terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aquecimento global e poluição provocam obesidade em orcas e focas

Assim como os humanos têm problemas de má alimentação, as orcas e focas da costa oeste canadense estão sofrendo com um crescente surto de obesidade que põe em risco sua saúde, consequência do aquecimento global e da poluição.

Estes animais estão sofrendo com a má nutrição por salmões chinook, seu prato favorito, segundo as conclusões de pesquisadores canadenses apresentadas em Québec, em um congresso sobre mamíferos marinhos.

O regime alimentar desta espécie de salmão, também conhecido como salmão real, foi perturbado pelo aumento da temperatura do oceano Pacífico e pela poluição química das águas, explicou o biólogo Peter Ross, que coordenou o estudo.

Este fenômeno provocou uma mudança no metabolismo de seus predadores, cujo apetite aumentou, o que pode produzir efeitos ainda mais nefastos sobre a fauna.

A equipe do biólogo Peter Ross decidiu iniciar uma investigação, no ano 2000, ao constatar que as orcas do estreito da Geórgia, na costa de Vancouver, apresentavam níveis seis vezes maiores de contaminação com BPC --bifenilos policlorados, família de produtos químicos muito nocivos e que demoram para sair do organismo-- que o normal.

Taxa de gordura

A origem do fenômeno é a queda da taxa de gordura nos salmões, "certamente devido ao clima, já que sabemos que este peixe tem menos lipídios quando o fenômeno El Niño acontece ou o oceano se aquece", indicou Ross.

Os salmões representam 92% da alimentação das orcas. Para suprir esta carência de gordura, focas e orcas começaram a consumir de 1,5 a 2 vezes mais salmões que o habitual. Assim, consomem uma maior concentração de produtos químicos.

A consequência disto é uma modificação no metabolismo dos mamíferos marinhos que faz com que comam mais, já que uma maior exposição aos BPC estimula a glândula tireóide, que controla o apetite.

Segundo Ross, os BPC consumidos pelos salmões "chinooks", que todos os anos retornam para os rios da província canadense da Columbia Britânica para se reproduzir, vêm tanto da Califórnia (oeste dos Estados Unidos), no sul, quanto das indústrias situadas nas costas asiáticas, na costa oeste do oceano Pacífico.

O biólogo canadense lembrou que as orcas da costa de Vancouver já são consideradas uma espécie em extinção.
(Fonte: Folha Online)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=49029

Fêmea de lobo-guará é encontrada em laticínio desativado em MG

A captura de uma fêmea de lobo-guará virou atração, no domingo, em Dom Viçoso (MG). Ela ficou presa em um laticínio desativado ao tentar se esconder de caçadores.

O animal acabou preso no local onde funcionava um defumador de queijos. Foi preciso chamar os bombeiros para o resgate.

Com medo, o bicho tentou reagir. Depois de dominado, a dificuldade foi levá-lo até a gaiola. Com uma ajudinha do bombeiro, ele acabou entrando.


A fêmea perdida acabou virando estrela, principalmente entre as crianças. Os moradores aproveitaram para fazer uma reivindicação. “A gente pede que, após a análise do veterinário, se for possível, a devolução desse animal ocorra no habitat dele na nossa comunidade”, pediu a professora Lúcia Nascimento.

O animal deve passar pela avaliação dos veterinários nesta segunda-feira (19). Só depois poderá ser devolvido à natureza.
(Fonte: G1)


http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=49041

Rinha de galos é flagrada pelo Ibama e Polícia Ambiental no Espírito Santo

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Em uma ação da Polícia Militar Ambiental e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Ibama, 63 aves foram apreendidas em uma rinha de galos em Vila Velha, no Espírito Santo.

Foi aplicada multa no valor de R$ 189 mil, os animais apresentavam sinais de maus tratos e muitas feridas. Foram encontrados no local um tambor, remédios, biqueiras e outros acessórios utilizados nas lutas.

Os animais apreendidos serão doados para instituições de caridade da região. Esta foi a terceira rinha flagrada pelo Ibama este ano.
*Com informações do Ibama.

http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=49051

domingo, 18 de outubro de 2009

Enquete Folha Online: Você é a favor da interrupção do uso de animais em testes?

A Folha Online está promovendo a seguinte enquete sobre uso de animais em experimentos científicos:
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Você é a favor da interrupção do uso de animais em testes?
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Participe! Diga SIM, pelo fim da tortura em animais!
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Para votar, acesse http://polls.folha.com.br/poll/0927501/

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Show beneficiente a favor dos animais.APIPA - ASSOCIAÇÃO PIAUIENSE DE PROTEÇÃO E AMOR AOS ANIMAIS


SEMANA DOS ANIMAIS
APIPA - ASSOCIAÇÃO PIAUIENSE DE PROTEÇÃO E AMOR AOS ANIMAIS PROMOVE
SHOW BENEFICIENTE PARA CAUSAS DA APIPA

ESPAÇO NOVO TEMPO, SÁBADO 20 HORAS
INGRESSO 5 REAIS

Tratadora é morta nos EUA ao limpar jaula de urso

Uma mulher casada com um comerciante de animais selvagens foi morta por um urso quando limpava a jaula do animal na cidade de Allentown, no Estado americano de Pensilvânia.

Kelly Ann Walz, 37, jogava comida de cachorro para atrair o urso Teddy para um lado da jaula de aço e concreto, enquanto fazia a faxina do outro lado.

No domingo, entretanto, o urso, de cerca de 160 kg, reagiu à entrada da tratadora no seu espaço e a atacou.

Segundo o jornal "The New York Times", os filhos acudiram e um vizinho, com uma arma, matou um urso. Entretanto, a tratadora foi considerada morta na cena do incidente.

De acordo com os jornais americanos, a tratadora cuidava do urso desde o nascimento do animal, nove anos atrás.

Um porta-voz da comissão de animais selvagens da Pensilvânia disse a jornalistas que, normalmente, proprietários de animais selvagens possuem jaulas com dois compartimentos, o que permite isolar os animais em uma seção enquanto a limpeza é feita na outra.

Ele disse que a tática de Kelly Ann de distrair o animal com comida de cães foi "um erro fatal".


http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/06/tratadora+e+morta+nos+eua+ao+limpar+jaula+de+urso+8754902.html

Animais silvestres são atropelados perto de parque em SP

Há quinze anos, macacos, preguiças e aves compunham a paisagem da então tranquila avenida Miguel Estéfano, na Água Funda (zona sul de SP). Hoje, a fileira de carros nos horários de pico e o tráfego intenso de caminhões na via aceleram seu desaparecimento.

Alice Cruz, 42, é moradora da região há 20 anos e resgatou, somente neste ano, dois macacos bugios de um atropelamento na avenida. A via cruza o parque estadual das Fontes do Ipiranga - que abriga o zoológico de São Paulo, o Jardim Botânico e representa mais de 10% da cobertura vegetal do município - e, segundo ela, "é perigosa e mal sinalizada".

"Há quinze anos, a avenida era só mais um caminho para as cidades do ABC. Agora caminhões fogem dos pedágios da (rodovia dos) Imigrantes por aqui", diz Vera Bononi, diretora do Instituto de Botânica.

O estresse ambiental causado pelo tráfego intenso pode alterar a rotina da reserva e causar danos ao sistema -danos esses sanados pelo veterinário do zoológico André Nicolai.

Ele, que eventualmente recebe aves e macacos acidentados, diz que os casos de atropelamento de macacos diminuíram por conta da instalação da "transbugio", uma espécie de ponte para travessia desses animais. Afastar os demais bichos do trânsito, dessa forma, seria um passo a mais.

Avenida-parque
- Na Miguel Estéfano, o trânsito de crianças e de pacientes do hospital psiquiátrico da Água Funda, além dos constantes acidentes de carro, também são objeto de preocupação do conselho de defesa do parque, que, com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, propôs à prefeitura a transformação da via em uma avenida-parque.

A proposta prevê alargamento de calçadas, mudança no traçado da avenida e limitação do tráfego pesado. A vedete da ideia, porém, é a construção de um boulevard para unir parte do parque ao zoológico e ao Jardim Botânico.

Órgãos estaduais e municipais formaram um grupo de estudos para avaliar a proposta e divulgaram relatório favorável às obras. A principal condição para sua viabilidade, porém, é a aprovação de uma antiga solicitação de moradores da zona sul da cidade -a duplicação da avenida do Cursino.

"A duplicação é uma necessidade real. É bem possível que seja viabilizada, se não por reivindicação do parque, mas devido ao estrangulamento do trânsito da região", diz Fernanda Bandeira de Mello, assessora de projetos especiais da secretaria.

Estudos de impacto da medida estão sendo avaliados pela secretaria dos Transportes, mas, de acordo com a secretaria, o alargamento das calçadas e uma possível ciclovia já podem ser viabilizados no prazo de um ano. (Fonte: Tai Nalon/ Folha Online)


http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=48719