sexta-feira, 13 de junho de 2008

Macaco-aranha usa mangueira de jardim para escapar de zôo

da Folha Online

Inteligente e ágil, um macaco-aranha pegou de surpresa os funcionários do zoológico Washington Park, na cidade de Michigan, nesta semana. Ele usou uma mangueira de jardim para fugir.

O macaco aproveitou uma brecha na segurança do zôo. O fosso foi esvaziado para limpeza e, num descuido dos funcionários, o animal se agarrou à mangueira que estava pendurada e a utilizou para escalar o muro.

Após subir no teto da estação de tratamento de água do local, o macaco foi para a marina que fica ao lado do zoológico. Pulando de barco em barco, ele deu trabalho para ser recapturado --o que só ocorreu após uma hora.

Este e outro macaco-aranha chegaram ao zôo há pouco tempo.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u412216.shtml

Orangotango que sofreu cirurgia faz 16 anos


Um orangatango que foi o primeiro a ser submetido a uma cirurgia aberta de coração para reparar um sopro no coração, comemorou ontem seu aniversário de 16 anos, no zoológico de San Diego, na Califórnia.


Karen, uma orangotango-de-Sumatra, ganhou decoração em rosa para sua festa. Ao abrir seu presente, ela encontrou nozes, uva seca e cereais integrais na embalagem.

A fêmea nasceu no zoológico de San Diego em 11 de junho de 1992 e foi operada em 1994. Os orangotangos são nativos das florestas tropicais do norte de Sumatra e parte de Bornéu mas estão extintos em grande parte da Ásia devido à agricultura e plantações que destroem seu habitat natural e fonte de alimentação.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2945871-EI8145,00.html


Macaco-prego entende valor do dinheiro

RICARDO BONALUME NETO
da Folha de S.Paulo

Mesmo separado do homem por 35 milhões de anos de evolução biológica, o macaco-prego demonstrou em experimentos na Itália possuir uma capacidade demasiado humana: o bicho entendeu o valor simbólico do "dinheiro". Foi a primeira evidência clara de que macacos também conseguem raciocinar com símbolos.

A equipe de cinco pesquisadores da Itália e dos EUA testou cinco desses pequenos macacos brasileiros com opções de comida e de objetos usados para simbolizá-la, que serviam como uma espécie de "dinheiro" que os animais podiam trocar por um lanche.

O ser humano já foi definido como a "espécie simbólica", dizem os autores do estudo, liderado por Elisa Addessi e Elisabetta Visalberghi, do Instituto de Ciências e Tecnologias Cognitivas, de Roma.

A compreensão de símbolos "transformou drasticamente nossos ancestrais hominídeos ao longo da evolução", escreveram os cientistas em artigo na revista "PLoS One" (www.plosone.org). A capacidade culminou numa linguagem complexa que auxilia acumulação e transmissão de cultura entre gerações.

O aprendizado de símbolos já foi observado antes em experimentos com chimpanzés, "parentes" mais próximos do ser humano. Mas que isso fosse possível com animais bem mais distantes evolutivamente, como o macaco-prego (nome científico Cebus apella), foi a grande surpresa agora.

Cinco macacos foram testados em gaiolas nas quais tinham a possibilidade de puxar uma entre duas gavetas com comida ou com o "dinheiro" --objetos não-comestíveis, como fichas de pôquer, que as representassem.

Os macacos já tinham previamente aprendido a trocar o "dinheiro" por comida; agora o objetivo era testar se isso derivava de um mero condicionamento ou se de fato raciocinavam usando o objeto como símbolo da comida.

Primeiro, os pesquisadores testaram suas preferências entre três tipos de alimentos, ordenados como "A", "B" e "C".

A idéia era checar um importante traço do processo de decisão, a chamada "transitividade": se prefiro comer "A" a comer "B", e prefiro "B" a "C", certamente vou preferir "A" em relação a "C". Depois, os macacos eram testados com quantidades diferentes tanto de comida quanto de objetos.

Os resultados mostraram que os macacos-pregos de fato se comportavam de acordo com a transitividade. Fosse com a comida, fosse com o "dinheiro", eles preferiam "A" a "B", "B" a "C" e "A" a "C".

Simbólico e concreto

"É um resultado muito interessante", afirma o pesquisador brasileiro Eduardo Ottoni, do Instituto de Psicologia da USP, comentando o estudo. Ottoni colabora com os italianos em pesquisas de campo com macacos-pregos no Piauí.

"Ainda que com algum viés ou dificuldade, os macacos conseguiram lidar com o problema simbólico de maneira comparável à maneira com que lidaram com o problema concreto --o ranking qualitativo de preferências e a transitividade se mantém", diz Ottoni.

Ou, nas palavras dos autores, "no geral, os resultados sugerem que os macacos-pregos usam mecanismos cognitivos similares quando avaliam opções em ambos os contextos, real e simbólico".

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u411970.shtml

Crueldade: 'Peixe-chaveiro' vira moda nas ruas de Pequim


'Peixe-chaveiro' vira moda nas ruas de Pequim
Sem oxigênio e alimento, no entanto, bicho sobrevive poucas horas.
Vejam a foto do "peixe-chaveiro" em
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL599200-6091,00-PEIXECHAVEIRO+VIRA+MODA+NAS+RUAS+DE+PEQUIM.html

12/06/2008 - 17h51 - Atualizado em 12/06/2008 - 18h14
'Peixe-chaveiro' vira moda nas ruas de Pequim
Sem oxigênio e alimento, no entanto, bicho sobrevive poucas horas.
Defensores dos animais já começaram a fazer protestos pela internet.
Do G1, em São Paulo
Em Pequim, na China, chaveiro contendo peixinho vivo virou moda, e é
vendido até como lembrança dos Jogos Olímpicos, que acontecem na
cidade em agosto. Como não dá para alimentar o peixe, sua vida é
curta. Grupos de defesa dos direitos dos animais já iniciaram
protestos pela internet contra a venda do souvenir. (Foto:
Reprodução/Telegraph.co.uk)
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=305&Itemid=89

Campinas: CCZ vira corredor da morte para cães

A superlotação e uma infra-estrutura deficitária
transformam os canis do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de
Campinas em uma espécie de corredor da morte para a maior parte dos 84
animais que estão presos lá. Mal alimentados, sem tomar sol e se
exercitar, os cães emagrecem a ponto de quase não conseguirem se
levantar e andar. "Isso aqui é um grande corredor da morte. O cachorro
vem pra cá para morrer", define um funcionário do local que não quis
se identificar. A lei proíbe o extermínio de cachorros saudáveis e
determina que os animais abandonados e alojados no CCZ sejam
castrados, identificados e doados. Mas isso não vem ocorrendo e os
cães acabam abandonados à própria sorte no canil.

Segundo funcionários do CCZ, os animais são alimentados com ração de
baixíssima qualidade e, por isso, perdem peso. "Tem muito cachorro que
recusa a ração e só come quando está no limite da fome mesmo", conta
um empregado. A reportagem esteve no local e constatou que, apesar de
magérrimos, os cães estão recebendo alimentação.

A diretora da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), Maria
Filomena de Gouveia Vilela, reconhece que o confinamento está
adoecendo os animais e que eles estão condenados à morte. "Na prática,
o que está acontecendo é isso (a morte)", diz. Maria conta que o CCZ
não foi criado para abrigar animais por muito tempo e que há cachorro
que está lá há quase um ano. "Na nossa avaliação, o grande problema é
que esses animais estão confinados há muito tempo e o confinamento
adoece e deprime", disse. Ela contou que a ração oferecida segue os
padrões técnicos previstos para alimentação de animais daquele porte.

Ao todo, o CCZ tem capacidade para 70 cães. Dessas vagas, 12 são para
o setor de isolamento destinado aos animais perigosos. Hoje, 24
cachorros estavam alojados nesse espaço. O problema da superlotação é
antigo e de conhecimento da Prefeitura de Campinas. O próprio
secretário municipal de Saúde, José Francisco Kerr Saraiva,
reconheceu, em várias ocasiões, a superlotação na instituição. Mas,
até hoje, nada foi feito para amenizar o sofrimento dos animais e
melhorar as condições de trabalho dos servidores.

Leia matéria completa na edição de sexta-feira (13/06/2008) do Correio Popular

http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=228344#comentario
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Sindicato fiscaliza Centro de Zoonoses de Campinas
Entidade aponta disse falta de equipamentos de segurança e de
estrutura para os trabalhadores
EPTV Campinas


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12/06/2008 - 12:59 - O Sindicato dos Servidores Municipais de Campinas
constatou várias irregularidades no Centro de Controle de Zoonoses da
Prefeitura de Campinas, durante vistoria na manhã desta quinta-feira
(12). Os fiscais voltaram ao centro sete meses depois de uma série de
protestos que o sindicato fez devido as más condições de trabalho.

Na época, os funcionários do Centro de Zoonoses passaram a recusar o
recebimento de novos animais porque o espaço estava superlotado. Dois
trabalhadores chegaram a ser mordidos pelos cachorros e o sindicato
pedia mais contratações, grades no canil e a manutenção nas redes de
esgoto.

Segundo o coordenador do Sindicato dos Servidores, Jadirson Cohen,
nesta quinta-feira o centro estava com 24 cachorros em observação, o
dobro da capacidade. Ele disse ainda que faltam equipamentos de
segurança e estrutura para os trabalhadores. A denúncia vai ser
encaminhada para o Ministério Público.

A assessoria de imprensa da prefeitura informou que as denúncias
feitas pelo sindicato serão verificadas. A assessoria informou ainda
que os novos equipamentos de segurança já foram comprados. Sobre a
superlotação, eles confirmam o problema, mas dizem que não há outra
alternativa já que a eutanásia é proibida.


http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.asp?215853
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=304&Itemid=89

Comedores de gato são censurados em rede social

Censurados!
Comedores de gato são censurados em rede social
JB Online
Um grupo de universitários dinamarqueses dizem que suas contas no site
de relacionamentos Facebook foram deletadas depois de terem publicado
fotos em que apareciam comendo um gato.

Segundo os estudantes, administradores da rede social fecharam suas
contas logo depois que as fotos foram ao ar.

Os estudantes afirmam ter cozinhado e comido um gato em sinal de
protesto contra o abate de porcos, vacas e outros animais para
consumo.

Segundo a agência UPI, os jovens declararam que o objetivo era mostrar
a hipocrisia de comer a carne de animais maltratados, mas dar tanta
importância aos bichos de estimação. "Por que seria pior comer um gato
do que um porco?", questionou um dos jovens à UPI.

O grupo garante que o gato foi morto humanamente e preparado por um
chef profissional.

Laura Mortensen, que faz parte do grupo envolvido, contou ao jornal
Copenhagen Post que foi preciso "contar até três" antes de se sentarem
para comer. "Mas cada um comeu um pouquinho," garante.

http://emsergipe.globo.com/nesseinstante/exibir_noticia.asp?id=97985&tit=CENSURADOS!+COMEDORES+DE+GATO+SÃO+CENSURADOS+EM+REDE+SOCIAL
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=303&Itemid=89

Porto Alegre: Votação sobre fim de carroças deve ser na segunda-feira

Votação sobre fim de carroças deve ser na segunda-feira
Falta de quórum determinou o encerramento da tumultuada sessão
Atualizada às 19h05min

Nilson Mariano | nilson.mariano@zerohora.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Após serem derrotados na votação do requerimento que pedia o adiamento
da votação do projeto que prevê a retirada gradativa das carroças das
ruas de Porto Alegre por 17 a 16, vereadores do PT, PCdoB, PTB, PDT e
PSDB se retiraram do plenário da Câmara de Vereadores e, por falta de
quórum, a sessão foi encerrada — restaram 14 vereadores e o mínimo
exigido é 19. O projeto deve ir à votação na segunda-feira.

A sessão desta quinta-feira foi tumultuada. Carroceiros e entidades em
defesa dos animais lotaram as galerias da Câmara, e se manifestavam
durante os discursos dos parlamentares. Carroceiros vaiavam os
vereadores a favor do projeto, gritando "máfia do lixo". A Câmara de
Vereadores reforçou a segurança para a sessão, com 38 guardas e
detectores de metal.

O vereador do PP Beto Moesch queria que a votação ocorresse nesta quinta:

— A bancada do PT retirou o quórum, conseguiu liderar este movimento,
mas o que eles realmente queriam, que era procrastinar (adiar) o
projeto, não conseguiram. Nós conseguimos manter a pauta. Portanto, só
existe uma coisa agora pautada na Câmara de Vereadores de Porto
Alegre, que é regrar, disciplinar para sempre o uso de carroças na
cidade de Porto Alegre.

Já Carlos Comassetto, do PT, diz que os cinco partidos utilizaram um
artifício regimental:

— Nós propusemos que a sessão fosse adiada para que as 13 emendas que
fossem resentadas pudessem ser equalizadas, inclusive dar a chance
para que o Executivo mandasse o projeto para cá. Como fomos derrotados
por um voto, utilizamos um artifício regimental, de não dar quórum,
para dar chance até segunda-feira para ter mais diálogo sobre o
projeto, que tem que ser qualificado. Não basta forçar uma solução que
não vai resolver o problema na totalidade.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?newsID=a1966334.xml&tab=00014&uf=1
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=302&Itemid=89