terça-feira, 17 de junho de 2008

RS: Ministério Público Federal ajuíza 11 Ações de indenização pela pesca de espécies ameaçadas de extinção

Ministério Público Federal

Procuradoria de República no Rio Grande do Sul

O Ministério Público Federal no Município de Rio Grande ajuizou 11 Ações Civis Públicas requerendo indenização por danos ambientais causados pela pesca de espécies ameaçadas de extinção. As espécies são Cherne-poveiro, Raia-Viola, Cação-anjo, Cação bico-doce e Cação-cola-fina ou Caçonete, cuja pesca foi proibida pelo Ministério do Meio Ambiente.

As Ações Civis Públicas tiveram origem em Autos de Infração do Escritório
Regional do IBAMA em Rio Grande, sendo que um dos casos envolve a pesca de 4 toneladas de Cherne-Poveiro. Os demais abrangem, no total, a pesca de aproximadamente 760 indivíduos das espécies de Cação e 170 indivíduos de Raia-Viola.

Essas espécies investem sua energia na produção de poucos e bons filhotes, em número pouco mais que o suficiente para compensar a mortalidade natural da população, o que as torna extremamente vulneráveis à pesca intensiva. A fêmea do Cação Bico-doce, por exemplo, produz apenas uma ninhada a cada 2 ou 3 anos de sua vida adulta, sendo que a do Cação-anjo reproduz, no máximo, quatro vezes em toda sua vida, realizando o parto apenas uma vez a cada 4 ou 5 anos da idade adulta, num total, ao longo de toda a sua vida, de apenas 20 a 30 filhotes.

Já a Raia-Viola * cuja família é uma das poucas que possuem registros fósseis do período jurássico * entrou na literatura internacional como um exemplo da maneira como a pesca em áreas críticas pode causar o rápido declínio de uma espécie com tais características. E isto exatamente porque sua pesca comercial se dá no berçário da espécie e nas águas a ele adjacentes, incidindo sobre os adultos de ambos os sexos no período crítico da reprodução e também sobre os juvenis, que permanecem nas águas costeiras em seu primeiro ano de vida.

A procuradora da República em Rio Grande Anelise Becker destaca: "Como a sua captura supera largamente o número de nascimentos, embora tais espécies já tenham sido abundantes na região, hoje se encontram ameaçadas de extinção". Por isso, acrescenta ela, a proibição para a captura é total, não se permitindo qualquer percentual de pesca dessas espécies a título de "captura incidental". O objetivo é desestimular a sua pesca e possibilitar o efetivo controle da proibição de sua captura e comércio.

"Uma vez que a pesca e comércio dessas espécies também constituem crime definido na Lei nº 9.605/98, tais casos são igualmente objeto de Ações Penais já propostas pelo Ministério Público Federal perante a Justiça Federal de Rio Grande", complementa a procuradora da República.

*Assessoria de Comunicação Social MPF/RS
Maiores informações para a imprensa
pelos telefones (51) 3284.7370 ou 8423.9146.

Esta notícia está no site da Procuradoria da República na Internet, cujo
endereço é www.prrs.mpf.gov.br.

http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/2008/junho/17/3.asp

SC: morte de pingüins preocupa pesquisadores


A morte de vários pingüins no litoral de Santa Catarina nos últimos três dias preocupa cientistas no Estado. Mais de 20 aves foram encontradas nas praias catarinensas desde a última sexta-feira, quando o frio se intensificou na região. Apenas nove delas sobreviveram.


Somente neste final de semana, doze pingüins morreram nas areias da praia de Balneário Rincão, município de Içara, na região Sul catarinense. Alguns chegaram vivos à costa e até receberam alimentos dados pelos pescadores, mas não resistiram.

Além disso, onze pingüins foram encontrados no litoral norte. Três deles estão sob cuidados da equipe do zoológico da Santur, localizado em Balneário Camboriú.

Oito foram enviados ao Laboratório de Aves Marinhas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Eles apareceram nas praias de Balneário Piçarras, Itajaí e Gravatá e foram recolhidos ainda com vida pelos pesquisadores. No final da tarde de ontem, dois deles acabaram morrendo pois sequer tinham forças para conseguirem se alimentar.

"Os outros seis se recuperam bem, mas um deles foi encontrado todo coberto de óleo", afirma Úrsula Carlini, acadêmica de Oceanografia que está cuidando das aves. "Até a tarde de sexta eu não tinha nenhum animal aqui. Não é normal chegarem tantos em massa, como está acontecendo".

Úrsula explica que os pingüins aparecem na praia muito desgastados e com frio, já que usam as camadas de gordura para se locomover. "Isso acarreta uma série de problemas pois, com frio, eles não conseguem se alimentar", explica. "É triste ver tantos animais sofrendo assim, mas esperamos recuperá-los para devolvê-los ao mar".

Segundo o professor Gilberto Caetano Manzoni, coordenador do Laboratório, a explicação para o surgimento de pingüins pode estar na forte onda de frio que atingiu a região sul do Brasil. A espécie deixa a Patagônia e migra para a região sul da África e alguns se perdem do durante a longa viagem.

"Como eles vêm com as correntes marítimas, é relativamente normal o surgimento de alguns pingüins nas praias quando o frio chega e o vento atua sobre as correntes", destaca o professor, acrescentando que o número de animais na costa tem sido elevado nos últimos dias.

Manzoni afirma que os órgãos ambientais devem ser chamados imediatamente quando um animal for encontrado ainda com vida pela população. "A Polícia Ambiental e o Ibama podem encaminhar os pingüins para locais adequados, como o campus da universidade".


Urso polar chega nadando à Islândia


da da France Presse*, em Reykjavík

Um urso polar, espécie ameaçada de extinção, foi localizado no norte da Islândia, provavelmente perdido na ilha nórdica depois de ter percorrido centenas de quilômetros a nado, informou nesta terça-feira um fotógrafo local.

O urso se encontra perto da localidade de Saudarkrokkur", explicou Rax Axelsson, fotógrafo do jornal "Morgunbladid".

"Aparentemente o animal não está com fome. Ele tem se alimentado de ovos e pássaros."

Não existem ursos polares na Islândia e o animal provavelmente é originário da região ártica.

O derretimento das geleiras teria facilitado a chegada até o país nórdico.

As autoridades tentavam pegar o animal para levá-lo de volta a seu habitat, informou um porta-voz do zoológico local.

Há duas semanas, outro urso polar que chegou nas mesmas condições foi capturado.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u413281.shtml

Chimpanzés se consolam com abraços e beijos, mostra estudo

da Associated Press, em Washington
com Folha Online

Funciona com humanos e com chimpanzés também. Os animais com os quais compartilhamos 98% dos genes também usam abraços e até beijos para acalmar os outros, afirma um estudo da Universidade John Moores de Liverpool, na Inglaterra.

Segundo a pesquisa, o estresse dos chimpanzés vítimas de agressão foi reduzido quando outro primata lhe oferecia um abraço ou um beijo. De acordo com Orlaith N. Fraser, do Centro de Pesquisa em Antropologia Evolutiva e Paleontologia da universidade britânica, isso é particularmente interessante porque o comportamento --beijos e abraços-- só é visto após um conflito.

"Se é um beijo, o consolador pressiona sua boca aberta contra o corpo do receptor, normalmente no alto da cabeça ou nas costas", destaca a pesquisadora. Já o abraço é como entre os humanos: dois braços envolvendo o outro.

O resultado desse consolo é uma redução do comportamento que sinaliza estresse, como coçadas ou golpes da vítima em si mesma, aponta o estudo, publicado na última edição do "Proceedings of the National Academy of Sciences".

"Esse estudo acaba com as dúvidas sobre se o ato de consolar tem efeito, promovendo alívio e tranqüilizando os indivíduos após uma briga", diz Frans de Waal, do Centro de Primatas Yerkes, da Universidade Emory, em Atlanta. Segundo ela, o ato é mais comum entre os chimpanzés que já se relacionavam anteriormente.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u413271.shtml

Diversificados, pet shops se transformam em minizoológicos

CLAUDIA SILVEIRA
da Revista da Hora

Ir a uma pet shop virou programa de fim de semana para algumas famílias depois que o passeio deixou de ser feito apenas com o objetivo de comprar ração para o mascote da casa. Isso porque algumas lojas de animais se tornaram tão especializadas em animais silvestres e exóticos que chegam a ser comparadas a minizoólogicos. Nelas, é possível encontrar bichos que a gente não vê por aí, que não fazem parte da fauna brasileira e que poucos têm condições de criar, como cobras, iguanas e até jacaré.

A Pet Center Marginal, por exemplo, criou uma área temática e climatizada especialmente para abrigar os seus bichos incomuns. A casa tem, entre outros animais, coruja, arara, sagüi, iguana e jibóia e chega a receber cerca de 15 mil pessoas em um único fim de semana. "As pessoas chegam para comprar comida para o cachorro, por exemplo, e acabam fascinadas pela diversidade de animais da loja, principalmente as crianças", conta Eugênia Fonseca, gerente de marketing e eventos.

Por determinação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), as lojas só podem comercializar espécies autorizadas e animais nascidos em cativeiro.

Como o objetivo dessas lojas é vender o produto, é possível que aquele bichinho que conquistou corações não esteja mais no local em uma próxima visita. Exceção para a cobra píton Argus, da loja de animais Breeds, que vai estar sempre por lá, ao menos enquanto o dono permitir. Ela pertence ao coordenador da área de animais exóticos do local, Carlos Alberto Scalea, e está com ele há mais de 12 anos. Para Scalea, a exposição de animais incomuns é uma chance de despertar a consciência ambiental.

"Recebemos gente de todas as idades, e eu fico horas tirando as dúvidas e mostrando o papel de cada animal na natureza. Ensino, por exemplo, que as cobras não são sempre frias e úmidas. Aos poucos, eu deixo as pessoas se aproximarem, e algumas até pedem para tirar fotos com ela no pescoço", conta. Por ser geralmente de graça e ter alguém para dar informações, o passeio só podia virar um concorrente dos zoológicos.

Onde encontrar

Pet Center Marginal (av. Presidente Castelo Branco, 1.795, Pari, tel. 0/xx/11 6097-7400)
A loja trabalha com animais domésticos comuns e possui uma área temática chamada de Safári. Lá, é possível ver e tocar em animais exóticos como cobra, coruja, teiu e iguana, entre outros. Uma vez por mês, o biólogo e professor Del Nero, criador do Instituto Pró Répteis, expõe seus exóticos animais de estimação, como aranha e cobras, e dá aulas de educação ambiental. Visitação gratuita

Breeds (r. Trocari, 131, Vila Prudente, tel. 0/xx/11 2219-2000)
A pet shop tem, além de filhotes de cães e gatos, aves ornamentais, aves de rapina, lagartos, cobras, tartarugas, jabuti, cágados e até um jacaré, em um espaço ambientado. Quem gosta de peixe também vai se divertir com os aquários de água doce e marinha. A visitação é gratuita e há profissionais treinados para dar explicações e derrubar mitos sobre esses animais

Biomania (av. Pedroso de Moraes, 281, Pinheiros, tel. 0/xx/11 3821-2897)
A pet shop é especializada em animais exóticos e silvestres, principalmente os répteis. Quem visita o local pode encontrar rãs, sagüis, jibóias, furões, tartaruga e vários tipos de roedores, inclusive ratazanas. Como o forte da casa é a venda desses animais, toda semana há alguns chegando e outros indo embora porque ganharam um dono. A visitação é gratuita

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bichos/ult10006u412718.shtml

CCZ de Maceió: Ministério Público exige providências

Maceió
CCZ realiza esterilização de pequenos animais
19h15, 16 de junho de 2008

Secom Maceió
Atendendo a uma exigência do Ministério Público, o Centro de Controle
de Zoonoses (CCZ) do município deu início à esterilização de cães e
gatos – fêmeas e machos –, impedindo a procriação e incentivando a
posse responsável desses animais.

"Com essa medida, a Prefeitura de Maceió, através da Secretaria
Municipal de Saúde (SMS), passa a promover um controle maior sobre as
chamadas crias irresponsáveis, evitando o abandono, que caracteriza
maus-tratos, e a disseminação de zoonoses (doenças transmitidas por
animais), que representam um grande risco à saúde da população",
afirmou o secretário Francisco Lins.

Segundo o coordenador do CCZ, Carlos Eduardo da Silva, as cirurgias já
estão sendo realizadas, gratuitamente, três vezes por semana, no
horário das 8h às 13h. Para garantir a esterilização do animal no
local, que foi equipado com um moderno centro cirúrgico, o
proprietário deverá fazer sua inscrição no serviço social do CCZ. Em
seguida, o cão ou gato será avaliado e a cirurgia marcada.

"Além de priorizar famílias de baixa renda e moradoras de áreas
periféricas, o serviço terá como critérios o número de animais na
residência e a convivência entre os animais. Nosso objetivo não é só
evitar a incidência de animais nas ruas, mas também os acidentes com
mordeduras e a transmissão de doenças como raiva e leishmaniose. É uma
medida conscientizadora", reforça Carlos Eduardo, lembrando que tanto
machos como fêmeas podem ser esterilizados a partir dos três meses de
idade.

O procedimento consiste na retirada de ovários e útero – no caso da
fêmea – e dos testículos – no caso do macho – sendo realizado por um
médico veterinário, com o animal sob efeito de anestesia. Entre as
suas principais vantagens estão um menor risco de câncer de útero,
mama, ovário e próstata; o sangramento e o cio deixam de ocorrer,
assim como o barulho em função dele; além da melhoria da qualidade de
vida do animal, entre outras.

Além da esterilização, o CCZ já oferece serviços de atendimento
ambulatorial gratuito para gatos, cães, eqüinos e bovinos durante sete
dias na semana.

Também estão sob sua responsabilidade a apreensão de animais evitando
acidentes e agressões, ações de combate à dengue e o controle de
roedores, escorpiões e da leishmaniose.

Fonte: Secom Maceió
http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vEditoria=Macei%F3&vCod=48472
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=318&Itemid=89

Piracicaba: crueldade contra cães

Carne moída com veneno Os cinco cães comeram bolinhas de carne com pó
preto e passaram mal, sendo que um deles morreu

ANA CRISTINA ANDRADE
Da Gazeta de Piracicaba
ana.andrade@gazetadepiracicaba.com.br

Um cão morreu e outros quatro passaram mal na noite de sexta-feira
(13), depois de comerem bolinhas de carne moída envenenadas, que foram
jogadas por uma pessoa desconhecida. O crime aconteceu em casas das
ruas Silva Jardim e Campos Salles, no bairro Alemães, em Piracicaba. A
dona da cachorra Laila, de 7 anos, a secretária Francine Teresinha
Tomaz, 25, que teve outros dois cães que comeram o veneno e passaram
mal, disse que como a cadela tinha convulsões ela pensou que fosse só
mais uma crise. Francine tinha saído com a mãe e quando retornou
encontrou cocô e vômito na sala.

"Liguei para o veterinário e quando estava a caminho, minha mãe ligou
dizendo que o cachorro basset também estava vomitando e com diarréia.
Deixei a Laila na clínica e voltei buscar o basset. Dali a pouco liga
minha mãe de novo, falando que minha cachorra de 14 anos também estava
mal. Enquanto voltei para buscar os outros, a Laila morreu".

A perda da Laila está afetando o basset Nininho, 7. "Ele não
desgrudava dela e agora está chorando o tempo todo e procurando a
Laila pela casa. É só alguém sem coração que tem coragem de fazer
isso", desabafou Francine.

A bacharel em direito Solange Cristina Martins Neves, 31, só não
passou pelo mesmo problema porque as cachorras boxer Ohanna, 9, e a
mastin Aisha, 7, não pegam coisas do chão. As bolinhas com carne
envenenada foram jogadas na garagem para as duas, mas elas apenas
cheiraram e não comeram.

"Não as deixo na frente de casa que é para não incomodarem a
vizinhança com latidos. Dez minutos que as soltei no abrigo jogaram a
carne, mas graças a Deus elas não comeram. Abri a bolinha e tinha um
pó preto dentro. Levamos imediatamente ao veterinário e depois para a
delegacia".

Ivone Rodrigues de Souza, 39, e a filha Rafaela, 20, disseram que não
gostariam de presenciar novamente a cena do vira-latas Faísca, 3,
vomitando e com diarréia. "Ele não parava em pé", disse Ivone. "O
veterinário não sabia o que fazer porque era o Faísca passando mal de
um lado e eu desesperada". Para a sorte de mãe e filha o cachorro
Júnior, que está bem velho, não enxerga e, por esse motivo, não comeu
a carne. As outra proprietária de cão envenenado é Lidiane Gomes
Patrício, 29, que não foi localizada pela Gazeta. A reportagem também
tentou conversar com a veterinária que atendeu os animais, mas não
teve retorno à ligação.

APREENSÃO

A queixa foi dada no plantão policial, às 11h46 de sábado (14), quando
o delegado José Antonio Chiarelli determinou a apreensão de uma fita
de vídeo do prédio que fica ao lado das casas onde os cães foram
envenenados, mais as três bolinhas recolhidas na casa de Solange e as
encaminhou ao Instituto de Criminalística para análise.

O caso foi encaminhado ao 2º Distrito Policial. O delegado Seccional
João José Dutra disse que a pessoa que for pega cometendo o crime vai
responder por crueldade contra animais, artigo 64 da Lei de
Contravenções Penais, que dá prisão e multa.Publicada em 17/6/2008

Opinião
Editorial - Caso de polícia

Sexta-feira 13 foi um dia cruel para cães em Piracicaba. Um animal foi
morto e outros quatros foram envenenados com bolinhas de carne moída
contendo uma substância negra, ainda não analisada. Um assassino está
sendo caçado pela polícia, que tem em mãos uma fita de vídeo, prova
que poderá elucidar o crime.

Foi um dia de muito sofrimento e de choro para os proprietários dos
animais, no bairro dos Alemães, que correram desesperadamente para
socorrer seus cães. Todos passaram mal, infelizmente um morreu, a
cadela Laica.

É difícil entender tanta crueldade em plena época em que se vê uma
luta intensa em defesa dos animais e campanhas de entidades
organizadas. A Sociedade de Proteção aos Animais de Piracicaba, por
exemplo, tem promovido feiras de doações de animais abandonados -
doação responsável - com chips e já vacinados, além de ajudar na
castração.

A legislação é clara e de conhecimento de todos os cidadãos, maltratar
animal é crime e além de multa dá prisão. A imprensa, principalmente
tem mostrado as irregularidades quase todos os dias, como apreensões
de grandes quantidades de aves silvestres, cenas de animais de circo
abandonados, a ação de coureiros e outras infrações.

Somente quem tem um cão em casa sabe o valor do animal, primeiro pelo
amor incondicional que ele dedica a todos e segundo, pela companhia
fiel. Estudos provam que um cão, por exemplo, ajuda a reduzir a tensão
da vida cotidiana, eliminando doenças. Além disso, ele pode proteger o
seu patrimônio e a sua vida.

Uma pessoa que mata animais ou tenta envenená-los comete um crime, mas
também se enquadram com ilegal não prover os animais de alimentação
adequada e água limpa; deixá-los ao relento sem abrigo, sob o sol,
chuva ou frio; não procurar um veterinário se o animal adoecer; manter
o animal em lugar anti-higiênico; abandonar; mutilar; utilizar o
animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse; utilizar
animais em experiências cruéis sem uso de anestésicos e sedativos
adequados; agredir fisicamente um animal indefeso; deixar o animal
vagar desacompanhado pelas ruas, sem uso de guias, permitindo que
corra o risco de ser atropelado; não dar atenção e carinho aos animais
de estimação, privando-os da companhia e do atendimento humano.
fontes:

http://www.gazetadepiracicaba.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1581524&area=26050&authent=415DAD9EB86373301C9A8AAB123207

e
http://www.gazetadepiracicaba.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1581531&area=26010&authent=5008F89BED3667654D8BCFBA032216
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=317&Itemid=89

Maceió: Agressões a animais aterrorizam moradores

O Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) tem recebido
várias denúncias dos moradores do bairro do Pinheiro/Farol, em Maceió,
sobre crueldades que vêm sendo praticadas contra os animais daquela
região. Os casos mais graves acontecem na R.José Luiz Soares Neto,
onde gatos somem e depois são reencontrados com partes mutiladas e até
objetos são introduzidos nos órgãos genitais de animais. Os moradores
estão amedrontados e procuram ajuda em vários órgãos, já que a
Delegacia de Crimes Ambientais foi desativada na cidade.

"Está acontecendo maus tratos aos animais da vizinhança. Meu gato
desapareceu ontem à noite, hoje pela manhã apareceu uma gatinha com o
rabo arrancado, outro dia enfiaram um objeto pontiagudo no órgão
genital da cadelinha da vizinha, levando-a a morte, e mataram outro
cachorro também. Precisamos pegar esse louco(a) que está fazendo
tantas crueldades com os bichinhos. Isso é inadmissível!", relata
revoltada uma das moradoras.

O Neafa está lutando para a reabertura da Delegacia de Crimes
Ambientais e já realizou inclusive uma reunião com o delegado-geral da
Polícia Civil, Marcílio Barenco, que se mostrou a favor da reativação
do órgão. Segundo Barenco, esse processo só pode ser concretizado por
meio de projeto de lei e disse que está tomando algumas medidas
cabíveis para a reabertura dessa delegacia especializada.

Enquanto a Delegacia de Crimes Ambientais não volta a funcionar,
Barenco colocou o site da Polícia Civil a disposição para receber as
denúncias de maus tratos a animais: http://www.pc.al.gov.br

Segundo a Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal 9.605/98), quem
praticar atos de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar qualquer tipo de
animal incorre em pena de detenção, de três meses a um ano, e multa,
podendo ser aumentada de um sexto a um terço, caso ocorra a morte do
animal.



por Neafa
http://www.alemtemporeal.com.br/interno.php?pag=cidade&cod=4038
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=316&Itemid=89

Congresso da SBPC em Campinas vai abordar experimentação animal

Publicada em 16-06-2008
Programação científica e jovem da 60ª reunião do SBPC é definida
/

16/06//2008/- A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência
(SBPC) divulgou na última sexta-feira, dia 13 de junho, a programação
científica de sua 60ª Reunião Anual, que será realizada de 13 a 18 de
julho na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Dividido em 17 núcleos temáticos, o programa contempla questões
transversais ao tema Energia, Ambiente e Tecnologia. São quase 300
atividades entre conferências, simpósios, mesas redondas, minicursos,
apresentação de pôsteres, encontros de sociedades científicas,
assembléias e sessões especiais.
fonte:
http://www.cosmo.com.br/sbpc/integra.asp?id=228641


Nomes como os dos ministros das Relações Exteriores, Celso Amorim, da
Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e do Esporte, Orlando Silva, já
estão confirmados. O embaixador Amorim falará sobre a contribuição do
Programa CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) para
as relações Brasil-China, enquanto Rezende debaterá a política
nacional de C&T e Silva os desafios tecnológicos do esporte nacional.


Etanol de cana-de-açúcar, aquecimento global, biodiversidade, inovação
e experimentação com animais de laboratório também estão na pauta dos
debates, bem como doenças endêmicas, pesquisa científica, legislação
brasileira, origem das espécies e multidiversidade cultural.

A educação para ciência no ensino básico é o eixo central de 13
atividades distintas e não faltarão oportunidades para se discutir a
importância dos 60 anos da SBPC, do centenário da emigração japonesa e
do ano internacional do planeta Terra. A programação completa, ainda
sujeita a alterações, está em
http://www.sbpcnet.org.br/eventos/60ra/pags/prog_cientifica.pdf.

Diversão, Ciência e Arte

Enquanto jovens e adultos participam de debates, encontros e tomadas
de decisão, crianças e adolescentes têm na SBPC Jovem mais de 200
oportunidades de interagir, de forma criativa e lúdica, com a ciência.

São exposições, apresentações culturais, palestras, minicursos,
oficinas e experimentos que pretendem fazer da 60ª Reunião Anual um
evento em que aprendizado, diversão e descobertas andam lado-a-lado. A
programação da SBPC Jovem está no site local do evento:
www.sbpc2008.unicamp.br.

Imprensa

Os jornalistas interessados em cobrir o evento podem se credenciar no
site http://www.sbpcnet.org.br/eventos/60ra/imprensa/ a partir desta
segunda-feira, 16 de junho. Esclarecimentos e mais informações pelo
telefone (19) 3521-5135.
http://ativismo.com/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=315&Itemid=89