domingo, 24 de outubro de 2010
Lojinha do Aip!
Adesivos: 1,00 + postagem
Para comprar, é muito fácil! É só enviar um e-mail para aiprock@yahoo.com.br
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Próximos shows do Aip!
Only Rock Bar
Rua Visconde do Rio Grande, 559
Jardim Jangadeiro - S.Paulo
13 de novembro de 2010, 19:00
WC Cultural
Rua Gerson Marques da Silva, 167
Metrô Capão Redondo - S.Paulo
Entrada gratuita.
Aguardamos vocês lá!
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Aip! no Cosmu e no Me Adiciona
http://www.cosmu.com.br/site/perfil/perfil_inicio.php?codPerfil=825
No Me Adiciona você coloca todos os links que tem na internet em um só lugar. Vale a pena conhecer!
http://www.meadiciona.com/aip
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Animals hoarder - Acumulador de animais
Hoarding é uma patologia psiquiátrica, que é caracterizada por uma excessiva acumulação e retenção de coisas e/ou animais até eles interferirem no dia a dia, como o cuidado com a casa, saúde, família, trabalho e vida social. Hoarding é, muito freqüentemente, um sintoma de uma doença mental mais grave, como o transtorno obsessivo compulsivo.
O Dr. David Tolin, diretor do Centro de Transtornos da Ansiedade, do Hospital Hartford, define hoarding:
“Até agora, hoarding é considerado por muitos pesquisadores como um tipo de transtorno obsessivo compulsivo. Entretanto, para outros cientistas, hoarding também pode ser relatado como transtorno do controle do impulso que podem ser:
- comprar compulsivamente);
- depressão;
- ansiedade social
- transtorno bipolar
Há os acumuladores de coisas e os acumuladores de animais.
Os acumuladores de animais, (animals hoarders), são pessoas que necessitam de cuidados psiquiátricos, porém ainda não há literatura médica a respeito. Essas pessoas têm dificuldade em tomar decisões racionais e de tomarem conta de si próprios, mesmo em relação ao básico. Também não conseguem lidar com situações que não possam controlar – geralmente a morte de qualquer animal leva a uma forte sensação de angústia.
O Dr. Gary Patronek, veterinário americano, diretor do Centro para Animais e Políticas Públicas da Universidade de Tufts e seu grupo chamado “The Hoarding of Animals Research Consortium”, criado em 1997, definiram um acumulador de animais como:
- alguém que acumula um grande número de animais sem lhe dar a garantia da cobertura das necessidades básicas (comida, cuidados de saúde e de higiene);
- alguém que não tem a capacidade de entender a deterioração progressiva da saúde e higiene de seus animais, (não reconhece a doença, a morte e a fome) e do meio onde se encontram (superlotação e más condições higiênicas).
O Dr. Gary Patronek também conduziu uma pesquisa, em 1999, para delinear o perfil do acumulador de animais e, chegou às seguintes conclusões:
- 76% são mulheres.
- 46% têm 60 anos ou mais.
- A maioria é de solteiros e mais da metade vive sozinho.
- Em 69% dos casos, fezes e urina de animais estavam acumuladas nas áreas sociais da casa. Em mais de 25% dos casos, a cama do acumulador estava suja com fezes e urina.
- Animais doentes ou mortos foram descobertos em 80% dos casos relatados, ainda que em 60% dos casos os acumuladores não reconhecessem o problema.
Em maio de 2003, os agentes da Humane Society de Maryland, nos Estados Unidos, invadiram o centro para animais “Chubbers Animal Rescue”, do casal Linda Farve e Ernie Mills. Os agentes encontraram mais de 300 gatos, vivendo em condições precárias de alimentação e higiene, incluindo mais de 70 corpos de felinos, em vários estágios de decomposição. Além disso, o chão do “estabelecimento” estava coberto por fezes, urina, lixo e esqueletos.
O casal foi julgado e condenado por crueldade contra os animais.
Os acumuladores, muitas vezes, aparentam levar vidas normais - são educados, simpáticos e conversadores. Porém, os animais (e eles próprios) vivem entre fezes, urina e lixo e, encontram-se subnutridos e doentes. Os cães, geralmente, estão infectados por várias doenças e os gatos com leucemia (FeLV), aids felina (FIV), etc.
Os animais que morrem, freqüentemente não são retirados do local. O acumulador não tem a percepção da falta de higiene e dos riscos para a própria saúde e a dos animais.
O acumulador não consegue dizer “não” a colocar mais um bicho em sua casa, por mais que esteja superlotada ou que o animal recolhido esteja muito doente (contagiando os outros animais). Ele acha que o bicho estará bem com ele, melhor do que em qualquer outro lugar e “nega” que seus animais estejam em condições precárias de saúde. Cães e gatos são as principais vítimas: 65% de gatos e 60% de cães estão envolvidos nas ocorrências.
Como o acumulador é, uma pessoa mentalmente doente, há controvérsias em relação à punição desse tipo de pessoa.
Mas, de uma forma geral, o acumulador é enquadrado nos crimes de negligência e crueldade contra os animais (maus – tratos).
Esse tipo de situação já é preocupante, em termos de saúde pública, nos Estados Unidos.
Junho/2006.
Martha Follain – Formação em Direito,Neurolingüística - Hipnose, regressão-Terapia Reikiana – animais e humanos-Terapia floral – animais e humanos.
terça-feira, 6 de julho de 2010
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Obrigado!
LOVE AND RESPECT ANIMALS
terça-feira, 22 de junho de 2010
Lion, um pitbull vegano
O Pitbull Lion, cão pertencente a uma raça errôneamente associada a sangue e violência, é vegano. Seu dono, um advogado adepto do veganismo, o encontrou amarrado a uma árvore de praça quando voltava do
trabalho para casa. Lion era um filhotão e estava magro, desnutrido e com alguns machucados.
Lucas, o advogado, não teve dúvidas quando o levou para casa. As dúvidas surgiram no momento de alimentá-lo. Como um vegano poderia comprar comida “normal” para seu animal dando apoio à industria de
carne, com toda a sua crueldade, exploração e danos ambientais, à qual o veganismo se opõe? E, também, não seria um contra-senso salvar um animal, mas ter de matar outros para sustentá-lo?
Dieta vegana e cenoura no lugar de ossos
Lucas conversou com uma amiga veterinária e trocou os bifes suculentos de Lion por tomates, bananas, mamão e pipoca. A veterinária explicou que a alimentação deveria ser complementada com uma ração
vegetariana, à base de legumes e alguns nutrientes sintéticos encontrados apenas em carnes, como a vitamina B12.
Perfeitamente adaptado à alimentação, Lion tem refeições balanceadas, com muitos vegetais, legumes, tubérculos, cereais e frutas. Devora arroz com legumes e, em vez de roer ossos, gosta de roer cenoura crua. A alimentação é complementada com uma ração vegetariana. Tudo que Lucas consume, acaba passando para seu cachorro.
Costuma dizer que o cão já tinha a alma vegana.
A veterinária explicou que os animais de hoje, alimentados apenas com ração, possuem sobrevida maior do que antigamente, quando bichos de estimação se alimentavam com restos de comida. Mas que é importante
observar se a ração possui vitamina B12, no caso de cães, e taurina, em alimento para gatos. Segundo ela, se a ração tiver a quantidade de proteína adequada e for balanceada, o animal será bem alimentado.
Onde encontrar ração vegetariana:
Nem todas as rações são veganas, mas todas são vegetarianas.
Veggie Pets:
http://www.veggiepets.com
Loja online com rações vegetarianas e veganas para cães e gatos, de
várias marcas disponíveis no mercado.
Rações Fri-Ribe:
http://www.fri-ribe.com.br
Fri-Dog Premium – Vegetariana – Ração 100% vegetal, com 25% de
proteínas, à venda no Brasil. Recomendada para alimentação diária de
cães adultos de todas as raças e portes.
Amí:
http://ami.aminews.net
Produtos alimentares totalmente vegetarianos para cães e gatos. Sem
corantes, nem conservantes nem produtos transgênicos.
Referências:
http://www.vegetarianismo.com.br/animais.html | http://www.vegepets.info
Fonte: Vista-se
Pensando a mudança
orgulhoso.
Todos pareciam se divertir bastante. Uma atmosfera de comunhão pôde até ser percebida por cidadãos desavisados, mas bastava um pouco de mais atenção para perceber as inconsistências da alegria supostamente reinante.
Maltrapilhos pelos cantos… pessoas de famílias mais pobres pelas bordas, vergonhosos de se apresentarem ante tanta gente bem arrumada… cães abandonados cabisbaixos por entre as pessoas tão ocupadas… e como se não bastasse essa composição já digna de nota, um caminhão lotado de bovinos pedia passagem por entre os transeuntes. Certamente rumando em direção a algum abatedouro. Evento corriqueiro, mas naquele momento pareceu como de propósito. Ninguém percebeu sua passagem, nem mesmo o olhar assustado dos animais que seguiam nele. Eu também estava lá e não fiz outra coisa se não me obrigar a deixar o local. Outros talvez fizeram o mesmo… nada mais que isso: uma típica posição de não deixar ver os olhos o que não se quer que sinta o coração.
Impotência ou covardia?
Suponhamos que tivesse sido apenas covardia e eu a tivesse vencido. Talvez teria sido mais ou menos assim…
<<< Ninguém percebeu a passagem do caminhão apinhado de bois, nem mesmo o olhar assustado dos animais que seguiam para o abate. Eu também estava lá mas fiz diferente. Coloquei-me de braços abertos na frente do caminhão. Com todos me olhando, obriguei o motorista a descer e logo em seguida libertei os animais. Os bovinos fugiram assustados quebrando todas as mesinhas com comes e bebes e seguiram para os campos onde hoje é um santuário. Ao motorista e aos “donos” dos animais dei outro emprego. Hoje trabalham produzindo e comercializando tofu. Os moradores e turistas caíram em si e todos viraram comunistas e veganos na justa hora em que eu tomei de um microfone, insuflei a voz e dei uma aula de ética e sociedade justa e pacífica. Não há mais maltrapilhos, nem famílias pobres ou cães abandonados em São Virgílio que até ganhou outro nome. Tornou-se Covegan, o primeiro município 100% comunista e vegano do país, referência para o amplo movimento de transformação que se espraia hoje por todos os estados e países. >>>
Poderia ter sido assim? Por mais que haja realmente muito de covardia em nós, não temos como negar que muito de impotência também exista. No entanto, apesar de o Hoje não poder ser logo o que queremos dele, o que podemos e devemos fazer para que o Amanhã o seja? Com que alternativas podemos contar para tornar nossas cidades autênticas “Covegans”?
Tem que haver saída!
Fonte: Vista-se





