quarta-feira, 14 de julho de 2010

Animals hoarder - Acumulador de animais

Hoarding é uma patologia psiquiátrica, que é caracterizada por uma excessiva acumulação e retenção de coisas e/ou animais até eles interferirem no dia a dia, como o cuidado com a casa, saúde, família, trabalho e vida social. Hoarding é, muito freqüentemente, um sintoma de uma doença mental mais grave, como o transtorno obsessivo compulsivo.

O Dr. David Tolin, diretor do Centro de Transtornos da Ansiedade, do Hospital Hartford, define hoarding:

“Até agora, hoarding é considerado por muitos pesquisadores como um tipo de transtorno obsessivo compulsivo. Entretanto, para outros cientistas, hoarding também pode ser relatado como transtorno do controle do impulso que podem ser:

  • comprar compulsivamente);
  • depressão;
  • ansiedade social
  • transtorno bipolar

Há os acumuladores de coisas e os acumuladores de animais.

Os acumuladores de animais, (animals hoarders), são pessoas que necessitam de cuidados psiquiátricos, porém ainda não há literatura médica a respeito. Essas pessoas têm dificuldade em tomar decisões racionais e de tomarem conta de si próprios, mesmo em relação ao básico. Também não conseguem lidar com situações que não possam controlar – geralmente a morte de qualquer animal leva a uma forte sensação de angústia.

O Dr. Gary Patronek, veterinário americano, diretor do Centro para Animais e Políticas Públicas da Universidade de Tufts e seu grupo chamado “The Hoarding of Animals Research Consortium”, criado em 1997, definiram um acumulador de animais como:

  • alguém que acumula um grande número de animais sem lhe dar a garantia da cobertura das necessidades básicas (comida, cuidados de saúde e de higiene);
  • alguém que não tem a capacidade de entender a deterioração progressiva da saúde e higiene de seus animais, (não reconhece a doença, a morte e a fome) e do meio onde se encontram (superlotação e más condições higiênicas).

O Dr. Gary Patronek também conduziu uma pesquisa, em 1999, para delinear o perfil do acumulador de animais e, chegou às seguintes conclusões:

  • 76% são mulheres.
  • 46% têm 60 anos ou mais.
  • A maioria é de solteiros e mais da metade vive sozinho.
  • Em 69% dos casos, fezes e urina de animais estavam acumuladas nas áreas sociais da casa. Em mais de 25% dos casos, a cama do acumulador estava suja com fezes e urina.
  • Animais doentes ou mortos foram descobertos em 80% dos casos relatados, ainda que em 60% dos casos os acumuladores não reconhecessem o problema.

Em maio de 2003, os agentes da Humane Society de Maryland, nos Estados Unidos, invadiram o centro para animais “Chubbers Animal Rescue”, do casal Linda Farve e Ernie Mills. Os agentes encontraram mais de 300 gatos, vivendo em condições precárias de alimentação e higiene, incluindo mais de 70 corpos de felinos, em vários estágios de decomposição. Além disso, o chão do “estabelecimento” estava coberto por fezes, urina, lixo e esqueletos.

O casal foi julgado e condenado por crueldade contra os animais.

Os acumuladores, muitas vezes, aparentam levar vidas normais - são educados, simpáticos e conversadores. Porém, os animais (e eles próprios) vivem entre fezes, urina e lixo e, encontram-se subnutridos e doentes. Os cães, geralmente, estão infectados por várias doenças e os gatos com leucemia (FeLV), aids felina (FIV), etc.

Os animais que morrem, freqüentemente não são retirados do local. O acumulador não tem a percepção da falta de higiene e dos riscos para a própria saúde e a dos animais.

O acumulador não consegue dizer “não” a colocar mais um bicho em sua casa, por mais que esteja superlotada ou que o animal recolhido esteja muito doente (contagiando os outros animais). Ele acha que o bicho estará bem com ele, melhor do que em qualquer outro lugar e “nega” que seus animais estejam em condições precárias de saúde. Cães e gatos são as principais vítimas: 65% de gatos e 60% de cães estão envolvidos nas ocorrências.

Como o acumulador é, uma pessoa mentalmente doente, há controvérsias em relação à punição desse tipo de pessoa.

Mas, de uma forma geral, o acumulador é enquadrado nos crimes de negligência e crueldade contra os animais (maus – tratos).

Esse tipo de situação já é preocupante, em termos de saúde pública, nos Estados Unidos.

Junho/2006.

Martha Follain – Formação em Direito,Neurolingüística - Hipnose, regressão-Terapia Reikiana – animais e humanos-Terapia floral – animais e humanos.


http://www.maedecachorro.com.br/2008/10/colecionadores-de-animais.html

terça-feira, 6 de julho de 2010

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LOVE AND RESPECT ANIMALS

terça-feira, 22 de junho de 2010

Lion, um pitbull vegano



O Pitbull Lion, cão pertencente a uma raça errôneamente associada a sangue e violência, é vegano. Seu dono, um advogado adepto do veganismo, o encontrou amarrado a uma árvore de praça quando voltava do
trabalho para casa. Lion era um filhotão e estava magro, desnutrido e com alguns machucados.

Lucas, o advogado, não teve dúvidas quando o levou para casa. As dúvidas surgiram no momento de alimentá-lo. Como um vegano poderia comprar comida “normal” para seu animal dando apoio à industria de
carne, com toda a sua crueldade, exploração e danos ambientais, à qual o veganismo se opõe? E, também, não seria um contra-senso salvar um animal, mas ter de matar outros para sustentá-lo?



Dieta vegana e cenoura no lugar de ossos

Lucas conversou com uma amiga veterinária e trocou os bifes suculentos de Lion por tomates, bananas, mamão e pipoca. A veterinária explicou que a alimentação deveria ser complementada com uma ração
vegetariana, à base de legumes e alguns nutrientes sintéticos encontrados apenas em carnes, como a vitamina B12.

Perfeitamente adaptado à alimentação, Lion tem refeições balanceadas, com muitos vegetais, legumes, tubérculos, cereais e frutas. Devora arroz com legumes e, em vez de roer ossos, gosta de roer cenoura crua. A alimentação é complementada com uma ração vegetariana. Tudo que Lucas consume, acaba passando para seu cachorro.
Costuma dizer que o cão já tinha a alma vegana.

A veterinária explicou que os animais de hoje, alimentados apenas com ração, possuem sobrevida maior do que antigamente, quando bichos de estimação se alimentavam com restos de comida. Mas que é importante
observar se a ração possui vitamina B12, no caso de cães, e taurina, em alimento para gatos. Segundo ela, se a ração tiver a quantidade de proteína adequada e for balanceada, o animal será bem alimentado.


Onde encontrar ração vegetariana:

Nem todas as rações são veganas, mas todas são vegetarianas.

Veggie Pets:
http://www.veggiepets.com
Loja online com rações vegetarianas e veganas para cães e gatos, de
várias marcas disponíveis no mercado.

Rações Fri-Ribe:
http://www.fri-ribe.com.br
Fri-Dog Premium – Vegetariana – Ração 100% vegetal, com 25% de
proteínas, à venda no Brasil. Recomendada para alimentação diária de
cães adultos de todas as raças e portes.

Amí:
http://ami.aminews.net
Produtos alimentares totalmente vegetarianos para cães e gatos. Sem
corantes, nem conservantes nem produtos transgênicos.

Referências:
http://www.vegetarianismo.com.br/animais.html | http://www.vegepets.info



Fonte: Vista-se

Pensando a mudança

Era dia de festa. A cidade toda enfeitada: bandeirolas e faixas nas cores nacionais dos colonizadores balançavam ao vento nas fachadas dos prédios. A banda se apresentava: nenhuma das músicas era nova, mas ainda chegavam bem aos ouvidos. Queijos, embutidos e vinhos sobre mesas postas em frente a quase todas as lojas do comércio estavam à disposição para matar a fome e a sede ou alimentar a gula de qualquer um. Moradores e turistas caminhavam sorridentes pelas ruelas da cidade toda prosa ante sua comemoração anual mais importante: os festejos referentes à fundação do patrimônio que se tornaria São Virgílio. Pequeno, histórico, de colonização europeia, portador de um clima ameno em todos os meses do ano, em meio às montanhas e os vales das Altas Serras do Rio das Virtudes… assim era aquele município
orgulhoso.

Todos pareciam se divertir bastante. Uma atmosfera de comunhão pôde até ser percebida por cidadãos desavisados, mas bastava um pouco de mais atenção para perceber as inconsistências da alegria supostamente reinante.

Maltrapilhos pelos cantos… pessoas de famílias mais pobres pelas bordas, vergonhosos de se apresentarem ante tanta gente bem arrumada… cães abandonados cabisbaixos por entre as pessoas tão ocupadas… e como se não bastasse essa composição já digna de nota, um caminhão lotado de bovinos pedia passagem por entre os transeuntes. Certamente rumando em direção a algum abatedouro. Evento corriqueiro, mas naquele momento pareceu como de propósito. Ninguém percebeu sua passagem, nem mesmo o olhar assustado dos animais que seguiam nele. Eu também estava lá e não fiz outra coisa se não me obrigar a deixar o local. Outros talvez fizeram o mesmo… nada mais que isso: uma típica posição de não deixar ver os olhos o que não se quer que sinta o coração.


Impotência ou covardia?

Suponhamos que tivesse sido apenas covardia e eu a tivesse vencido. Talvez teria sido mais ou menos assim…

<<< Ninguém percebeu a passagem do caminhão apinhado de bois, nem mesmo o olhar assustado dos animais que seguiam para o abate. Eu também estava lá mas fiz diferente. Coloquei-me de braços abertos na frente do caminhão. Com todos me olhando, obriguei o motorista a descer e logo em seguida libertei os animais. Os bovinos fugiram assustados quebrando todas as mesinhas com comes e bebes e seguiram para os campos onde hoje é um santuário. Ao motorista e aos “donos” dos animais dei outro emprego. Hoje trabalham produzindo e comercializando tofu. Os moradores e turistas caíram em si e todos viraram comunistas e veganos na justa hora em que eu tomei de um microfone, insuflei a voz e dei uma aula de ética e sociedade justa e pacífica. Não há mais maltrapilhos, nem famílias pobres ou cães abandonados em São Virgílio que até ganhou outro nome. Tornou-se Covegan, o primeiro município 100% comunista e vegano do país, referência para o amplo movimento de transformação que se espraia hoje por todos os estados e países. >>>


Poderia ter sido assim? Por mais que haja realmente muito de covardia em nós, não temos como negar que muito de impotência também exista. No entanto, apesar de o Hoje não poder ser logo o que queremos dele, o que podemos e devemos fazer para que o Amanhã o seja? Com que alternativas podemos contar para tornar nossas cidades autênticas “Covegans”?

Tem que haver saída!


Fonte: Vista-se

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Governo de SP dá 100 mil para a Festa do Peão de Americana (SP)

O dinheiro de nossos impostos, em vez de ser usado na cultura, educação, saúde, está sendo usado para ajudar na realização de um evento violento e particular que dá lucro para os capitalistas: a Festa do Peão de Americana. A Prefeitura de Americana recebeu R$ 100 mil do Governo do Estado de S. Paulo para a festa com a intermediação do deputado estadual Chico Sardelli.

Além de ser um evento onde se torturam os animais (o rodeio), os peões também são explorados e correm o risco de ficarem paraplégicos e até mesmo morrer, como ocorreu recentemente no Rodeio de Hortolândia. No rodeio de Jaguariúna, 4 pessoas morreram pisoteadas.

Os rodeios são uma versão mais atualizada do Coliseu da Roma Antiga e da então política de pão e circo para alienar a população. Naquela época os gladiadores tinham que enfrentar outros gladiadores ou enfrentar animais para entretenimento da população. Pouca coisa mudou até o século 21, como podemos perceber…

Se você não concorda com o uso de seu imposto para patrocinar este evento grotesco (rodeio na festa do peão de Americana), ajude a protestar. O rodeio ocorrerá entre 2 e 13 de junho em Americana. Para reforçar argumentos em relação à crueldade praticada contra os animais em rodeios, visite os sites Odeio Rodeio e Marica.

Enviem mensagens de protesto:

1) Governo do Estado de S. Paulo: Preencham um formulário em http://www.saopaulo.sp.gov.br/sis/fale.php

2) Prefeitura de Americana: Escrevam um email para o prefeito DIEGO DE NADAI (PSDB): gabinete@americana.sp.gov.br

3) Deputado estadual Chico Sardelli. Preencham um formulário em http://www.chicosardelli.com.br/contato.html

Fonte: ANDA

Japão utiliza eutanásia em cães de rua

Mais de 70% dos pets abandonados morrem por ano em canis do arquipélago.

A economia japonesa sofreu um forte abalo no final de 2008, que fez as vendas despencarem, ao mesmo tempo em que elevou o número de desempregados, falências e concordatas. E apesar de toda essa turbulência, um segmento parece não ter sido afetado pela recessão: o de animais de estimação.

Segundo dados da Associação de Alimentos para Pets do Japão, em 2008, 26,8 milhões de pets viviam no arquipélago, o que representa um aumento de 5,1% em relação a 2007. E todo o segmento é impulsionado pelo consumo de roupas, alimentos, seguros, hotéis, e tantas outras invenções desenvolvidas para os bichos.

Mas nem tudo são flores, apesar do cenário aparentemente favorável para os pets. Isso porque, à exemplo de muitos países, no Japão, os cães de raça são os mais desejados. Assim, os cães SRD (sem raça definida) sofrem com o desprezo e abandono, abarrotando cada vez mais os canis municipais.

E ao invés de estimular a adoção desses animais, as prefeituras recorrem à eutanásia, método muito utilizado no Brasil até abril de 2008, quando o então governador José Serra sancionou a lei que proíbe o ato em animais saudáveis nos 645 municípios do Estado de São Paulo. Vale lembrar que alguns Estados brasileiros ainda praticam a eutanásia, através da câmara de gás ou de descompressão.

Morte silenciosa

De acordo com o site da ONG inglesa Dogs Trust, de 2007 a 2009, o número de cachorros que foram levados à eutanásia na Grã-Bretanha era de 6 a 9%. Já no Japão, segundo a organização de bem-estar animal ALIVE, infelizmente, o número chegou a 70%.

E o resultado pode ser pior, dependendo da província analisada, como Tokushima, por exemplo. A prefeitura local informou que apenas em 2008, mais de 88% dos cães abandonados no Centro de Bem-Estar Animal foram mortos.

Segundo apuração da Reuters e relatos de voluntários e funcionários de ONGs, os motivos do abandono são vários. A maioria é descartada pelo próprio dono, enquanto outros nasceram nas ruas, filhos de vira-latas. Há ainda os que são comprados para a temporada de caça, e em seguida, com o término do período, são deixados na rua.

Cabe então à prefeitura recolhê-los, dando a eles apenas sete dias de vida, antes de irem para a "caixa dos sonhos", eufemismo para a câmara de gás (dióxido de carbono), local em que os bichinhos são colocados para morrer.

Luz no fim do túnel

Na opinião do adestrador Kensuke Kuramoto, que tem um Doberman, a atitude em relação aos pets está mudando, aos poucos, para melhor. Principalmente com a cobertura da imprensa destacando as cidades que apresentam um número elevado de cães soltos pelas ruas. "Assim como há pessoas que tratam os animais como um membro da família, também há aquelas que os compram apenas para celebrar o aniversário da filha", lamenta.

Apesar dos esforços das ONGs em estimular a adoção de pets, estima-se que de março de 2008 a março de 2009, o Centro de Bem-Estar Animal de Tokushima levou para a eutanásia mais de 2,7 mil cachorros.

E por mais que o dióxido de carbono não cause dor ou sofrimento aos bichinhos, toda a operação acaba causando sofrimento em quem é obrigado a conviver com a eutanásia diariamente. É o caso do veterinário chefe do Centro de Tokushima, Akinori Kume. "Sempre que eu aperto o botão para injetar o gás (na câmara), eu me sinto completamente impotente", confessou o veterinário à Reuters.

Fonte: PetMag


http://www.animaisos.org/noticia.php?id=967

Leões explorados em circos são libertados na Bolívia, para viver em santuário nos EUA

Quatro leões conseguiram a liberdade após serem explorados durante anos em espetáculos circenses, graças à lei que proíbe circos com animais na Bolívia, aprovada há quase um ano. O país é pioneiro na América Latina, e proíbe a exploração de animais selvagens e domésticos em espetáculos circenses.

Cada um dos leões resgatados pela ONG Animal Defenders International (ADI) foi colocado em uma jaula especial, completamente acordado, para serem transportados em um avião de carga, do aeroporto de Cochabamba, no centro da Bolívia, com destino à Sociedade de Bem-estar Animal, na Califórnia, Estados Unidos.

A atriz da minissérie CSI, Jorja Fox, estava com o time da ADI em São Francisco esperando para saudar os leões e disse: “Nós tivemos que superar o vulcão Islandês, greves, motins, todos os tipos de dificuldades logísticas, uma enorme papelada, e ainda uma visita presidencial na chegada dos leões ao aeroporto. Será maravilhoso ter a oportunidade de ver os leões caminhando livremente em suas novas habitações, sentindo a grama debaixo de seus pés pela primeira vez na vida.”

Após anos de exploração, crueldade e maus-tratos, os leões finalmente poderão viver seus últimos dias com dignidade, tranquilidade e paz, com o mínimo de contato humano em um espaço de noventa quilômetros quadrados.

Infelizmente, uma leoa idosa, cega e mãe de três dos quatro leões não embarcou. Devido ao seu estado crítico de saúde, resultado dos maus-tratos diários a que foi submetida durante toda a sua vida, ela precisou ser sacrificada para evitar maiores sofrimentos, segundo Enrique Mendizabal, voluntário da Animal Defender International (ADI), que coordenou a operação de transferência dos leões.

No circo os cinco leões viviam em uma jaula um pouco maior que eles e eram submetidos a constantes maus-tratos. A crueldade com os animais foi filmada e divulgada, o que auxiliou no convencimento dos legisladores bolivianos a aprovar a lei que proíbe a exploração de animais selvagens e domésticos em circos.

Os felinos são os primeiros animais a conseguir a liberdade. Centenas de animais domésticos e selvagens ainda têm um destino incerto, vivendo em pequenos circos espalhados pela Bolívia, segundo organizações defensoras dos animais.

O prazo para que os circos se adaptem à lei, aprovada em junho de 2009, termina no final de junho deste ano. Esperamos que esta seja apenas a primeira história com final feliz para estes animais, que foram explorados e maltratados durante longos anos na Bolívia, e que agora possam, finalmente, viver em paz.

De volta à natureza

Após o resgate e os devidos cuidados, os animais foram liberados dos caixotes e soltos em um grande habitat natural, construído especialmente para eles. Fox ainda disse: “Que maneira maravilhosa para começar uma semana. Estes leões que viveram anos em jaulas minúsculas e enferrujadas em carretas de caminhões agora estão em casa para descansar”. O resgate provocou grande interesse na mídia e no público na América do Sul, principalmente neste momento em que o Brasil e o Peru estão prestes a votar medidas para banir o uso de animais em circos.

Fonte: ANDA