segunda-feira, 27 de abril de 2009

A JADE QUER ABENÇOAR ALGUÉM COM ESTE SORRISÃO TODOS OS DIAS E PARA ISSO SÓ PRECISA DE UM LAR E DE MUITO AMOR!!!

OLÁ PESSOAL, ESSA É A CARISMÁTICA JADE,JÁ VIRAM UM CÃO DEPOIS DA CASTRAÇÃO DAR ESE LARGO SORRISO???POIS ESSA É A NOSSA FOFURA, MAS POR SE TRATAR DE UMA SRD NINGUÉM A QUER,PENA POIS NÃO SABEM O QUE ESTÃO PERDENDO.
ELA ESTÁ CASTRADA, VACINADA,VERMÍFUGADA ,TEM APENAS 3 ANOS, OBEDIENTE, AMOROSA,TUDO DE BOM.QUEM QUISER ADOTÁ-LA OS CONTATOS SÃO COM ANGELA(11)26772973.ESTÁ EM LAR TEMPORÁRIO POR TEMPO CURTO E DEPOIS????
AGRADEÇO DE CORAÇÃO SE AJUDAREM A DIVULGA-LA.

CONVITE - CURITIBA - PR- CONVÊNIO PARA FORMAÇÃO DA REDE DE DEFESA E PROTEÇÃO ANIMAL DA CIDADE DE CURITIBA DIA 28/04/2009

sábado, 25 de abril de 2009

Show do Aip! dia 2 de maio no Splash Rock Bar

Show Aip! no Splash Rock Bar
Dia 02 de maio, 22 horas
Rua Padre Ildefonso, 64
Metrô Tietê
São Paulo - SP
***
Compareçam!

Quando aves colidem com prédios

Pesquisas indicam que, só nos ESTADOS UNIDOS, mais de 100 milhões de aves morrem por ano depois de colidir com prédios de todos os tipos, diz a SOCIEDADE AUDUBON.
E alguns pesquisadores acreditam que esse número talvez chegue a quase 1 bilhão! Mas por que essa colisão? O que pode ser feito para impedí-las?
As aves geralmente só conseguem ver o que está do outro lado do vidro, como o céu e plantas. Em resultado disso, acabam colidindo com toda força. Talvez por virem plantas ou locais onde pousar.
Vidros laminados ou espelhados também causam problemas, pois de determinados ângulos, refletem o céu ou paisagens e acabam colidindo por ir buscar tais paisagens. Elas morrem até mesmo em santuários para aves e em refúgios para a vida selvagem ao colidir com vidros nas instalações de tais lugares.
O DR. DANIEL KLEM JR., ornitologista e professor de biologia, acredita que mais aves morrem por colidir com janelas do que por qualquer outra causa relacionada a atividades humanas - exceto talvez por causa da destruição do habitat delas.
Algumas aves são especialmente propensas a colisões. A maioria dos pássaros canoros migratórios, por exemplo, voa para seu destino á noite e se orienta, em parte, por meio das estrelas. Em resultado disso, eles talvez fiquem confusos com as luzes brilhantes de prédios altos.

Fonte:
Espaço Blogger

sexta-feira, 24 de abril de 2009

"Se todos fizessem um pouco..."

Se as pessoas cuidassem adequadamente de seu animal de estimação e o tratassem com o respeito que ele merece, não haveria abandonos e maus-tratos e os animais fariam parte da família que eles tanto amam.

Se nas escolas ensinassem as crianças desde cedo como cuidar dignamente de um animal e discutissem a importância desta atitude, elas cresceriam valorizando seu amigo, além de se tornarem seres mais responsáveis.

Se as crianças aprendessem a valorizar todas as formas de vida, quando adultos saberiam como ninguém amar e respeitar o ser humano e seriam menos preconceituosas também.

Se estas crianças transmitissem os conhecimentos adquiridos sobre posse responsável aos pais, familiares e amigos e conseguissem influenciá-los, a realidade dos animais seria bem mais positiva.

Se os proprietários entendessem a necessidade de levar seus animais de estimação para castrar, como coisa rotineira, não haveria nascimentos indesejados, abandonos e mortes.

Se as Prefeituras de todas as cidades realizassem campanhas de castração gratuitas para que as pessoas de baixa renda pudessem utilizar este serviço, o problema da superpopulação estaria resolvido ou pelo menos minimizado.

Se os governos entendessem que é muito mais barato e eficaz castrar os animais do que manter a carrocinha e a morte indiscriminada de cães e gatos por injeção letal, já teriam modificado há muito tempo a política dos centros de zoonozes.

Se os animais estivessem todos castrados, não haveria superpopulação e os que porventura ainda estivessem nas ruas não procriariam, o que diminuiria significativamente o número dos desabrigados.

Se não houvesse animais vagando pelas ruas, as pessoas passariam a valorizá-los e eles seriam poucos e especiais.
Se os animais que são comercializados só fossem vendidos já castrados, isto evitaria que muitos aproveitadores quisessem animais de raça só com o intuito de procriação e venda de filhotes.

Se as pessoas entendessem que os animais são seres vivos e sensíveis, elas não desejariam possuir um determinado animal só porque sua raça está na moda. Elas saberiam que por trás daquela raça existe um ser que ama e sofre e que se apega às pessoas que cuidam dele.

Se as pessoas entendessem que os animais, assim como nós, sentem dor e medo, elas se compadeceriam deles e tentariam ajudá-los quando estivessem necessitados.

Se as pessoas se compadecessem dos animais que estão sofrendo nas ruas e os resgatassem e cuidassem deles para depois encaminhá-los para adoção, diminuiria muito o número de mortes por doenças e desnutrição.

Se as pessoas ficassem atentas às necessidades básicas dos animais como alimentação adequada, vacinação anual e abrigo contra as intempéries, todos eles teriam uma vida longa e digna.

Se as pessoas soubessem que os animais além de comida e abrigo precisam também de atenção e carinho, eles seriam muito mais felizes.

Se todos soubessem que prender animais em correntes ou espaços mínimos só gera revolta e infelicidade, todos os animais viveriam livres e satisfeitos no espaço a eles destinado.

Se todos soubessem que os filhotes deveriam ser ensinados apenas com recompensas pelo acerto e nunca com castigos e violência, as pessoas teriam em sua companhia animais adestrados e educados.

Se as pessoas soubessem que seu animal de estimação pode viver entre 12 e 15 anos, dependendo do porte, não haveria tantos abandonos provocados por velhice.

Se as pessoas soubessem que, como qualquer ser humano, os animais precisam mais delas quando estão doentes ou velhos, eles não seriam abandonados no momento que mais necessitam de cuidados.

Se as pessoas proporcionassem uma vida boa aos animais de estimação, receberiam em troca uma gratidão sem limites e uma dedicação que não se iguala a nenhum sentimento humano.

Se todos fizessem um pouco, com certeza esta situação de abandonos, sofrimentos e mortes seria atenuada.

Para que isto aconteça, precisamos lutar e nos empenhar, pois os animais dependem de nós.

Maria Augusta Toledo