
Em breve mais fotos!!!*Contato através do orkut com Kelly Grassi
"A vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo." (Olympia Salete)

Em breve mais fotos!!!Por Lobo Pasolini (da Redação)
Uma investigação que levou o fechamento de um matadouro de carne orgânica em Vermont, nos Estados Unidos, demonstra mais uma vez o engodo que esse termo representa quando se trata de produtos animais.
Bushway Packing Inc., que havia sido fechada por um dia em maio, em junho e julho por “tratamento desumano de animais”, foi pega em vídeo mais uma vez torturando animais com cabos de choque elétrico e arrancando a pele de animais ainda conscientes.
O matadouro se especializa em matar bezerros com apenas alguns dias de vida que nos Estados Unidos são chamados de ‘bob veal calves’, que terminam em cachorros quentes e outras ‘carnes baratas’.
A investigação foi feita pela Humane Society of the United States, uma organização de defesa animal, que informa que ‘bob veal calves’ representam 15% dos bezerros que são transformados em vitela naquela país. Oficiais do governo reagiram condenando o que viram no vídeo.
Laticínios
O incidente mais uma vez reforça que o veganismo é a resposta para essa situação de horror. Vitela é um sub-produto da indústria do leite, uma forma de ‘aproveitamento’ das crias das vacas exploradas por seu leite. Quem consome laticínios (leite e derivados) apoia diretamente essa indústria.
O que foi registrado nesse vídeo não mostra um “caso separado”. Crueldade é inerente à indústria de exploração de animais porque o destino final dos animais é a morte e a jornada até lá é tortura e aprisonamento.
Essa não é uma indústria regulável. A indústria de exploração de animais é uma deformidade que deve e pode ser eliminada através da nossa dieta.
Fonte: AP
Estima-se que hoje existam apenas 3.500 tigres vivendo livres em 12 países asiáticos e na Rússia, contra cerca de 100 mil há um século, disseram especialistas e conservacionistas.
Os tigres vêm sendo caçados ilegalmente para a extração de partes de seus corpos, e a Ásia está ao centro de um comércio ilegal de animais selvagens que a organização policial internacional Interpol estima possa movimentar mais de US$ 20 bilhões dólares por ano.
As peles dos tigres são vendidas no mercado negro para servir de tapetes ou capas. Em países como a China, uma pele de tigre pode valer até 20 mil dólares no mercado negro.
De acordo com conservacionistas, outros perigos enfrentados pelo chamado "patrimônio asiático" que é o tigre são a destruição de seus habitats e a redução da base de presas das quais eles se alimentam.
"Se a conservação dos tigres continuar sendo tratada como vem sendo até agora, a população de tigres estará fadada à extinção nos próximos 15 a 20 anos", disse à Reuters o diretor de programas do Fundo Salvar os Tigres, de Washington, Mahendra Shrestha, falando durante uma conferência sobre a conservação de tigres.
Shrestha disse que uma ação policial, patrulhas para combater a caça ilegal e a preservação dos habitats ainda remanescentes podem melhorar a situação.
"Existe esperança. Podemos fazer isto. Não se trata de ciência de vanguarda. Não é algo que exija muitas novas atividades", disse Shrestha.
"Mas é preciso uma vontade política forte de conservar os tigres, e também apoio internacional forte para as atividades dos países em que vivem tigres."
Ainda há tigres vivendo em liberdade em Bangladesh, Butão, Camboja, China, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Nepal, Rússia, Tailândia e Vietnã.
John Seidensticker, cientista chefe do Centro de Ecologia da Conservação do Zoológico Nacional Smithsonian, disse que o habitat dos tigres foi reduzido em 40 por cento na última década, devido à destruição das florestas.
"Nosso desafio é fazer as paisagens com tigres vivos valer mais que aquelas em que os tigres foram mortos", disse Seidensticker. "Acho que temos uma década para evitarmos a morte dos tigres."Eles se acorrentaram uns aos outros e acionaram uma sirene que impediu a continuidade dos trabalhos da comissão. Ele seguravam um cartaz com os dizeres "A bancada ruralista quer destruir nossas florestas".
A Polícia Legislativa desligou a sirene e escoltou os ativistas para fora da sala. A reunião foi retomada.
O projeto recebeu substitutivo do relator, deputado Marcos Montes (DEM-MG), que vem sendo chamado por ambientalistas de "Floresta Zero".
A proposta isenta de multas ambientais os proprietários de áreas desmatadas ilegalmente e dispensa a obrigatoriedade de recompor florestas degradadas.
O relator nega que esteja favorecendo desmatadores e diz que está apenas adequando legislação à realidade.
Adiamento
O presidente da comissão, deputado Roberto Rocha (PSDB-MA), adiou para a semana que vem a discussão do substitutivo do deputado Marcos Montes (DEM-MG) ao projeto de lei.
O adiamento foi solicitado pelo presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho (PV-MA). Antes disso, por mais de duas horas, a proposta enfrentou obstrução de parlamentares ambientalistas.
A obstrução foi liderada pelo deputado Edson Duarte (PV-BA), com o apoio do líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), que passou pela comissão.
Anistia
Conforme cálculos de ambientalistas, o substitutivo concede anistia a proprietários ou ocupantes ilegais de mais de 35 milhões hectares desmatados ilegalmente no país --área equivalente a nove vezes o estado do Rio de Janeiro ou 18 vezes a área de Sergipe.
Outras mudanças
O relator acrescentou também dezenas de alterações ao Código Florestal (Lei 4.771/65). Por exemplo, ele repassa para os estados a competência de definir os percentuais de reserva legal e de áreas de proteção permanente (APPs).
Originalmente, o projeto apenas permite a reposição de áreas florestais, em reservas legais, com palmeiras que podem ser exploradas economicamente, como o açaí, o dedenzeiro e o babaçu. O objetivo é permitir a exploração econômica das partes das propriedades rurais destinadas à preservação ambiental.Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis.