quinta-feira, 7 de maio de 2009

Justiça condena carroceiro por agredir cavalo em Florianópolis

Um homem acusado de agredir um cavalo em uma rua de Florianópolis (SC) foi denunciado, levado a julgamento e condenado a quatro meses de prisão em regime aberto por maus-tratos contra animais.

Elias Voltz, carroceiro de cerca de 35 anos, que ganha a vida catando latas e papelões, foi acusado de chutar e tentar arrastar um dos cavalos que o levava numa charrete pelas ruas após o animal cair de cansaço durante a travessia entre dois bairros.

Voltz negou a agressão, mas um laudo veterinário apontou indícios de espancamento.

O cavalo estava, segundo o documento, "sem forças, anêmico, debilitado e com lesões pela extensão do corpo", sem ferraduras.

"Não há dúvida de que houve uso abusivo, inadequado e insensível do animal. Maltratado, portanto", disse, na sentença, o juiz Samir Saad, do Juizado Especial Criminal de Florianópolis. A pena foi substituída por prestação de serviços à Apae.

O caso ocorreu em 2008 e a decisão foi publicada anteontem. À época, fotos do cavalo e do carroceiro foram publicadas por jornais locais.

Ao se defender, Voltz disse ter sido muito xingado e que foi até "intimado" a brigar por quem prometia vingar o cavalo --que ficou, afinal, com a prefeitura. Voltz responde ainda a outro processo por agressão-- a uma égua, que empacou numa rua da capital.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u558436.shtml

Após mortes em série, gatos deixam de passear em bairro de SP

om, Felipe e Isadora, de apenas três meses, andam cabisbaixos e com o olhar triste. Estavam em fase de amamentação quando perderam a mãe, Vivi, encontrada morta, há duas semanas, no quintal da casa onde vivem, no Campo Belo, zona sul, pela dona dos gatinhos, a artesã Martha Christina Campos de Araújo, 52.

Suspeita-se que Vivi seja mais uma vítima de um "serial killer" que atua nas imediações da rua Unapetinga. "Estou com medo", afirma a artesã. "Você não tem noção do quanto é doído."

Vivi foi o quinto animal que Martha perdeu naquela semana pós-Páscoa. Segundo a necropsia, a gata morreu em decorrência de um "colapso respiratório", causado, possivelmente, pela presença no estômago de um "agente tóxico do grupo dos carbonatos", popularmente conhecido como "chumbinho".

A primeira vítima foi Bombom, achada morta dentro da piscina vazia. Martha enrolou a gatinha em uma toalha e chamou a polícia. No dia seguinte, os corpos de Tuty, Minie e Babi foram encontrados em uma casa da vizinhança. Vivi foi a última vítima.

Todos os animais tinham marcas de sangue e sinais de envenenamento. Outras duas gatas da artesã, Princesa e Bambina, estão desaparecidas. "Tenho certeza de que estão mortas", lamenta Martha, que mora sozinha com seus dez bichanos -eram 17- em uma casa de três andares.

Os que restaram vivem confinados. Martha planeja colocar uma tela nos fundos de sua casa para que os animais não deem mais suas voltas pelas ruas do bairro. "Virou neurose. Agora, ninguém mais sai."

O caso foi registrado no 27º DP, e um inquérito policial, instaurado. "Estamos fazendo investigações e, por meio de denúncias, vamos tentar descobrir quem é o autor dos crimes", diz o delegado Ubiracyr Pires da Silva, 64.

Em um ano, foram 35 mortes por suspeita de envenenamento no bairro, famoso pela alta concentração de cães. Somente Martha perdeu 12 animais de estimação desde maio do ano passado, quando a siamesa Cindy foi encontrada pelo vigia. "Esticada, com baba e sangue pela boca", descreve a artesã. "Ficou comigo exatos quatro meses e foi feliz."

Uma situação semelhante viveu a família do defensor público Sérgio Wagner Locatelli, 45. Um de seus gatos, Barão, morreu em maio do ano passado, o que também o obrigou a colocar uma tela no quintal de casa para que os sete que ali vivem hoje não saiam mais. Caso o autor dos crimes seja descoberto, Sérgio vai ingressar com uma ação por danos morais porque seu filho, João Victor, 10, ficou muito abalado com a morte do animal. "Ele chorou durante três dias."

A corretora de seguros Analice Steiner Fruet, 56, também teve uma gata morta, Rebeca, com suspeita de envenenamento. "Ela passou por uma epopeia, teve de ser operada quando a adotamos", lembra Analice, que enterrou Rebeca no quintal da casa, onde hoje vivem oito gatos. "A gente acolhe, e eles acabam fazendo parte da família."

A corretora optou por não prender os bichanos. Mas se vale de uma tática, como explica o marido, Flávio França Pinto, 59: "Sempre procuro deixá-los bem alimentados". O objetivo é evitar que os animais comam na rua. "Mas é difícil segurar os gatos."

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u560642.shtml

Rússia investiga caça com helicóptero a raro carneiro selvagem

Promotores russos abriram hoje uma investigação criminal sobre o uso de helicópteros por oficiais veteranos. As aeronaves estariam sendo usadas para caçar carneiros raros --um caso que revela as "regalias" da elite russa.

Sete pessoas morreram em um acidente com helicóptero em janeiro deste ano, incluindo um representante do presidente russo, Dmitry Medvedev.

Ambientalistas afirmam que imagens do local do acidente, em montanhas remotas próximas à fronteira com o Cazaquistão, mostram que houve uma caça aos carneiros selvagens da montanha, conhecidos como argalis, cuja principal característica são os grandes chifres em espiral.

Há apenas cerca de 200 argalis na Rússia e a caça ao animal é ilegal.

Os promotores investigam o que levou a aeronave a causar um acidente mesmo com bom tempo, mas ainda não atenderam aos apelos dos ambientalistas para dar destaque à questão dos carneiros.

Grupos de defesa dos animais estão promovendo um abaixo-assinado para investigar especificamente a caça ilegal aos argalis. Mais de 6.000 pessoas já teriam assinado o documento.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u560788.shtml

Feira de adoção oferece cães e gatos microchipados em SP

Neste sábado (9). o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Paulo realiza uma feira de adoção com cerca de 100 cães e gatos.

Os animais já estão prontos para encontrar um novo lar. Eles foram vacinados, vermifugados, castrados e microchipados. O dispositivo eletrônico foi implantado nos bichos para que possam ser identificados no caso de se perderem.

Os animais foram capturados por funcionários do centro --antigamente conhecido como carrocinha-- após serem abandonados em ruas e parques da capital paulista.


Divulgação
Estes são alguns dos animais disponíveis para adoção na feira do Centro de Controle de Zoonoses
Estes são alguns dos animais disponíveis para adoção na feira do Centro de Controle de Zoonoses

A feira de adoção acontece das 9h às 15h. Quem quiser levar um amigão (ou uma amigona) de quatro patas para casa deve apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, além de pagar uma taxa de R$ 14,60.

Para os gatos, é necessário levar uma caixa apropriada para abrigá-lo. Para os cães, o futuro dono deve levar coleira e guia.

Os interessados passam por uma breve entrevista para encontrar o animal ideal. São considerados espaço físico e composição familiar, entre outros fatores.

Além da feira deste sábado, o CCZ está aberto diariamente para adoção de cães e gatos (de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 15h).

Feira de Adoção do CCZ
Quando: sábado (9), das 9h às 15h
Onde: Centro de Controle de Zoonoses (r. Santa Eulália, 86, Santana, tel. 0/xx/11 2221-0449)

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u561178.shtml

Pacto Verde Global

O new deal verde global não é uma utopia. Ele é possível, mas deve ser construído em cada país
por Sérgio Abranches
Mais de 2 mil cientistas se reuniram este ano em Copenhague para o congresso internacional sobre mudança climática. Quem achou que o encontro fosse gerar uma visão cataclísmica sobre o aquecimento global, errou o alvo. O congresso acendeu um alerta vermelho sobre o risco crescente de que a mudança climática acelere e provoque eventos abruptos e muito danosos. Mas não parou nas conclusões adversas.

Deixou, ao final, uma mensagem curta, com suas conclusões fundamentais, combinando alertas duros e propostas viáveis de solução. Essa mensagem diz que as tendências observadas de aquecimento estão numa trajetória inaceitável e que há o risco de que acelerem e terminem por levar a mudanças climáticas abruptas e irreversíveis. As sociedades, especialmente as mais pobres, se mostram vulneráveis mesmo a efeitos modestos de mudanças climáticas e não teriam como suportar os resultados de temperaturas médias superiores a 2o C. É necessário criar uma rede de proteção para as nações mais pobres, contra os efeitos tremendamente desiguais da mudança climática. O potencial de disrupção social desse quadro de aquecimento global não pode ser desprezado.

Metas fracas de redução das emissões para 2020 dificultariam a realização de propostas mais ambiciosas para 2050. A mitigação efetiva das emissões precisa começar imediatamente e demandará coordenação global e regional, numa estratégia de longo prazo.Temos os instrumentos necessários para enfrentar o desafio climático e os recursos para ampliar sua escala. A descarbonização das economias nacionais trará muitos benefícios. Vai criar empregos em atividades econômicas de baixo carbono em setores da economia e da sociedade, além de reduzir o risco de danos à saúde e perdas econômicas no futuro. Difícil discordar.

Quando os governos se reunirem em Copenhague para as negociações formais, em dezembro, ouvirão os ecos dessa mensagem. Alguns fatores novos vão pesar muito nas decisões. Um deles é contextual, como nós, politólogos, dizemos. Trata-se da recessão global, que fará o pano de fundo das decisões. Outro, o novo governo dos Estados Unidos, que deverá remover o veto a um adequado acordo sobre o clima. Muitos tentarão usar a crise como álibi para adotar metas menos ambiciosas de redução das emissões. Mas, como argumentou Nicholas Stern, do “relatório Stern”, em Copenhague, ela reduz os custos do início da transição para um novo regime. Também permite que as medidas de reversão da crise global ofereçam os incentivos certos para estimular a descarbonização, como fizeram Estados Unidos e Inglaterra. Essas políticas de investimento e geração de emprego podem estimular o crescimento da “economia verde”, das tecnologias e energias limpas, dando-lhes firme vantagem competitiva. A idéia de um new deal verde e global é apresentada em vários círculos do diálogo climático.
Para que cheguemos a esse “pacto verde global” será preciso que o presidente Obama assuma na COP 15 o compromisso de seu país com metas ousadas de redução das emissões. Tudo indica que fará isso. Ele tem adotado o desafio climático como baliza de suas principais decisões econômicas. A liderança dos Estados Unidos enfraquecerá muito o time dos “bloqueadores” da mudança. Pode conquistar agentes influentes e ativos do veto à mudança para o time dos que votam para mudar o status quo.

Mas a troca de posição, de “bloqueador” para “transformador”, é um processo determinado por forças fundamentalmente domésticas. Não se pode esperar que ocorra em grande escala apenas no plano multilateral ou global. Os exemplos dos Estados Unidos e da Austrália ilustram bem como ele se dá. Nos dois casos, teve origem nas escolhas das sociedades locais, em eleições que levaram ao poder governantes comprometidos com a mudança das políticas domésticas e global do clima. Antes, eram governos que bloqueavam os avanços e contribuíam ativamente para o impasse.

Negociações bilaterais, como a iniciada pela secretária de Estado Hillary Clinton, com a China, ajudam. Mas o que levará a China, um desses atores críticos, a adotar a mudança climática como prioridade é o desafio que ela já enfrenta internamente. Desastres associados a fenômenos climáticos têm causado, todo ano, prejuízos diretos da ordem de US$ 30 bilhões, afetado negativamente a vida de 400 milhões de pessoas e provocado mais de 4 mil mortes anuais. Esses dados foram apresentados ao Congresso chinês pela meteorologista Qingchen Chao, vice-diretora geral do departamento de desenvolvimento da ciência e tecnologia, da administração meteorológica da China. A China pode não mudar de “bloqueadora” a “transformadora” já em Copenhague. Mas já está mudando e provavelmente não terá a mesma atitude de veto, que se escorava, em grande medida, na posição dos Estados Unidos, o maior dos emissores de gases de efeito estufa.

http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/pacto_verde_global_2.html



Cara a Cara com o Urso Polar

Confira este estudo sobre o aquecimento global no Pólo Norte e como esse contribui a extinção do urso polar.

VEJA O VÍDEO:
http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=cara-a-cara-com-o-urso-polar-04023768CC891346/user=yaq680z51683/date=2009-05-01&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/

FONTE:
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=cara-a-cara-com-o-urso-polar-04023768CC891346/user=yaq680z51683/date=2009-05-01&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/

SAIBA O QUE FAZER COM O LIXO DOMÉSTICO

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Tempo de decomposição dos resíduos:

VIDRO: INDETERMINADO

PNEUS: 600 ANOS

FRALDA DESCARTÁVEL COMUM: 450ANOS

TAMPAS DE GARRAFAS: 150 ANOS

PLÁSTICO: 100 ANOS

EMBALAGENS LONGA VIDA: ATÉ 100 ANOS

COPOS DE PLÁSTICO: 50 ANOS

NYLON: MAIS DE 30 ANOS

LATA DE AÇO: 10 ANOS

ISOPOR: 8 ANOS

CHICLETES: 5 ANOS

TOCO DE CIGARRO: 20 MESES

FRALDA DESCARTÁVEL BIODEGRÁDAVEL: 1 ANO

PANO: 6 MESES A 1 ANO

PAPEL: 3 A 6 MESES


Coleta Seletiva

Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:

* PAPEL

COLETA SELETIVA:

papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livros

LIXO COMUM:
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivas

*PLÁSTICO

COLETA SELETIVA:

sacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira)

LIXO COMUM:

plásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos)

*VIDROS

COLETA SELETIVA:


garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira)


LIXO COMUM:

espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadores

*METAIS

COLETA SELETIVA:

latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres

LIXO COMUM:

clipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos


Fonte: Instituto Akatu

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.


http://cienciaesaude.uol.com.br/ambiente/lixo/index.jhtm