quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Parceria permite levar animais abandonados para passear e brincar

Fabiana Piasentin
Do Diário OnLine

Você ama os animais, se compadece com a história de cães e gatos abandonados, mas não tem condições de adotar um bichinho sem família? Pois saiba que é possível ajudar a diminuir o sofrimento de alguns desses animais gastando pouco tempo e dispensando muito amor.

Uma parceria firmada no último dia 16 entre o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Bernardo e entidades protetoras pretende humanizar o tratamento dado aos animais abandonados no município. Graças ao acordo, protetores e simpatizantes da causa podem fazer visitas diárias ao Canil Municipal para passear, brincar e até dar banho nos bichos recolhidos.

Atualmente, o CCZ de São Bernardo abriga 38 animais, na sua maioria adultos. As visitas podem ser feitas diariamente, das 8h30 às 17h30 (exceto horário de almoço, das 11h30 às 12h30), e aos sábados até as 12h. Durante esse período, os visitantes podem entrar nos canis e gatis (limite de até três pessoas por baia), brincar com os animais na área externa e, uma vez por semana, higienizá-los. As visitas são orientadas pela equipe do CCZ.

De acordo com a secretária de Comunicação da Prefeitura, Andréa Brock, a idéia é transformar o Centro de Zoonoses em algo mais humano. "Estamos abrindo o CCZ para protetores e simpatizantes da causa animal. Isso já existe em São Paulo, mas no Grande ABC a iniciativa é inédita", afirma.

O protetor Luiz Scalea, da Apasfa (Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis), acredita que a abertura do CCZ para o público é benéfica. "Atualmente, a população é chamada a fazer isso para nós, humanos. Isso dá a possibilidade para aquelas pessoas que não são protetoras, mas são simpáticas à causa animal, que se dirijam ao centro de zoonoses e encontrem um animal precisando de carinho e atenção", considera. "Quem entende a dor de um animal vai saber entender a dor do semelhante. Isso desencadeia nas pessoas um sentimento melhor."

Preconceito - Quem visita um centro de zoonoses deve se preparar para encontrar animais que podem ter sido vítimas de maus tratos ou que não se encaixam nos "padrões de beleza" dos bichinhos à venda nos pet shops. "Aquela pessoa que tem preconceito com um CCZ porque acha que tem pulga, animal com sarna, tem que fazer uma reflexão. Espero que ninguém a rejeite e que não tenha nojo caso ela precise de uma mão amiga", conclui o protetor.

A vida nos abrigos, no entanto, não é um impedimento para a felicidade de muitos animais que esperam pela adoção. Para Luiz Scalea, engana-se quem pensa que as visitas esporádicas geram frustrações nos animais enclausurados. "A continuidade da vida está no pensamento dos bons momentos que tivemos. Tenho certeza que aquele animal vai querer continuar vivendo porque vai esperar pela visita de uma boa alma. Talvez ele consiga amolecer o coração de alguém e essa pessoa perceba que sempre cabe mais um ser, independentemente da cor e raça", analisa.

Serviço - Canil Municipal de São Bernardo
Av. Dr. Rudge Ramos, 1740
Rudge Ramos
Telefone: 4365-3349

http://www.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=1&id=18901

NINA ROSA NOVAMENTE NA PAX UNIVERSAL 09 de agosto 2008

Quando você toma um remédio, sabe como ele foi criado? Quando você passa batom, sabe realmente o que está colocando em seus lábios? Lanolina, queratina, ácidos graxos... de onde vêm as substâncias que deixam seus cabelos macios e sua roupa ainda mais branca? O que acontece para que esses produtos tenham seu consumo permitido?

Por trás dos rótulos atraentes e das promessas de efeitos miraculosos está o sofrimento de milhões de animais que serviram como cobaias dos testes. Os resultados - cada dia mais contestados - são extrapolados para humanos, e sua eficácia está sendo cada vez mais questionada.

Filósofos, cientistas e ativistas revelam o que é mantido em segredo. Depois de saber, você não será mais o mesmo.

Este é o tema de "Não Matarás - os animais e os homens nos bastidores da ciência", um olhar abrangente sobre o sistema que mata mais do que salva, que será exibido no próximo dia 09 de agosto, sábado, no auditório da PAX Universal. Após a sessão, Nina Rosa Jacob estará disponível para esclarecimentos sobre esta e outras questões relacionadas à exploração dos animais.


Exibição de Não Matáras - 13 às 14 h

Conversa com Nina Rosa - 14 às 15 h

Entrada franca. Haverá venda de material educativo do INR (vídeos, cds e livros) na loja da PAX.

Auditório da PAX Universal: Av. Braz Leme, 1353 - Santana - São Paulo/SP - veja como chegar em http://www.pax. org.br/.


Outras informações:

Instituto Nina Rosa - projetos por amor à vida
www.institutoninaro sa.org.br
Fone/fax: (11) 3868-4434 / 3868-4273

Educação Humanitária - um caminho para a paz

Mahogany Cosméticos: preocupação de não testar os produtos em animais‏

O respeito com a natureza é outro valor muito importante para a
Mahogany. O nome é uma representação do mogno, conhecido por ter raiz
profunda, tronco reto e sem falhas, que atinge grandes alturas e é
matéria-prima de produtos de alta qualidade e sofisticação, que tem
tudo a ver com a filosofia da empresa. Há ainda a preocupação de não
testar os produtos em animais, mas sim em laboratórios de certificação
de padrão mundial.

http://www.mahogany.com.br/sklean.asp

Vacinação de gatos e cães contra raiva começa no dia 11 em SP

Em toda a capital paulista, serão montados 2 mil postos, fixos e volantes, para a aplicação gratuita da dose
PAULO - Os donos de cães e gatos terão entre os dias 11 e 24 deste mês para vaciná-los contra a raiva. Em toda a capital paulista, serão montados 2 mil postos, fixos e volantes, para a aplicação gratuita da dose. O serviço funcionará das 9 às 17 horas. A meta da Secretaria Municipal da Saúde é imunizar mais de 1 milhão de animais. Segundo a pasta, casos da doença não são registrados na cidade há 25 anos.

Para ser vacinado, o animal deve ter pelo menos três meses de vida. Não é necessária a apresentação de documentos. Fêmeas em período de gestação, cio ou em fase de amamentação também podem receber a vacina. Sua aplicação não é permitida em cachorros e gatos doentes e que se recuperam de acidentes ou cirurgias. A relação de postos, com locais e datas, pode ser consultada no site ou pelo telefone 156.

http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid218858,0.htm


Cavalos são mortos de forma misteriosa Foz do Iguaçu- Pr

Foz do Iguaçu - Em menos de dois meses, nove cavalos foram mortos de forma misteriosa em Foz do Iguaçu. Os animais pertencem a catadores de lixo e puxam carrinhos que transportam material reciclável colhido nas ruas. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, mas até agora não há pistas do responsável pela matança.

A maioria dos cavalos foi abatida a tiros durante a noite, em terrenos próximos às residências dos catadores de lixo. Alguns são agredidos antes de serem baleados ou até mesmo envenenados. Um dos cavalos, que recebeu quatro tiros, foi encontrado com a cabeça amarrada a uma árvore.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que atua no setor de coleta reciclável, está orientando os proprietários a dar queixa na polícia. No entanto, nem todos procuram os investigadores. Segundo a Polícia Civil, até agora apenas dois proprietários fizeram registro de ocorrência. Possivelmente eles temem represálias.

O presidente da Associação dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu, Claudemir Gomes das Neves, diz que os trabalhadores usam os cavalos porque não têm acesso aos carrinhos elétricos movidos a bateria feitos por técnicos da Itaipu Binacional. Em maio deste ano, 18 carrinhos foram cedidos para agentes ambientais que integram cooperativas. Cada cooperativa recebeu três. “Por enquanto não temos idéia do motivo das mortes. O pessoal está com medo de comprar o cavalo e perder de novo.” Ele diz que todos os animais mortos já haviam sido cadastrados pela prefeitura de Foz do Iguaçu.

O caso mais recente envolveu o envenenamento de uma égua, no bairro Porto Meira, fronteira com a Argentina, onde vem ocorrendo a maioria dos crimes.

A proprietária do animal é a agente ambiental Claudinéia Fernandes, 23 anos. Mãe de uma filha de 1 ano, ela sobrevive da coleta de lixo há 10 anos e agora, sem a égua Paloma, está colhendo menos material e ganhando pouco. “Já estou parada há 10 dias e quando saio na rua só recolho 10 ou 15 sacos de lixo”, diz. A égua está deitada em um terreno vizinho à residência da família. “Eu já deixei de comprar comida para comprar remédio para ela”, diz.

A catadora conta que alguns veterinários já estiveram no local para examinar Paloma e um deles recomendou que o animal fosse sacrificado, mas ela não concorda porque acredita na recuperação da égua. A família de Claudinéia já está procurando outro animal para comprar, mas para isso é preciso desembolsar pelo menos R$ 1,8 mil. Claudinéia ganha cerca de R$ 350 por mês com a coleta de lixo reciclável.

Crianças

Outro problema relacionado aos catadores de lixo é a presença de crianças nos carrinhos. Muitos deles levam os filhos para ajudar na coleta, mas a atitude não está de acordo com as normas do Conselho Tutelar. Por isso, em breve será realizada uma força-tarefa para orientar os pais a não deixar os filhos com menos de 18 anos a ajudá-los a pegar papelão. As famílias receberão auxílio de assistentes sociais que também irão checar se as crianças e adolescentes estão estudando. Em toda a cidade há mil catadores de lixo, dos quais 250 são ligados a cooperativas.

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=794461&tit=Cavalos-sao-mortos-de-forma-misteriosa

Pelo bem estar dos "animais de produção"

Bem-estar: Abef recebe visita do Diretor-Geral da Sociedade Mundial de Proteção Animal
08:07 31/07/2008
O Diretor-Geral da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA), Peter Davies, realizou hoje (30/7) uma apresentação na Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (ABEF) para representantes de entidades do agronegócio e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Davies abordou o papel das Organizações Não-Governamentais na implementação do bem-estar animal e formas de cooperação com entidades governamentais e associações representantes do setor produtivo. E destacou que ocorreu um importante avanço no relacionamento da WSPA com estes setores.

"O trabalho da WSPA para o bem-estar animal é de importância inestimável, e sem dúvida será desenvolvido em toda a cadeia produtiva de carnes no Brasil", destacou o Presidente Executivo da ABEF, Francisco Turra, que participou do encontro acompanhado do Diretor Executivo, Christian Lohbauer, e da assessora técnica Sulivan Alves.

A WSPA já assinou termos de cooperação com entidades como a ABEF, no sentido de aprimorar as práticas ligadas ao bem-estar animal na avicultura brasileira de exportação. Além da ABEF, assinaram convênios a União Brasileira de Avicultura (UBA) e a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Carne Suína (Abipecs).

No encontro de hoje, a gerente de Animais de Produção (putz!

) da WSPA Brasil, Charlí Lutdke, falou sobre o cronograma de iniciativas, que incluem cursos para fiscais agropecuários e médicos veterinários, a contratação de zootecnistas e a produção de material didático.

Também esteve presente à reunião Roland Bonney, co-fundador e diretor da Food Animal Initiative (FAI), de Oxford. Ele frisou que o mundo está hoje em uma nova era no que diz respeito à produção animal, caracterizada pelo trinômio ambiente-economia-é tica (essa foi boa...). E destacou a importância dos projetos que a WSPA desenvolve no Brasil, também em execução na China.

Já o Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Márcio Portocarrero, frisou que o MAPA apóia as iniciativas da WSPA. Pelo ministério também compareceu ao encontro a Coordenadora da Comissão de Bem-Estar Animal da Secretaria, Andréa Parrilla.

Nos últimos anos a avicultura brasileira registrou grandes avanços no bem-estar animal. Um dos principais indicadores é a densidade média de frangos por metro quadrado nos galpões das granjas. No Brasil ela é hoje de 34kg/m2, enquanto em um dos mercados mais exigentes neste tema, a União Européia, a densidade máxima é de 39 kg/m2. (
Fonte: Abef - Assessoria de Imprensa.

CCJ é favorável a projeto que minimiza dor de animais submetidos a pesquisa científica

Constituição e Justiça
06/08/2008 - 12h13
CCJ é favorável a projeto que minimiza dor de animais submetidos a pesquisa científica
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (6) parecer do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) favorável a projeto oriundo da Câmara dos Deputados que estabelece rigorosos critérios para utilização de animais em pesquisa científica. Na prática, o projeto (PLC 93/08) tem por meta poupar ao máximo do sofrimento e da dor o animal quando submetido a procedimentos em laboratórios para fins de ensino e pesquisa.
Apresentado em 1995 pelo então deputado Sérgio Arouca - já falecido -, o projeto considera como atividade científica toda aquela relacionada com ciência básica, ciência aplicada, desenvolvimento tecnológico, produção e controle da qualidade de drogas, medicamentos, alimentos ou quaisquer outros procedimentos testados em animais. A proposta desconsidera, entretanto, como atividade de pesquisa, as práticas zootécnicas relacionadas à agropecuária.
O projeto cria o Conselho Nacional de Experimentação Animal (Concea). Entre as suas atribuições, destacam-se a formulação de normas relativas à utilização humanitária de animais com a finalidade de ensino e pesquisa científica, além do credenciamento de instituições para criação e utilização de animais a serem submetidos à ciência. Também caberá ao órgão monitorar e avaliar a introdução de técnicas alternativas que substituam a utilização de animais, tanto no ensino quanto na pesquisa.
A proposta determina ainda que os animais só poderão ser submetidos a intervenções desde que elas sejam recomendadas nos protocolos dos experimentos que constituem a pesquisa ou programa de aprendizado. Além disso - acrescenta o projeto -, os animais utilizados deverão receber cuidados especiais antes, durante e após o experimento, conforme determinação estabelecida pelo Concea. Entre as recomendações, está a proibição do uso de bloqueadores neuromusculares ou de relaxantes musculares em substituição a substâncias sedativas, analgésicos ou anestésicas.
O senador Osmar Dias (PDT-PR) enalteceu o projeto, mas alertou que, devido aos 13 anos em que a matéria tramitou na Câmara dos Deputados, poderia estar defasado. Em resposta, opresidente da CCJ, senador Marco Maciel (DEM-PE), informou que a matéria, ao ser analisada no semestre passado pela Câmara, sofreu várias alterações, incluindo aquelas sugeridas pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
O projeto segue agora para análise de mais duas comissões: a de Educação, Cultura e Esporte (CE) e a de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), onde será votado em decisão terminativa.
Cláudio Bernardo / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)