sexta-feira, 17 de julho de 2009

Brasil fabricará medicamentos a partir de animais transgênicos

O custo do remédio para tratamento de aids e câncer será dez vezes menor

A produção de animais transgênicos já é uma realidade no Brasil. Depois de nove anos de estudos, duas cabras geneticamente modificadas foram geradas. Os animais são resultado da pesquisa feita pela Universidade Estadual do Ceará (Uece).


http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=48945

Câmara aprova maior proteção para animais apreendidos

O relator Geraldo Pudim lembrou que o índice de mortalidade de animais apreendidos é alto

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou ontem, em caráter conclusivo, proposta que obriga os órgãos de fiscalização a zelarem pelo bem-estar físico dos animais silvestres apreendidos.

De acordo com o Projeto de Lei 3626/08, do deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), os cuidados, que incluem acondicionamento e transporte adequados, deverão ser observados até que os animais sejam entregues a zoológicos ou ao seu habitat, como determina a Lei de Crimes Ambientais (9.605/98).

O relator da proposta foi o deputado Geraldo Pudim (PMDB-RJ). Ele lembrou que, na justificativa do projeto, o autor utilizou dados apurados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pirataria. A CPI apurou que o índice de mortalidade dos animais apreendidos pode chegar a 50%, dependendo de como são acondicionados e transportados.

Tramitação
O projeto segue agora para o Senado.

Íntegra da proposta:
- PL-3626/2008


Fonte: Agência Câmara

Cientistas esperam regulamentação do uso de animais em pesquisas

Manaus - Quase um ano depois da aprovação da lei que regulamenta a criação e o uso de animais em pesquisas, conhecida como Lei Arouca, pesquisadores da área aguardam a edição do decreto que vai dar efetividade ao texto.

De acordo com o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Marcelo Morales, o decreto, que está na Casa Civil, deve ser publicado nas próximas semanas.

Os defensores das pesquisas com animais esperam que, com a edição do decreto, a sociedade tome conhecimento dos benefícios desse tipo de experiência e, para isso, vão investir pesado. Eles estão preparando uma campanha publicitária de R$ 800 mil para veiculação no cinema, no rádio e na televisão até o fim deste ano.

“Os cientistas não podem ficar conhecidos como as pessoas que matam ratinhos. Há uma visão deturpada. Não podemos tapar o sol com a peneira. Temos que defender os animais, sim. Mas temos que pensar na produção de vacinas, nas crianças que dependem das vacinas”, defendeu Morales, em apresentação na 61° reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), evento que vai até o dia 17 de julho, em Manaus.

O decreto vai regulamentar a criação de instrumentos como o Comitê Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), formado por representantes do governo, das sociedades de pesquisa e de entidades protetoras de animais, e que será responsável por autorizar ou vetar experimentos com animais. A criação do Concea já estava prevista na lei.

De acordo com a biológa Ana Maria Guaraldo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o Concea deverá funcionar nos moldes da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que decide sobre a liberação de transgênicos no país.

O decreto prevê, ainda, a instalação de comissões de ética nas universidades e instituições de pesquisa que utilizem animais nos experimentos, estabelece requisitos mínimos para obtenção de autorização para usar cobaias e institui punições para quem descumprir a lei.

“Qualquer tipo de remédio para ser obtido teve que passar por experimentação em pelo menos duas espécies roedoras e uma não roedora. Sem contar as intervenções cirúrgicas. A credibilidade da medicina se deve a experimentações com animais”, argumentou a bióloga da Unicamp, ao defender a necessidade de mais recursos para financiamento de pesquisas desse tipo e de melhoria da infraestrutura dos laboratórios em funcionamento.

De acordo com pesquisadores, o decreto que regulamenta a Lei Arouca ainda vai deixar de fora um aspecto fundamental na pesquisa com animais: a criação de métodos alternativos, que possam substituir o uso de bichos nos experimentos. O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Otávio Presgrave afirma que não há, no país, um sistema de validação desses métodos, o que dificulta a aplicação e o desenvolvimento de novas tecnologias.

“A gente não pode simplesmente substituir um animal por outro método. Tem que estabelecer que aquele método que não usa animal dá um resultado muito próximo ou igual ao que utiliza. No Brasil, não há esse processo de validação bem definido, como na União Europeia.”

Presgrave defende a criação do Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam, na sigla em inglês) para agrupar as pesquisas nacionais sobre o tema, que atualmente mobilizam pelo menos 15 grupos acadêmicos no país.

“A criação do Bracvam seria importante para desenvolver estudos de validação colaborativos, juntar todos os grupos que estão trabalhando com métodos alternativos e estimular o fomento de órgãos de financiamento”, argumentou.

Segundo Presgrave, a validação de um método alternativo pode levar dez anos e custar cerca de R$ 9 milhões. Atualmente, o Brasil usa alternativas validadas por pesquisas na Europa e nos Estados Unidos, entre elas o uso de pele reconstituída em laboratório para testes sobre irritação cutânea e alergias.


Fonte: Agência Brasil

Ibama não tem lugar para abrigar animais que sofrem maus-tratos

Grupo de defesa dos animais no Espírito Santo denunciaram ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) os maus-tratos sofridos por animais em um circo, mas é difícil encontrar locais onde os bichos possam ficar.

A leoa anda para lá e para cá dentro de uma jaula. Um avestruz morreu. O outro tem a pata machucada. Sinais de maus-tratos, que chamaram a atenção de um grupo de defesa dos animais.

"Quantos animais precisamos ver morrendo para ter uma solução quanto a isso?", pede Ana Priscila dos Santos, da Associação Protetora dos Animais.

O Ibama foi ao circo, constatou maus-tratos e aplicou multa de R$ 500 por animal. Mas a multa não resolve o problema porque alguns continuam no circo do mesmo jeito. O Ibama afirma que não tem para onde levá-los.

A dona do circo ficou revoltada: "O pessoal denuncia, mas não toma nenhuma providência. Não podemos mudar o circo e deixar o animal para trás", destaca a proprietária do circo, Crisângela Camargo da Silva.

Três dias após a denúncia, o Ibama conseguiu transferir o avestruz para uma universidade. Mas, para o leão, é difícil encontrar um zoológico que possa receber o animal.

Nesses casos, o dono do circo se torna o fiel depositário. No interior do Espírito Santo, quando o circo não está se apresentando, o dono leva a leoa para o quintal de casa. Vira atração na cidade.

Em outro circo, um leão também fica em uma jaula pequena e enferrujada. Já aconteceu um acidente. O animal arrancou o braço de uma mulher dois anos atrás. O proprietário do circo também já tentou doar o bicho e não conseguiu. Desse jeito, além do espetáculo, o circo também leva preocupação nas cidades por onde passa.

“Fica a preocupação de levar as crianças e ter um problema. Até mesmo um ataque de leões”, diz a diretora de creche Mary Barcelos. (Fonte: G1)


http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=46925

Jovem compra mãe e filhote de preguiça em feira e os entrega a museu no Pará

Uma jovem que viu uma mãe e um filhote de bicho-preguiça mal-alimentados e machucados à venda por R$ 50 numa feira de Belém comprou os animais e os entregou ao Museu Emílio Goeldi para que recebessem cuidados veterinários, segundo informações da instituição.

O veterinário que está cuidando das preguiças, Messias Costa, disse que elas têm a saúde muito debilitada e não há previsão de quando estarão recuperadas. Ele explica que se tratam de animais muito sensíveis e adaptados a viverem pendurados nas árvores a certa altura do chão. Só de saírem de seu habitat já correm risco de morte, por não encontrarem comida adequada e não serem imunes às doenças a que não estão acostumadas a serem expostas.

No caso do filhote, o risco era ainda maior, segundo Costa. “Quando há restrição alimentar, as mães dessa espécie abandonam os filhotes”, explica. O veterinário conta que a mãe teve as garras quebradas, possivelmente para ganhar uma aparência mais dócil. Para conseguirem se agarrar aos galhos, as preguiças têm garras longas. O filhote está tendo que receber alimentação artificial devido ao estado da mãe. Ainda assim, os dois foram deixados juntos no intuito de reduzir o estresse por estarem em ambiente estranho e terem sofrido maus-tratos. (Fonte: Dennis Barbosa/ Globo Amazônia)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=46924

PASSEATA CONTRA O RODEIO

Mobilização por justiça

Apenas nos últimos dois meses pelo menos mais dois casos de cães mortos a pauladas chegaram à mídia. Um deles, ironicamente, fazia terapia com crianças vítimas de violência na UFRGS (RS). Os atentados freqüentes contra animais podem ser um sinal de que a legislação vigente não inibe tais atos, condenáveis morais e humanitariamente.
Em um momento em que a violência circula na televisão e na internet com assiduidade assustadora, não podemos permitir que acontecimentos como esses se torne parte do nosso cotidiano.
A ARCA Brasil convoca todos os seus colaboradores e amantes dos animais a somarem em um abaixo-assinado clamando por justiça. Uma punição exemplar do crime fará a diferença não apenas nesse caso, mas poderá influir nas decisões futuras de juízes sobre a penalização de agressores de animais.


ASSINE A PETIÇÃO:
http://www.ipetitions.com/petition/caodequintao/index.html