sábado, 14 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Bebês lindos e mãezinha precisando de um lar


Em breve mais fotos!!!



*Contato através do orkut com Kelly Grassi




terça-feira, 3 de novembro de 2009

CONVITE A Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar e Universidade Federal do Paraná convidam para A Cidade, a Água e os Bichos

CONVITE
A Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar e
Universidade Federal do Paraná convidam para
A Cidade, a Água e os Bichos
Encontro do Grupo Gestor para Guarda Responsável de Animais
II Seminário do Programa de Guarda Responsável de Animais e Qualidade da Água na APA do Iraí
O evento tem por objetivo diagnosticar as principais ações já realizadas pela gestão pública dos
municípios da Região Metropolitana de Curitiba e Região Litorânea e discutir sobre as melhores práticas
a serem desenvolvidas no que diz respeito às Políticas Públicas para a Guarda Responsável de
Animais.

Data: 04 e 05 de novembro de 2009.
Local: Associação da SANEPAR – ASSESA, Rua Quênia, 363, Vila Varginha/Pinhais.

Inscrições: 3901-4512 ou michelleml@sanepar.com.br

Programação Acadêmica

04/11 (quarta-feira)
13:30 h Credenciamento
14:00 h Abertura
Profº Antonio F. Wouk
14:30 h Saneamento Básico e a
Legislação no Brasil: Somos
mais Realistas que o Rei?
Profª Vanete T. Soccol
UFPR – Pesq. CNPQ
15:00 h Zoonoses por Veiculação Hídrica
e o Surto de Toxoplasmose
Profº Italmar Teodorico Navarro
UEL – Depto de Saúde Pública
15:30 h Coffee - Break
16:00 h Uso de Biomarcadores para
Monitoramento da Qualidade
Ambiental - Profª Helena Assis
UFPR – Dpto de Farmacologia
16:30 h Veiculação Hídrica de
Crypstoporidiose
Doutoranda Letícia Nishi - UEM
17:00 h Encerramento
Saída de Ônibus da Sede da SANEPAR (R. Eng.
Rebouças, 1376 – Rebouças).
Dia 04 às 13:00h e

dia 05 às 07:30h (40 vagas/dia)

Programação – Políticas Públicas
05/11 (quinta-feira)
08:00 h Credenciamento/Café
08:30 h Abertura–Drª Maria Arlete Rosa
09:00 h A Cidade e Seus Bichos
Profº Alexander Welker Biondo
UFPR – Depto de Zoonoses
10:00 h Leis Ambientais de Proteção
Animal - CAOP Meio Ambiente
11:00 h Mesa Redonda: Como Evitar o
Abandono de Animais nas APA's?
12:00 h Almoço*
13:30 h Educação em Saúde: Experiências
Bem-Sucedidas em Piraquara e
Pinhais
M.V. Elizabete B. Javorouski
(Piraquara) e M.V. Cristiane Barros
(Pinhais)
14:30 h Políticas Públicas e Recursos na
área da Saúde- Dr. Paulo Guerra
15:30 h Mesa Redonda: O Que Fazer Nas
Escolas das APA's?
16:30 h Encerramento

*O almoço é limitado, sendo necessário confirmar no
ato da inscrição.

Drª Maria Arlete Rosa
Diretora de Meio Ambiente e Ação Social
SANEPAR

Professor Antonio Felipe Wouk
Coordenador do Projeto APA do Irai
UFPR

Matadouro de bezerros fechado nos Estados Unidos

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Uma investigação que levou o fechamento de um matadouro de carne orgânica em Vermont, nos Estados Unidos, demonstra mais uma vez o engodo que esse termo representa quando se trata de produtos animais.

Bushway Packing Inc., que havia sido fechada por um dia em maio, em junho e julho por “tratamento desumano de animais”, foi pega em vídeo mais uma vez torturando animais com cabos de choque elétrico e arrancando a pele de animais ainda conscientes.

O matadouro se especializa em matar bezerros com apenas alguns dias de vida que nos Estados Unidos são chamados de ‘bob veal calves’, que terminam em cachorros quentes e outras ‘carnes baratas’.

A investigação foi feita pela Humane Society of the United States, uma organização de defesa animal, que informa que ‘bob veal calves’ representam 15% dos bezerros que são transformados em vitela naquela país. Oficiais do governo reagiram condenando o que viram no vídeo.

Laticínios

O incidente mais uma vez reforça que o veganismo é a resposta para essa situação de horror. Vitela é um sub-produto da indústria do leite, uma forma de ‘aproveitamento’ das crias das vacas exploradas por seu leite. Quem consome laticínios (leite e derivados) apoia diretamente essa indústria.

O que foi registrado nesse vídeo não mostra um “caso separado”. Crueldade é inerente à indústria de exploração de animais porque o destino final dos animais é a morte e a jornada até lá é tortura e aprisonamento.

Essa não é uma indústria regulável. A indústria de exploração de animais é uma deformidade que deve e pode ser eliminada através da nossa dieta.

Fonte: AP


http://www.anda.jor.br/?p=28951

domingo, 1 de novembro de 2009

“Armadilhas de cola” são responsáveis pela tortura de milhares de ratos todos os anos

Por Joana Bronze (da Redação)

Uma “armadilha de cola” consiste em um pedaço de papelão ou plástico que é revestido com uma fita adesiva. O setor de controle de animais também se refere às armadilhas como “bandejas grudentas” ou placas de cola. Elas são projetadas para uso em ambientes internos.

Os fabricantes desses dispositivos cruéis geralmente afirmam que os animais capturados devem ser jogados fora com a armadilha, deixando que sofram até sua morte por dias a fio. Elas são armadilhas indiscriminadas, causando sofrimento e morte aos animais, capturando pássaros, esquilos, cobras, roedores e outros pequenos animais, como gatos ainda filhotes.



O governo brasileiro é citado em uma reportagem da PETA, pois uma regulamentação nacional cita um estudo que concluiu que as armadilhas de cola devem ser proibidas, “pelo enorme sofrimento que causam, mesmo que sejam encontrados depois de apenas algumas horas, pois em seguida, eles agonizam no lixo”.

As poucas leis que protegem os roedores de crueldade são ignoradas nos Estados Unidos. Os protocolos de investigação e as leis estaduais que proíbem a crueldade contra os animais muitas vezes excluem os roedores da proteção, apesar do fato da mais que comprovada senciência desses animais.

Outras vítimas

Além de toda a crueldade, as armadilhas de cola também são perigosas para a saúde humana. Animais que estão presos nesses dispositivos continuam a produzir urina e fezes, que são fontes de inúmeras doenças. Em um caso, um hospital que usava as armadilhas de cola se esqueceu destas e as deixou lá por mais de um ano. Durante esse tempo, os ratos que morreram presos nessas armadilhas propagaram uma enorme população de moscas que causou doenças entre pacientes do hospital.

O uso dos venenos provoca uma morte dolorosa também para diversos animais não humanos: aos roedores, cães e gatos que os ingerem por acidente.

O que você pode fazer

Onde quer que você veja essas armadilhas sendo vendidas, não se esqueça de pedir que parem a venda, explicando os diversos motivos. Várias grandes cadeias varejistas nos Estados Unidos, inclusive CVS, Rite Aid (incluindo Eckerd e Brooks), Supervalu Inc. (incluindo Acme, Albertsons, Quintas Bristol, Cub Foods, Fresh Fazenda, Jewel-Osco, Drug Osco, Save-a-Lot, Shaw, e Shop ‘n Save), e Safeway, pararam de vender a armadilha depois de ouvir protestos de consumidores.

O problema da invasão de roedores é largamente evitável por meio da simples manutenção de um ambiente limpo, com condições sanitárias, buracos e rachaduras fechadas.

As medidas preventivas e repelentes naturais são as únicas opções livres de crueldade para controlar a entrada dos roedores.

Animais em agonia

Uma gerente em Nova York relatou ter visto ratos mastigando e amputando suas próprias patas para tentar escapar das armadilhas.

Se você encontrar algum animal que está preso a uma armadilha de cola, despeje uma pequena quantidade de óleo de cozinha ou óleo para bebê nas áreas coladas, isso possibilitará ao animal que se liberte.

Armadilhas nas escolas em Filadélfia

Atualmente, a PETA faz uma campanha contra o uso das armadilhas de cola nas escolas, mostrando os riscos e absurdos dessa crueldade sem tamanho.

Com informações do PETA

Fonte: anda.jor.br

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Manada de elefantes aterroriza aldeias na Indonésia

Jacarta, 29 out (EFE).- Uma manada de elefantes selvagens tem aterrorizado várias aldeias do norte da ilha de Sumatra, na Indonésia, onde já destruiu casas e colheitas, noticia hoje a imprensa indonésia.

O chefe de uma das povoações, M. Sabi, contou que cerca de 30 elefantes rondam a aldeia há uma semana, e já derrubaram três casas e destruíram arrozais.

Segundo ele, os animais caminham tranquilamente e perseguem qualquer aldeão que esteja a seu alcance, embora por enquanto não haja vítimas em nenhuma das povoações locais.

Perante a falta de resposta das autoridades regionais e nacionais, os próprios habitantes da região formaram grupos que a cada noite tentam espantar os animais com barulho.

O desmatamento descontrolado e a proliferação das plantações de óleo de palma, componente básico para biocombustíveis, destroem as selvas de Sumatra e o habitat natural de elefantes, tigres e orangotangos.

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, a população de elefantes em Sumatra diminuiu 75% em apenas duas décadas. Hoje há entre três e quatro mil desses animais na ilha.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/10/29/ult1766u33902.jhtm

Tigres correm risco de estarem extintos na natureza dentro de 20 anos

Os tigres que vivem livres na natureza podem se extinguir em todo o mundo dentro de duas décadas, a não ser que sejam intensificados os esforços de conservação para frear o declínio de sua população, disseram especialistas em vida selvagem nesta quarta-feira.

Estima-se que hoje existam apenas 3.500 tigres vivendo livres em 12 países asiáticos e na Rússia, contra cerca de 100 mil há um século, disseram especialistas e conservacionistas.

Os tigres vêm sendo caçados ilegalmente para a extração de partes de seus corpos, e a Ásia está ao centro de um comércio ilegal de animais selvagens que a organização policial internacional Interpol estima possa movimentar mais de US$ 20 bilhões dólares por ano.

As peles dos tigres são vendidas no mercado negro para servir de tapetes ou capas. Em países como a China, uma pele de tigre pode valer até 20 mil dólares no mercado negro.

De acordo com conservacionistas, outros perigos enfrentados pelo chamado "patrimônio asiático" que é o tigre são a destruição de seus habitats e a redução da base de presas das quais eles se alimentam.

"Se a conservação dos tigres continuar sendo tratada como vem sendo até agora, a população de tigres estará fadada à extinção nos próximos 15 a 20 anos", disse à Reuters o diretor de programas do Fundo Salvar os Tigres, de Washington, Mahendra Shrestha, falando durante uma conferência sobre a conservação de tigres.

Shrestha disse que uma ação policial, patrulhas para combater a caça ilegal e a preservação dos habitats ainda remanescentes podem melhorar a situação.

"Existe esperança. Podemos fazer isto. Não se trata de ciência de vanguarda. Não é algo que exija muitas novas atividades", disse Shrestha.

"Mas é preciso uma vontade política forte de conservar os tigres, e também apoio internacional forte para as atividades dos países em que vivem tigres."

Ainda há tigres vivendo em liberdade em Bangladesh, Butão, Camboja, China, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Nepal, Rússia, Tailândia e Vietnã.

John Seidensticker, cientista chefe do Centro de Ecologia da Conservação do Zoológico Nacional Smithsonian, disse que o habitat dos tigres foi reduzido em 40 por cento na última década, devido à destruição das florestas.

"Nosso desafio é fazer as paisagens com tigres vivos valer mais que aquelas em que os tigres foram mortos", disse Seidensticker. "Acho que temos uma década para evitarmos a morte dos tigres."
(Fonte: Reuters / Folha Online)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=49271