quinta-feira, 23 de julho de 2009
Filhote de baleia encalha e morre em praia do ES
Os pescadores tentaram devolver o filhote, que tinha aproximadamente um ano de vida e pesava entre 2 t e 2,3 t, para a água, mas não conseguiram. Equipes do Instituto Orca estiveram no local e auxiliaram na remoção do animal. (Fonte: Portal Terra)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=47008
Zoo de Goiânia investiga morte de animais
Uma onça, um casal de hipopótamos, uma girafa que o parque acabou de receber e outros três animais morreram, desde o começo do ano.
A morte mais recente foi no último fim de semana: um jacaré, capturado em um lago do estado, tinha um anzol no estômago.
Exames serão feitos em todos os animais. A direção tem 45 dias para concluir a investigação. (Fonte: G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=47019
Animais sobrevivem à poluição na Lagoa da Pampulha
As capivaras viraram atração na região. O turista nem acredita no que vê. Ficamos encantados. Nós passamos por aqui e paramos”, diz uma mulher.
Não é só o grande roedor. Ao lado dele há uma ave. No dorso da capivara, o gavião, em busca de carrapatos. Cadeia alimentar. Cena que vai para foto. “É uma coisa linda. Eu bem sei que o gavião costuma fazer uma limpeza nele de vez em quando”, diz um homem.
Animais na terra e na água. É capivara nada. Ela e o cágado que aparece e desaparece arisco, na lagoa, onde vivem muito tranquilamente jacarés. Um enorme de quase dois metros, de assustar. Mas depois de tomar sol, quer mesmo é um bom banho. Um passeio pela água até a Ilha dos Amores e é descoberto um lugar que especialistas em pássaros admiram.
“A Lagoa da Pampulha é um oásis dentro de Belo Horizonte”, elogia o especialista em aves Daniel Becho.
É um espetáculo inesperado, por causa do cenário de metrópole, mas que até combina muito bem com a natureza de um cartão-postal: ser o que há de melhor para mostrar. Impressiona mesmo é quando se olha para o outro lado da Lagoa da Pampulha. Ao ver a paisagem, presta-se atenção na cor da água.
“O verde que vocês estão vendo na Lagoa da Pampulha são bactérias. Excesso de micro-organismos que decorrem do excesso de esgotos não-tratados que chegam à lagoa todos os dias”, explica o biólogo Ricardo Coelho.
Poluição. No período sem chuva é pior ainda: há esgoto, espuma, algas e a beleza se perde. O jacaré assim não é tão bonito de se ver, mas sobrevive.
“É um ambiente muito impactado, muito poluído, mas onde os animais conseguiram impressionante adaptação a ele. Ele vem vivendo, vem se reproduzindo, proporcionando um show à parte na Pampulha”, afirma o especialista em aves Daniel Becho.
É por isso que quando os ossos olhos estão diante do belo precisam também enxergar a realidade deste horizonte. “Espero que eles deem um jeito de limpar, de preservar. Não pode deixar acabar. É lindo”, diz um homem. (Fonte: G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=47038
Chimpanzés podem contrair Aids, diz pesquisa
Até então, o que os pesquisadores sabiam era que a transmissão do SIV aos animais não resultava em desenvolvimento de doenças. No entanto, depois de monitorar 94 chimpanzés selvagens durante nove anos em um parque nacional na Tanzânia, o grupo descobriu que o SIV causa uma espécie de variação da Aids, e que a mortalidade entre os animais pesquisados foi acima da média. Eles não sabem ainda se o aumento da mortalidade está relacionado à doença, mas dizem acreditar que a comparação dos dois tipos de vírus semelhantes pode auxiliar na busca da cura para a Aids no futuro. (Fonte: Folha Online)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=47048
Preguiças em estado grave são encaminhadas ao Museu Goeldi
Somente no mês de julho três preguiças em estado grave foram encaminhadas ao Parque Zoobotânico (PZB) do Museu Paraense Emílio Goeldi.
De acordo com o veterinário do PZB, Antonio Messias Costa, o primeiro animal a chegar estava muito machucado, com lesões musculares e problemas de circulação, causadas pelo tempo em que ficou amarrada, sem movimentos. Uma equipe do museu está cuidando do animal.
O período de queimadas agrava a situação dos animais que sofrem maus tratos. Eles acabam perdendo seu habitat natural. Este ano pelo menos 30 animais adultos e seis filhotes foram levados ao Parque.
Segundo informações do Museu Goeldi, no dia 15 deste mês uma jovem de 25 anos entregou ao Museu dois exemplares de preguiça, encontrados em uma Feira, em Belém. Uma delas era um filhote de apenas um mês. Ela adquiriu os animais por R$ 50, para que não continuassem sendo maltratados e encaminhou-os para o PZB.
Ao serem encontradas próximas ao seu habitat, as preguiças devem ser devolvidas à natureza, orienta o veterinário. Dificilmente elas terão condições de sobreviver em cativeiro, devido à baixa defesa imunológica.
*Com informações da Ascom
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=47049
Porto Alegre/RS tem mais casas com animais de estimação, diz pesquisa
Em seguida vem outra capital da Região Sul. Em Curitiba, 55% dos lares abrigam animais de estimação. As outras cidades que fizeram parte da pesquisa foram Campinas (52%), São Paulo (43%), Brasília (42%), Rio de Janeiro (41%), Belo Horizonte (37%) e Recife (31%).
“É comum em cidades onde o número de casas é maior que o prédios haver mais animais de estimação nas casas”, diz Luiz Luccas, presidente da Comac. Considerando as oito cidades pesquisadas, o total de lares com pelo menos um animal é de 44%.
A maioria dos animais pertence às mulheres da casa (59%) e são elas que geralmente cuidam dos pets (66%).
O estudo diz, ainda, que, entre os cachorros, a maior parte dorme em quintais ou outras áreas externas (41%) ou nos quartos dos donos (23%). Entre os gatos, os donos os colocam para dormir principalmente em seus próprios quartos (34%) e na sala (24%).
Idade - A pesquisa aponta que lares de casais com filhos jovens e adolescentes representam 44% do total de residências com animais. Segundo Luccas, os pais pensam nos benefícios que os bichos trazem aos filhos, como uma maior socialização e o “aumento da responsabilidade ao cuidar dos pets". "E pais que tiveram pets quando jovens tendem a comprar um para os filhos”.
Luccas diz que, por meio da pesquisa, foi possível observar que casais com filhos independentes ou casais de idosos apresentam tendência crescente de ter um animal de estimação, seja pela companhia ou por benefícios à saúde. “Pessoas com pets ficam menos doentes porque ficam mais felizes”, diz o presidente da Comac.
“Uma das observações mais interessantes é o decréscimo na presença de cães e gatos em lares de casais com filhos pequenos. Casais sem filhos têm mais pets do que quando nascem os filhos. Isso reflete uma preocupação com relação às crianças, mas também tem a ver com vários mitos, como a transmissão de doenças”, diz Luccas.
Segundo ele, “ter um animal por perto é sempre bom”, desde que os devidos cuidados sejam tomados. Luccas afirma que o contato com os animais é saudável, e se eles forem corretamente tratados. Com visitas periódicas ao veterinário, não representam riscos para as crianças. “Quando os filhos nascem, por exemplo, o cuidado com os animais diminui, quando deveria ser justamente o contrário, para que sejam evitadas doenças”.
Preferência nacional - Dos mais de 2.100 lares entrevistados, 79% preferem os cachorros como animais de estimação. Apenas 10% preferem os gatos e 11% dizem gostar de ambos. Do total de lares com cães, 65% têm apenas um, 24% têm dois, 6% têm três cães e 5% têm quatro ou mais. A média de idade dos cães é de 5 anos.
Quanto aos lares com gatos, 63% têm apenas um, 19% têm dois, 7% têm três e 11% têm quatro gatos ou mais. A média de idade dos gatos nas residências é de 4 anos. (Fonte: G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=47025
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Animais sofrem maus-tratos em canil sem estrutura
A falta de um espaço apropriado e a superlotação de cachorros estariam criando um grave problema no canil de São Miguel Arcanjo. Como não existem divisórias específicas para separar os animais, os cachorros (machos, fêmeas e filhotes) estão sendo colocados todos juntos no mesmo o local. A situação teria inclusive gerado brigas entre os cães e a morte de dois deles pelos outros animais.
Atualmente, de acordo com a munícipe Gisele Cristina Proença, que quer montar uma entidade de defesa dos animais na cidade, 30 cães estariam no canil de São Miguel Arcanjo. Segundo ela, a prefeitura vem desde o dia 6 de junho recolhendo os animais doentes e abandonados na rua, por determinação da justiça, colocando-os todos juntos no mesmo espaço. No entanto, o canil não é apropriado, bem como a estrutura não suporta tantos animais. Não tem divisórias e os filhotes, os mais ferozes, machos e fêmeas são colocados todos juntos. Na terça-feira, dois animais foram mortos pelos outros cachorros.
O espaço destinado possui apenas uma cobertura de telha e os animais ficam expostos às intempéries climáticas, como frio e chuva dos últimos dias. Gisele indicou que levou de casa umas telhas extras, já que na última briga dos animais o telhado ficou completamente destruído. Ela indicou que não tem espaço para os animais dormirem, que o alambrado tem pontos arrombados e o canil já está superlotado. Estamos conversando com a prefeitura sobre o problema e avisamos que não tem como mais levar nenhum cachorro para lá, explicou.
Secretaria de Saúde
O secretário de Saúde de São Miguel Arcanjo, responsável pela vigilância sanitária, Luís Rubens de Almeida, disse que o problema realmente existe e que está fazendo todos os esforços para resolver a situação. Ele informou que agora só apreende cachorros ferozes que tragam algum risco à população e já está disponibilizando outro espaço para colocar os animais.
No entanto, de acordo com ele, a justiça determinou que os cachorros abandonados nas ruas da cidade fossem recolhidos no canil público existente. Só que devido ao grande número de animais deixados pela população no município, o canil ficou superlotado. Almeida informou ainda que a quantidade expressiva de cães nas praças e ruas da cidade tem gerado problemas de saúde na população. O pessoal acaba abandonando os cachorros na cidade, inclusive com filhotes. Estamos tentando resolver o problema e vamos conversar com o pessoal dessa entidade de defesa do animais para ver se eles querem pegar e daremos toda a atenção, citou.
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=36&id=202347