Celso dos Anjos.

Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa pretende estender a obrigatoriedade de identificação a todos os cães do Estado. Segundo o coordenador, o registro eletrônico facilita o combate a focos de doenças, especialmente a raiva. "Com o chip, fica mais fácil localizar e vacinar os cães infectados no caso de um surto de raiva", disse dos Anjos.

A Prefeitura de Porto Alegre estima que existam 300 mil cães na cidade, dos quais 15 mil nas ruas em situação de indigência. A previsão, na primeira etapa do programa, é identificar 2.000 animais que circulam por ano no Canil do CCZ, que adquiriu um estoque de 5.000 chips. Cada equipamento, incluída a inserção, custa R$ 15. O centro mantém uma média de 40 animais para doação por mês.

A medida, entretanto, foi critica por entidades protetoras de animais. Segundo Airton Marcolino, presidente da Associação Pró-Direito dos Animais de Porto Alegre (Aprodan), a adoção de animais será dificultada com o monitoramento. "Vai ficar ainda mais difícil conseguir um dono para os cachorros de rua", disse.

A associação tem 700 cães sem raça à espera de um dono. Hoje, apenas um em cada cem animais consegue ser adotado, informou Marcolino. "A prefeitura não nos ajuda dessa forma", disse ele, que sugeriu uma campanha de esclarecimento para os proprietários de cães.

A presidente da Associação Gaúcha de Proteção aos Animais (AGPA), Lenir Oliveira Pascoal, também é contra a medida. Ela defendeu políticas públicas de castração em massa dos animais de rua, em vez do investimento em identificação eletrônica. "Também ajudaria se o centro melhorasse as condições de hospedagem de seus animais", afirmou. Segundo ela, as condições do canil do CCZ são precárias.

http://bichos.uol.com.br/ultnot/ult295u2840.jhtm

domingo, 1 de março de 2009

COELHOS: UM MASSACRE IGNORADO

Fontes: http://www.lav.it/index.php?id=581 / http://www.oipaitalia.com / http://docs.google.com/Doc?id=dhcc69hp_106g73v45xd&invite=d28r3sn

A pele de coelho não é - como muitos pensam - um simples subproduto da indústria da carne: no mundo, milhões de coelhos são confinados e criados apenas por causa de sua pele.
900 milhões de coelhos são mortos a cada ano no mundo
350 milhões são mortos em um ano na Europa
O maior crescimento acontece na China e nas naçoes emergentes, entre elas o Brasil.


Em geral, cada fêmea de coelho dá à luz 10 coelhinhos a cada 45 dias. Os filhotes são amamentados por cerca de 30-35 dias e as coelhas têm uma pausa de apenas 10 dias até o parto seguinte. Vivem até 2 anos, antes de acabar no abatedouro. Cada reprodutora pode gerar cerca de 80 filhos num ano, 160 nos dois anos em que a gaiola lhe permite viver...Os coelhos criados para o fornecimento de carne e pele são abatidos em 6 semanas depois que nascem e aqueles apenas para a pele, entre 3 e 5 meses.
Uma investigaçao conduzida pela ong portuguesa Animal revelou as reais condições em que os coelhos são criados:

• são mantidos em terríveis condições, em minúsculas e sujas gaiolas de metal , circundados pelos seus próprios excrementos;
• passam suas vidas em unidades intensivas, incapazes de movimentar-se livremente ou exibir comportamento natural, que é o de correr e saltar.
Além disso, não podem cavar e preparar a própria toca e sofrem uma taxa elevada de infortúnios e malformação. Sua taxa de mortalidade pode chegar a 25%. Do transporte até a morte brutal, sofrem uma série de crueldades: são amontoados em caixas plásticas, pendurados pelos pés em ganchos de metal, recebem golpes na cabeça ou são simplesmente degolados. Muitos continuam a contorcer-se quando enfrentam a fase sucessiva, na qual a pele vem separada mecanicamente do corpo.
As fotos abaixo são de coelhos criados em cativeiro. As peles extraídas são chamadas de "ecológicas" que, falsamente, dá a entender que não há mal algum em produzi-las e vendê-las.

NAO SE DEIXE ENGANAR PELA INDUSTRIA DA MODA: BOICOTE MARCAS E LOJAS QUE VENDEM PELE DE ANIMAIS!!



A PARTIR DE AGORA VOCÊ NÃO PODERÁ MAIS DIZER: "EU NÃO SABIA". NÃO COMA CARNE DE COELHOS OU DE QUALQUER OUTRO ANIMAL E NÃO USE A SUA PELE. SÓ ASSIM VOCÊ PODERÁ SALVÁ-LOS DA BRUTALIDADE E DA GANÂNCIA HUMANA.


Peta elege as celebridades mais mal vestidas de 2009

Todos os anos, o Peta - People for the Ethical Treatment of Animals ou Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, em português - elege as celebridades mais mal vestidas.

O critéio é simples: entram na lista todos os famosos que usam roupas feitas de pele de animais. De acordo com o Peta, as celebridades têm influência na indústria da moda e, por isso, deveriam dar o exemplo, "para que todos saibam que a crueldade com os animais nunca está na moda".

"Este ano você vai encontrar a maioria dos corações frios, ofensores de mau gosto, porque qualquer celebridade que realmente se importe não usa pele de animais mortos", diz o texto que introduz a votação.

Na lista, estão a cantora Mary J. Blige, a atriz Elizabeth Hurley, a atriz Maggie Gyllenhaal, o ator Ashton Kutcher, a atriz Lindsay Lohan, a cantora Madonna, a atriz Demi Moore, a modelo Kate Moss , as gêmeas Ashley e Mary Kate Olsen, a cantora Jessica Simpson e o rapper Kanye West. A votação acontece até o dia 2 de março.

http://br.noticias.yahoo.com/s/18022009/48/entretenimento-peta-elege-celebridades-mal-vestidas.html

O consumo de carne e a degradação da Floresta Amazônica. Entrevista especial com Elke Stehfest

Fonte: IHU On-line

Na opinião da bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, o desmatamento realizado para a agricultura, seja para plantio de alimentos ou para o plantio de pastagens para o gado, é o fator de maior impacto na diminuição da Floresta Amazônica. Na entrevista que concedeu ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU por e-mail, a pesquisadora que trabalha na Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, na equipe IMAGE, destaca o “forte efeito da produção pecuária, especialmente criação de gado, sobre o efeito estufa”. Isso é confirmado no estudo que realizaram, acentua. A equipe IMAGE esteve extensivamente envolvida no recente relatório do IPCC e em vários outros estudos e avaliações sobre mudanças ambientais globais.

Stehfest acentua que o consumo mundial de carne precisa ser reduzido, e enumera vários outros motivos para diminuir esse consumo, para além do aumento do aquecimento global. Saúde, conservação da biodiversidade e bem-estar animal são alguns desses motivos.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – A dieta do clima proposta pela Agência de Impacto Ambiental da Holanda sugere consumir até 400g de carne por semana. Com isso, a pretensão é que se reduza a emissão dos gases estufa em 10%, já que se diminuiria o número de animais criados. Qual é a viabilidade dessa proposta?

Elke Stehfest – Nós realmente calculamos um cenário com cerca de 400g de consumo de carne por semana e per capita, no mundo todo. Para muitos países desenvolvidos, isso significaria reduzir seu consumo de carne para 2/3. Para alguns países africanos isso na verdade significaria um crescimento comparado com a referência. É difícil dizer algo sobre a viabilidade, e não examinamos isso em nosso artigo. Isso obviamente depende de medidas que devem ser tomadas para que se consiga uma redução no consumo de carne. As possíveis medidas são:

- Informar os consumidores a respeito dos benefícios da redução do consumo de carne para a biodiversidade, clima e para sua própria saúde. Talvez introduzindo rótulos informativos nos produtos;

- Viabilizar alternativas saborosas para a carne. Por exemplo, burgers vegetarianos e molhos;

- Um passo ainda maior seriam medidas para proteger florestas tropicais, colocando um preço no carbono da terra. Nas negociações climáticas de Copenhagen, o mecanismo “Reduzindo Emissões do Desmatamento e Degradação” (“Reducing Emissions from Deforestation and Degradation”, REDD) é discutido como uma medida possível para reduzir emissões. Ambas podem ter um efeito nas áreas usadas para produção de carne e alimento.

IHU On-Line – Quais são as evidências científicas entre a criação dos bovinos e o aumento do efeito estufa?

Elke Stehfest – O forte efeito da produção pecuária, especialmente criação de gado, sobre o efeito estufa é muito bem estabelecido, e novamente confirmado em nosso estudo. Um dos mais bem conhecidos estudos é “A grande sombra da pecuária” ("Livestock's long shadow" - FAO ).

IHU On-Line – Que outros hábitos alimentares humanos vêm interferindo seriamente no clima?

Elke Stehfest – A produção pecuária para carne e leite/laticínios tem mesmo o maior impacto nas emissões de gases de efeito estufa.

IHU On-Line – Nesse estudo, vocês sugerem que se inclua nos rótulos o custo ambiental da carne. Acredita que a população já está suficientemente preparada e mobilizada para esse tipo de alerta?

Elke Stehfest – Alguns governos, como o holandês, também perceberam o grande impacto do consumo de carne. O governo não quer controlar a escolha dos consumidores, mas quer prover todas as informações que os farão ter uma escolha informada.

IHU On-Line – Além do fator ambiental, que outros motivos teríamos para não ingerir carne?

Elke Stehfest – Embora não sejamos especialistas nessas áreas e não examinamos isso em detalhe, afirmo que existem outras razões bem conhecidas pelas quais as pessoas comem menos carne. Saúde deve ser a razão mais importante para a redução do consumo de carne bovina e suína, uma vez que ambas são suspeitas de contribuírem para câncer no intestino e doenças coronárias.

Outras razões ambientais, junto com a mudança climática, são a conservação da Natureza e da biodiversidade, isto é, menos desmatamento tropical para a produção de carne e soja. O bem-estar animal é uma das outras importantes razões pelas quais as pessoas tentam comer menos carne ou mesmo sejam vegetarianas.

IHU On-Line – O economista norte-americano Jeremy Rifkin afirma que estamos destruindo a Amazônia para alimentar vacas. Como esse ecossistema vem reagindo a essa investida pecuarista?

Elke Stehfest – O desmatamento para a agricultura, tanto para plantio quanto para pastagem para o gado, é a mais importante razão para a degradação da Floresta Amazônica. Os efeitos desse desmatamento são:

- perda de habitats naturais

- extinção de espécies

- degradação ou erosão dos solos

- efeitos hídricos como aumento de inundações

- problemas na viabilidade de recursos hídricos com menos tamponamento florestal

- desmatamento em larga escala pode causar a morte de ainda mais florestas

- queda das chuvas em áreas de plantio no leste do Brasil (uma vez que as nuvens/chuvas são produzidas sobre a floresta tropical amazônica).

IHU On-Line – Segundo estimativas, para cada 900 kg de alimento produzido, se produz apenas 1 kg de carne. Chegou a hora de revermos nosso padrão alimentar?

Elke Stehfest – Sim, a produção de carne, especialmente a bovina, utiliza uma grande quantidade de investimento, e também investimento de terra em função de alimentar a crescente população mundial. Para conservar os habitats naturais do mundo, o atual consumo de carne dos países em desenvolvimento não pode ser seguido. Ele deve ser reduzido.

IHU On-Line – Para esse mesmo 1kg de carne produzido são necessários de 20 a 30 mil litros de água. Além disso, a pecuária é responsável por 1/3 da poluição de águas potáveis com nitrogênio e fósforo. Pode-se falar em um comprometimento do potencial hidrológico do qual dispomos em função da criação de gado?

Elke Stehfest – Os números do uso de água para a produção de carne bovina parece alto, possivelmente porque inclui a evaporação/transpiração do pasto. Se considerarmos apenas o consumo de água pelo gado da ordem de 4 a 10 litros por quilo de alimentação seca consumida e a conversão de eficiência de 30 a 60 quilos de alimento seco por quilo de carne, o consumo de água é de uma magnitude menor.

No que se refere à poluição das águas superficiais e subterrâneas, não achamos que os problemas são tão graves quanto em países como a Holanda, onde mais gado é criado em estábulos e o esterco é espalhado por áreas relativamente pequenas de terra. Nos estados brasileiros com áreas importantes de criação de gado, os sistemas são geralmente mais extensos. Com lençóis de água profundos e transporte lento de água e nitrato pelo sistema subterrâneo, as chances de ocorrer desnitrificação são grandes. Mas sim, é correto dizer que a produção de carne bovina pode contribuir para a poluição da água da superfície e subterrânea, mas é difícil dizer sem mais informações que essa contribuição é de 1/3.

Biocombustíveis: solução ou problema?

Todo dia 820 milhões de pessoas passam fome enquanto os preços dos alimentos aumentam pelo mundo todo – do México ao Marrocos. O que isso tem a ver com os biocombustíveis? A terra que deveria produzir alimentos para seres humanos está sendo substituída para produzir comida para automóveis.1

A demanda crescente por biocombustíveis está gerando graves problemas sociais e ambientais. Precisamos imediatamente de padrões globais de sustentabilidade. Participe da campanha:
Os biocombustíveis deveriam ser uma alternativa para o consumo do petróleo, recurso não renovável, poluidor e motivador de conflitos sociais pelo mundo. Porém temos que ter cuidado para que a solução não se torne o problema. Com os fortes incentivos governamentais, o crescimento desenfreado da produção de biocombustíveis está trazendo graves conseqüências sociais e ambientais como o desmatamento, a monocultura, grande emissão de carbono e o aumento do preço dos alimentos.2

Nem todos os biocombustíveis são ruins, a cana de açúcar brasileira por exemplo é mais eficiente que o milho dos EUA. Por isso precisamos de padrões globais para garantir que eles sejam produzidos de uma maneira correta sem comprometer a segurança alimentar da população, sem aumentar a desigualdade social, nem contribuir para o desmatamento. Participe da campanha por biocombustíveis sustentáveis, clique no link para enviar uma mensagem para seu representante:

http://www.avaaz.org/po/biofuel_standards_now/12.php?cl=61396596

Com tanta desigualdade no mundo a troca pode ser cruel: o tanque de um veículo grande utilitário consome uma quantidade de milho suficiente para alimentar uma pessoa por um ano. Mas os biocombustíveis não são nem deveriam ser o vilão da história, o problema são as metas astronômicas dos EUA e União Européia3 que não diferencia as práticas boas das ruins. Como resultado a monocultura se alastra pelo Brasil, florestas são desmatadas na Indonésia e as reservas de grãos pelo mundo estão baixando de forma alarmante. Os países ricos colocam sua etiqueta “ecológica” ás custas do prejuízo ambiental e social do cone sul, e as multinacinoais continuam a encher os bolsos.

Precisamos de padrões internacionais de produção de biocombustíveis imediatamente. Esse final de semana nossos representantes estarão na reunião do G20 em Chiba no Japão discutindo a soluções para o aquecimento global e essa é a nossa oportunidade de divulgar essa campanha e fazê-la ouvida pelos nossos governantes. Envie sua mensagem agora mesmo pedido uma regulamentação global para os biocombustíveis:

http://www.avaaz.org/po/biofuel_standards_now/12.php?cl=61396596

A conscientização sobre esse problema não vai acabar com a fome do mundo nem parar o aquecimento global, mas é um primeiro passo essencial. Agora é a hora de confrontarmos as soluções falsas de curto prazo e demandar soluções verdadeiras e sustentáveis. Podemos mostrar para nossos governantes que queremos fazer a coisa da forma correta, não da maneira mais fácil. Chegou a hora de colocarmos as pessoas e o planeta acima das políticas e do lucro que direcionam os acordos internacionais e nos fazer ouvir pelos nossos representantes.

Com esperança,

Ben, Ricken, Iain, Galit, Paul, Graziela, Pascal, Esra'a, Milena – a equipe Avaaz

FONTES:

[1] Agência Brasil. "Relatório da FAO aponta riscos à segurança alimentar com produção de biocombustíveis"
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/05/01/materia.2007-05-01.6505917455/view

[2] O Globo Online. "Os biocombustíveis e a segurança alimentar. http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/02/16/os_biocombustiveis_a_seguranca_alimentar-425689890.asp

[3] Inter Press Service. "Críticas aos subsídios europeus para biocombustíveis."
http://www.mwglobal.org/ipsbrasil.net/nota.php?idnews=3285