quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ter um cão pode, literalmente, fazer bem ao o coração
“O cão pode ser um excelente motivador de atividades físicas. As pessoas que levam o cachorro para passear acabam caminhando mais. Elas costumam caminhar cerca de uma hora a mais por semana”, disse Mathew Reeves, professor de epidemiologia da Michigan State University e autor do estudo.
Reeves, que também é veterinário, diz que o problema de saúde pública da obesidade afeta tanto o homem quanto seu animal doméstico, por isso ambos se beneficiam da caminhada. Ele sugere que, mesmo não conseguindo se exercitar para melhorar a própria saúde, talvez a manutenção da saúde do animal seja o grande motivador necessário.
No estudo, publicado na edição de março do periódico americano Journal of Physical Activity and Health, foram revisados dados da de uma grande pesquisa de 2005 – com mais de 6.000 entrevistados – sobre fatores comportamentais de risco.
Quarenta e um por cento dos participantes eram donos de um cachorro. Dentre eles, quase dois terços relataram que levavam o animal para uma caminhada de pelo menos 10 minutos.
No total, os donos de cachorros se mostraram 69% mais propensos a realizar atividades físicas nas horas de lazer. Eles também apresentaram probabilidade 34% maior de realizarem os 150 minutos semanais de exercícios moderados ou vigorosos, recomendados pelos órgãos governamentais de saúde dos Estados Unidos.
“Apenas 27% das pessoas que têm um cachorro atingem as recomendações de 150 minutos semanais de atividades físicas – ou seja, elas provavelmente poderiam estar caminhando com mais freqüência”, disse Reeves.
O veterinário recomenda aos 40% dos donos de cachorros que nunca levam seus animais para passear que eles realmente deveriam começar a fazê-lo. “Todo cachorro deveria ter a oportunidade de sair de casa para caminhar”.
Diversas razões foram citadas pelos donos para não levar seus animais para passear, mas a desculpa mais comum foi de que o cachorro já se exercitava sozinho ou que vivia do lado de fora da casa. Alguns deles disseram que não tinham tempo ou interesse em levar o cão para passear, outros relataram que tinham animais muito mal-comportados. A idade avançada do cão ou do próprio dono também foi uma justificativa citada.
As pessoas com mais de 65 anos se mostraram mais propensas a atingir as recomendações governamentais simplesmente levando seu “melhor amigo” para um passeio. De acordo com o estudo, as pessoas de meia-idade foram as que passaram menos tempo passeando com o cachorro. O estudo também mostrou que o grau de instrução e o gênero tiveram pouco impacto no tempo dedicado ao passeio com o cachorro.
De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas com renda mais baixa, especificamente aquelas que ganhavam menos de US$20.000 por ano, foram as que passaram mais tempo passeando com o cachorro (a média foi de 104 minutos semanais).
Os pesquisadores também constataram que donos de cachorros mais jovens costumavam realizar mais exercícios. Os resultados também mostraram que os cães de menor porte realizavam passeios mais curtos.
Com base nos resultados do estudo, os autores sugerem que as campanhas de saúde pública enfatizem os benefícios para a saúde das caminhadas regulares com o cachorro.
“Se sua única forma de se exercitar é levando seu cachorro para passear, certifique-se de fazer isso pelo menos cinco vezes por semana por 30 minutos”, recomendou Jill Rubin, fisioterapeuta da clínica Scott and White Healthcare in Round Rock, do Texas.
“Se você não pode levar seu cão para passear com esta freqüência, algum tipo de exercício suplementar será necessário para atingir as recomendações dos órgãos de saúde”, ela complementou.
Respostas: Você sabe socorrer um pet em perigo?
Use uma focinheira ou amarre o focinho com uma corda
Como transportar o animal com a pata quebrada?
Arraste uma tábua para debaixo do bicho bem devagar
Em caso de envenenamento, o que fazer?
Lavar a boca do animal com muita água
Se o pet se afogar você deve
Deitar o animal de lado com a cabeça mais baixa que o corpo
Se uma aranha morder o animal
Coloque uma luva cirúrgica e massageie de leve o local da picada
Se seu pet tiver uma convulsão, como agir?
Aproxime-se por trás e coloque uma almofada sob sua cabeça
O que fazer se o seu pet se engasgar?
Levante as patas dianteiras e abra-as
Se seu cão ou gato tiver febre
Molhe todo o animal com água fria
Se cair um corpo estranho no olho do pet
Lave os olhos com água corrente
Em casos de queimadura
Lave a lesão com soro fisiológico
Saiba como estimular a inteligência do seu cão
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Leão Ariel apresenta sinais de melhora, mas locomoção é incerta
06 de abril de 2011
A veterinária responsável pelo tratamento, Lívia Pereira Texeira, diz que apesar da evolução, não sabe se o animal voltará a andar. “Não posso afirmar isso, eu estaria me comprometendo com algo que eu realmente não sei. O Ariel tem que recuperar toda a massa muscular e melhorar a contratura das patas. Existe uma série de obstáculos a ser vencidos, mas eu acredito que chegaremos no nosso objetivo”, ressalta.
Lívia conta que Ariel desenvolveu sensibilidade nas patas traseiras e está conseguindo sentar. “No início ele não aguentava ficar nem três minutos nesta posição, agora suporta até meia hora. Ele também puxa as patas traseiras quando sente algum incômodo”, relata.
A veterinária ressalta que o tratamento é lento e gradual, tal como uma pessoa que sofre um grave acidente. O animal faz várias horas de fisioterapia por dia, com diversos aparelhos, como raio laser, ultrassom, entre outros. “No momento estamos no dedicando mais a alongamentos, exercícios que estimulem a força muscular e hidroterapia. Como está chegando o inverno, colocamos um aquecedor na piscina, que irá ajudar muito no tratamento”, ressalta.
Recentemente Ariel recebeu uma cadeira de rodas feita especialmente para ele, mas ela está sendo pouco utilizada no momento. “Como ele ficou muito tempo parado, as patas dianteiras dele, que iriam fazer a força de locomoção, ficaram fracas. Por isso estamos trabalhando a resistência desses músculos para depois, então, colocá-lo de novo na cadeira”, explica.
O tutor do animal, Ari Marcos Borges da Silva, ressalta que não existe a possibilidade de sacrificar o felino. “Andaram dizendo isso por aí, mas nós jamais vamos desistir dele. Ele é nosso xodó, não existe essa possibilidade”, afirma.
Fonte: O Diário
http://www.anda.jor.br/2011/04/06/leao-ariel-apresenta-sinais-de-melhora-mas-locomocao-e-incerta/
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