quinta-feira, 7 de abril de 2011

Leão Ariel apresenta sinais de melhora, mas locomoção é incerta


06 de abril de 2011

Após fazer quatro meses de fisioterapia, o leão Ariel apresentou alguns sinais de melhora nas patas traseiras. Em dezembro de 2010, o felino, que vive em Maringá (PR), passou por uma cirurgia para descompressão de um coágulo na medula, que impedia a sua locomoção.

Ariel, que fez a cirurgia na coluna, corre risco de não mais andar. Foto: divulgação

A veterinária responsável pelo tratamento, Lívia Pereira Texeira, diz que apesar da evolução, não sabe se o animal voltará a andar. “Não posso afirmar isso, eu estaria me comprometendo com algo que eu realmente não sei. O Ariel tem que recuperar toda a massa muscular e melhorar a contratura das patas. Existe uma série de obstáculos a ser vencidos, mas eu acredito que chegaremos no nosso objetivo”, ressalta.

Lívia conta que Ariel desenvolveu sensibilidade nas patas traseiras e está conseguindo sentar. “No início ele não aguentava ficar nem três minutos nesta posição, agora suporta até meia hora. Ele também puxa as patas traseiras quando sente algum incômodo”, relata.

A veterinária ressalta que o tratamento é lento e gradual, tal como uma pessoa que sofre um grave acidente. O animal faz várias horas de fisioterapia por dia, com diversos aparelhos, como raio laser, ultrassom, entre outros. “No momento estamos no dedicando mais a alongamentos, exercícios que estimulem a força muscular e hidroterapia. Como está chegando o inverno, colocamos um aquecedor na piscina, que irá ajudar muito no tratamento”, ressalta.

Recentemente Ariel recebeu uma cadeira de rodas feita especialmente para ele, mas ela está sendo pouco utilizada no momento. “Como ele ficou muito tempo parado, as patas dianteiras dele, que iriam fazer a força de locomoção, ficaram fracas. Por isso estamos trabalhando a resistência desses músculos para depois, então, colocá-lo de novo na cadeira”, explica.

O tutor do animal, Ari Marcos Borges da Silva, ressalta que não existe a possibilidade de sacrificar o felino. “Andaram dizendo isso por aí, mas nós jamais vamos desistir dele. Ele é nosso xodó, não existe essa possibilidade”, afirma.

Fonte: O Diário


http://www.anda.jor.br/2011/04/06/leao-ariel-apresenta-sinais-de-melhora-mas-locomocao-e-incerta/

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terça-feira, 29 de março de 2011

Burne - O Cão Queimado - Vet Clinic Complexo Veterinário




O pior é que as pessoas que tem coragem de cometer um ato assim são aquelas que ficam horrorizadas com as atrocidades cometidas contra o "animal homem".
Eu pergunto:
Qual a diferença?
São seres vivos, a dor e o medo são iguais o que sentimos... A única diferença é que eles ñ conseguem entender o pq e é oq os torna mais especiais ainda... Pois mesmo passando por momentos horríveis, o coração é tão puro que voltam a confiar nos seres humanos

sexta-feira, 18 de março de 2011

Bebê elefante grita e chora enquanto é torturado durante "treinamento"


O fotojornalista Brent Lewin passou dias andando pelas florestas de Burma em uma moto, na esperança de registrar em filme como os elefantes eram “treinados” antes de serem contrabandeados para fora de Burma, e vendidos como escravos para circos e shows de rua na Tailândia. Sua premiada fotografia está chocando os que a veem.

Durante o treinamento que Lewin testemunhou, e reportou ao canal MSNBC, uma bebê elefante tenta, em vão, se livrar dos golpes que irá tomar. Sua mãe está amarrada em um local onde pode ver o que estava acontecendo. Lewin disse, “Eu nunca tinha escutado um elefante gritar daquela maneria antes.”

A bebê foi espancada até que começasse a chorar e seu espírito partir – esse era o objetivo. Durante essas sessões de treinamento, animais são comumente amarrados, espancados por dias e largados sem comer. Completou Lewin, “Houve um ponto que a elefante simplesmente se conformou com o que estava acontecendo e ficou parada, a vida dos seus olhos desapareceu. Seu olhar era uma assombração.”

Elefantes que são forçados a se apresentar em qualquer tipo de ato são violentados até que aceitem. Outro caso recente, não muito distante daqui, é com o circo estadunidense Ringling Bros, cuja campanha da PETA para retirar e acabar com o uso de animais foi baseada em fotos e vídeos que comprovaram os maus-tratos.

Fonte: ANDA/Tiago Claus

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cão Pinpoo é encontrado 14 dias depois de desaparecer no Aeroporto Salgado Filho


Foto:Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Pinpoo foi entregue pelo sargento Ribas para Nair na noite de quarta-feira




http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3242974.xml

Campanha quer combater os maus tratos e o abandono de animais

Umuarama – Discutir soluções para o aumento da população de animais abandonados e combater a prática do mau trato, são alguns dos focos do Seminário de Guarda Responsável que acontece hoje, às 19hs no Anfiteatro do Campus III da Unipar.
A campanha criada pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná (CRMV-PR) nasceu em Curitiba e chega a Umuarama, com o objetivo de chamar a atenção da comunidade sobre questões como: relação homem, animal e meio ambiente; a população de animais de rua; maus tratos e o risco a saúde pública. “Algumas pessoas simplesmente não se preocupam com as condições necessárias para manter um animal antes de comprar ou adotar um, e quando resolvem que não querem mais ficar com ele, simplesmente o descartam. A partir daí esse animal abandonado se transforma um problema de todos, inclusive de saúde pública”, destacou o representante umuaramense da CRMV-PR e médico veterinário, Sérgio Toshihiko Eko.
Ao falar sobre saúde pública, Eko cita como exemplo os frequentes ataques de animais. “Existes animais de raças que são naturalmente mais agressivas, e eles exigem cuidados especiais. Se o dono não souber como tratá-lo poderá abrir precedentes para que ele fuja e cause sérios riscos à vida”, alertou.

Único abrigo da cidade está superlotado

Umuarama - Cães e gatos abandonados em Umuarama têm um só destino: a Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama (Saau), o canil da dona Iracema. O problema é que há anos o local não é revitalizado e os recursos para sua manutenção são escassos. Sem melhorias na estrutura e sem dinheiro para manter os mais de 700 animais que abriga atualmente, Iracema já não pode receber novos bichinhos. “Abrimos exceção apenas para animais doentes, filhotes e fêmeas com cria”, informou ela.
Para sustentar o Saau, Iracema recebe da Prefeitura Municipal a quantia de R$1 mil por mês, o município também paga a conta de luz e água, mas a ajuda significativa vem mesmo, de acordo com Iracema, das doações da comunidade. “Tenho muito que agradecer, pois a comunidade tem nos ajudado muito. Sem essas doações não teríamos como comprar alimento e medicamentos”, acrescentou Iracema Prado Drumont.

Projeto de castração gratuita está em fase de estudo

Umuarama – Permitir a castração gratuita de cães é o objetivo do projeto de autoria do vereador municipal Hermes Pimentel.
O vereador pretende concluir o projeto dentro de aproximadamente 90 dias e então submetê-lo à votação na Câmara Municipal de Vereadores.
Caso seja aprovado, o projeto prevê a liberação de verbas municipais para o procedimento que objetiva o controle de natalidade dos animais. “Seria aberto um processo licitatório para escolha de uma clínica de tratamento animal. A que oferecer um menor preço, passaria a ser responsável pelos procedimentos”, explicou Pimentel.
Ainda em fase de estudo, o projeto indicará um limite de castrações mensal e critérios para escolha dos beneficiados. “Teremos que ter um número limite para que o convênio possa ser firmado e também a fixação de uma renda para que o benefício seja concedido. Do cadastro só poderiam participar famílias que não tem condições financeiras para arcar com as custas do procedimento”, completou o vereador.


http://www.ilustrado.com.br/2011/ExibeNoticia.aspx?Not=Campanha%20quer%20combater%20os%20maus%20tratos%20e%20o%20abandono%20de%20animais%20&NotID=1108

Aposentada não reconhece Pinpoo e retoma busca

Porto Alegre - A aposentada Nair Flores, de 64 anos, não retirou o cão que lhe foi apresentado como Pinpoo, seu animal de estimação, da clínica na qual o animal foi internado pela Gollog na zona norte de Porto Alegre. Ela optou por não ficar com o cachorro porque está convicta de que ele não é o bicho extraviado pela transportadora no dia 2 de março.

"Assinar o termo de recebimento seria reconhecer que o cão é o Pinpoo e isentaria a empresa da responsabilidade pela perda do meu animal de estimação", justificou Nair. Mesmo que esteja impedida por uma torção de tornozelo de sair às ruas para colar cartazes, a aposentada anunciou que vai retomar as buscas do jeito que for possível, com ajuda de pessoas que gostam de animais.

A angústia da aposentada começou no dia 2 de março, quando ela foi informada de que o cão que havia despachado de Porto Alegre para Vitória não chegaria ao seu destino porque teria fugido da gaiola no pátio do aeroporto. De volta à capital gaúcha, ela passou a procurá-lo nos arredores do Salgado Filho. Na segunda-feira, um cachorro quase igual a Pinpoo foi mostrado à aposentada no aeroporto e encaminhado pela Gollog a uma clínica para tratamento e banho. Na noite de ontem, ao visitar o animal, Nair percebeu que ele era diferente do que estava extraviado, por ter pelo mais claro e não reagir com alegria à presença dela.

Diante do impasse, o suposto Pinpoo ficou internado à espera de uma decisão da Gollog. Um exame de DNA, oferecido pela empresa e também por um programa de televisão, pode esclarecer se o animal é o que foi extraviado ou não. Se for, o caso será encerrado. Se não for, como diz acreditar a aposentada, o animal, que está sob responsabilidade da companhia aérea, será encaminhado à adoção. A assessoria de imprensa da Gollog informou também que a empresa considera o caso "atípico" porque já transportou mais de cem mil animais sem ter qualquer problema semelhante.


http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/03/16/aposentada-nao-reconhece-pinpoo-e-retoma-busca.jhtm